segunda-feira, 30 de abril de 2018

AS MITOLOGIAS CONFIRMAM O QUE A BÍBLIA ENSINA


Os ateus (que, geralmente, são magoadinhos com Deus) usam o argumento de que a Bíblia copiou as mitologias, quando na verdade, as mitologias apenas confirmam o que a Bíblia ensina. Tanto Adam (o primeiro ser humano a ser criado) quanto o Dilúvio Universal, são confirmados em várias mitologias. Alguns Pais da Igreja (Clemente de Alexandria, Justino Mártir, Agostinho de Hipona e Tomás de Aquino) defendiam que a Glória de Deus se encontra até nas filosofias seculares e “pagãs”. As mitologias e lendas pagãs apenas confirmam o que as Escrituras ensinam. Hades (mitologia grega), Loki (mitologia nórdica) e Ambrosia (mitologia japonesa) como outros personagens das mitologias são representações de Satanás, o Diabo. Isso comprova, que as Escrituras, a Bíblia, a Palavra de Deus, tem razão. A inteligência, a sabedoria, o entendimento, o conhecimento, a Ciência, e todos os dons e talentos procedem de Deus (Daniel 2:20-21). Toda a Terra está cheia da sua Glória. Deus torna o que é maldito em bendito. Onde abundou o pecado, superabundou a Graça. Onde há morte, Deus traz a vida. Deus traz à existência aquilo que não existe. Deus pode tornar o mal em benção. Ele é Yahweh, o Eterno. (Filipe Levi)

O SEU MAIOR INIMIGO É VOCÊ MESMO (O VELHO ADÃO, O VELHO HOMEM)


O verdadeiro campo de batalha de todo ser humano é a mente. O seu maior inimigo é você mesmo. Quem leva as pessoas para o Inferno não é Satanás, mas é o pecado. O Lado Negro da Força, a Raposa de Nove Caudas, o Hollow interior, o Imperador dos Raios, o Velho Adão (o Velho Homem). Satanás, o Diabo (Guilty), junto com seu comparsa Yammy (Moloque – Milcom) lançam sugestões malignas na minha mente, para tentar me eliminar, me destruir por completo. A minha luta contra o meu lado obscuro é uma labuta diária. Se eu não matar o pecado, o pecado me matará. Esse vírus mortal, essa doença degenerativa, chamada pecado. Luto contra a depressão e minha tendência suicida todos os dias. Luto pela vida. Cada dia é uma grande luta, cada dia é um grande mal. Tento procurar motivos e razões para me manter vivo. Sei que se ainda estou vivo, deve haver algum propósito. Deve haver alguma razão para eu ainda estar vivo. Eu preciso descobrir o porquê de eu ainda continuar por aqui, neste mundo. Eu estou preparado para morrer, mas eu escolho morrer lutando. Se eu cair, eu caio atirando. Eu não vou me ajoelhar e rezar, mas lutarei até a morte, arrancando tufos da juba do leão, até não haver mais fôlego de vida no meu ser. Enquanto a chama da minha vida permanecer acesa, eu lutarei. Lutarei até o meu coração parar de bater. Até lá, eu serei uma pedra-no-sapato do Diabo. Se o poder de fazer o bem a quem de direito estiver em minhas mãos, eu farei o bem. Eu não me importo em ser ferido ou ser morto, se for por uma boa causa. Eu estou disposto a morrer lutando em prol dos outros. Enquanto eu viver, lutarei. Eu vou morrer lutando. (Filipe Levi)

domingo, 29 de abril de 2018

PESSOAS QUE EU PRECISO SALVAR (ALVOS A SEREM RESGATADOS)



PESSOAS QUE EU PRECISO SALVAR (ALVOS A SEREM RESGATADOS)


Deus tem colocado algumas pessoas em meu coração para orar e interceder em favor delas. Eu não tenho a opção de ser fraco e de ser covarde. Se eu perder, eles morrem. Se eu perder, as pessoas por quem eu estou lutando e protegendo, também morrerão. A minha única opção é ser forte. Eu só tenho essa opção. Não posso perder. Eu não posso recuar, e nem desistir. Eu já desisti de mim mesmo há muito tempo. Não me importo mais comigo. Eu só me importo com essas pessoas. Algumas dessas pessoas nem sabem sobre a minha existência (elas nem sabem que eu existo). Eu preciso ajudar essas pessoas. Eu não tenho nada a perder. Eu sou depressivo, não tenho autoestima e tenho tendência suicida. Talvez, eu seja a pessoa certa para esse trabalho mesmo. O Reino de Deus precisa de homens de verdade. A Igreja está infestada de homens machistas e covardes. Falta homem na Igreja. Não tem ninguém para fazer. Não tem homem para fazer. Então, eu tenho que fazer. Se eu não fizer, ninguém fará. Eu sou perseguido desde que era criança. Várias vezes tentaram me matar. Eu sou alvo de exterminação. Deus sempre me livrou da morte. Eu tenho “corpo-fechado”. Eu sou protegido. Eu quero fazer o que é certo. Eu quero fazer a coisa certa. Eu quero fazer a diferença. Eu quero fazer o bem. Preciso cumprir o meu propósito, a minha missão. Enquanto eu não cumprir o meu propósito aqui na Terra, eu serei imortal. Eu tenho uma ótima percepção e uma inteligência acima da maioria das pessoas. Eu tenho Síndrome de Asperger, e o meu principal tema de obsessão é a Bíblia, a Palavra de Deus. Eu sou um historiador e professor de História que acredita em Deus e que defende a Bíblia. Com certeza, deve ter algum propósito para isso. Não acredito que seja apenas coincidência. Não queria ter nascido e nem existir, mas já que nasci e existo, eu quero fazer a coisa certa, eu farei o bem. Eu não me importo em ser ferido e ser morto, se eu conseguir de alguma forma ajudar essas pessoas. Eu só não quero apanhar e morrer de graça. Eu estou disposto a me sacrificar por eles. Eu estou disposto a morrer lutando em prol dos outros. A imagem distorcida de minha referência paterna que levou a me espelhar nos heróis. Deus quis que eu me formasse em História para que desconstruísse as construções ideológicas que escravizam a Igreja Cristã desde o primeiro século. Mesmo, não sendo um grande guerreiro e nem ter me relacionado com mulher alguma, eu me especializei nos assuntos militar e sexual, Satanás, o Diabo, não é tolo e nem bobo. Se esse cara insiste tanto em sustentar o Pacifismo e a satanização da sexualidade e do sexo no Cristianismo, ele deve ter algum plano maléfico nisso. Se Deus colocou essas pessoas no meu coração por quem eu tenho orado e intercedido todos esses anos, deve ter algum motivo. Muitas vezes, pedi para Deus me matar e tentei o suicídio, mas sobrevivi. Se ainda estou vivo, deve ser por alguma boa razão. Não tenho expectativa no futuro. Não tenho planos, mas mesmo assim, eu continuarei buscando a Deus (mesmo, com os crentes me chamando de satanista e de adorador do Diabo). O que importa é o que Deus pensa sobre mim, e não a opinião dos religiosos legalistas (fariseus). Não sou perfeito e nem santo, mas tento fazer a coisa certa. Alguém tem que fazer, porque não tem homem para fazer. Não quero ser mais um religioso hipócrita que vai aos cultos de domingo na Igreja só para “bater cartão”. Eu quero fazer a diferença. Eu quero mudar o que precisa ser mudado. Eu quero lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Eu quero ser a voz daqueles que não podem falar. Eu quero libertar os oprimidos da opressão. Se Deus ainda me mantém vivo, Ele deve ter alguma boa razão para isso. Eu não tenho nada a perder, talvez, seja por isso, que eu sou o homem certo para fazer esse trabalho. Eu quero fazer o serviço sujo que os crentes da Igreja não querem fazer. Alguém precisa fazer. De repente, é por isso que eu ainda estou vivo. Quero acreditar que o meu nascimento não foi um erro. Quero mesmo fazer a minha existência valer à pena. Eu quero fazer a diferença. (Filipe Levi)


A HISTÓRIA DA REFORMA PROTESTANTE



Filipe Levi 29/04/18
A HISTÓRIA DA REFORMA PROTESTANTE


A parte da História do Cristianismo que eu mais gosto é a Reforma Protestante, porque admiro muito os cristãos guerreiros que pelejaram tanto com armas quanto com palavras para restituir a identidade da Igreja de Cristo. Admiro muito homens como Martinho Lutero, João Calvino, e Ulrico Zuínglio. Até homens antes deles, como John Hus e John Wycliffe também são alvos da minha admiração. Neste texto, contarei bem resumidamente a História da Reforma Protestante, portanto, escreverei somente as partes que considero mais importantes e que me interessam. Pretendo contar sobre os heróis da fé que foram perseguidos, torturados, e até mortos por amarem a Deus acima de todas as coisas. Os cristãos do passado são alvos da minha admiração; e são bons exemplos a serem seguidos.
Durante a Idade Média, surgiram alguns grupos dissidentes no sul da França como os cátaros, conhecidos também como albigenses, que surgiram no século 11, e era um grupo de cristãos que foi perseguido e aniquilado por uma cruzada. Outro movimento dissidente foi liderado por Pedro Valdo ou Valdes, de Lião, cujos seguidores ficaram conhecidos como “os homens pobres de Lião”. Eles tinham um estilo de vida comunitário, e negavam algumas heresias pregadas pela Igreja Católica. Esses cristãos foram muito perseguidos, se refugiando em vales remotos dos Alpes italianos. Mais tarde, eles abraçaram a Reforma Protestante, sendo uma das poucas igrejas protestantes anteriores a Reforma.
A Idade Média foi um período em que as pessoas eram inseguras e angustiadas, porque havia baixa expectativa de vida, devido às guerras sangrentas (como a Guerra dos Cem Anos) e as doenças (como a peste negra) que dizimavam a população. Havia muitas convulsões políticas, sociais, e religiosas nessa época, como revoltas camponesas, o declínio do Feudalismo, o surgimento do Capitalismo, fomes periódicas, doenças, e abusos cometidos pelo Clero. O sentimento dominante era de insegurança, ansiedade, melancolia, e pessimismo.
Nos séculos 14 e 15, surgiram movimentos opositores aos ensinamentos da Igreja Católica, e um desses movimentos era encabeçado por John Wycliffe, que era um sacerdote e professor da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Wycliffe criticou as irregularidades do Clero e as heresias do Catolicismo. Os seus seguidores ficaram conhecidos como os lolardos, que acreditavam na Bíblia como norma de fé, e que todos devem lê-la e interpretá-la.
John Hus era um sacerdote e professor da Universidade de Praga, na Boêmia, e foi influenciado pelos ensinamentos de John Wycliffe. John Hus também criticava os falsos ensinamentos da Igreja Católica, e por causa disso acabou sendo queimado na fogueira no dia 6 de julho de 1415 e morreu louvando a Deus. Os seus seguidores eram conhecidos como “os Irmãos Boêmios”, que foram os precursores dos Irmãos Morávios.
No século 16, havia um monge agostiniano, Martinho Lutero, que acreditava que a Salvação é somente pela Graça, e que criticava duramente as vendas de indulgências, de cargos eclesiásticos, e de relíquias. No dia 31 de outubro de 1517 (um pouco mais de um século depois do martírio de John Hus), Martinho Lutero pregou as suas 95 Teses na porta da catedral de Wittenberg, criticando diversos erros do Catolicismo. Lutero criticou violentamente as heresias pregadas pelo Catolicismo, e quebrou o pau com João Tetzel, por causa das vendas de indulgências. Esse grande reformador foi perseguido e foi salvo por seu amigo Frederico, o Sábio, da Saxônia. Martinho Lutero traduziu a Bíblia para o alemão, facilitando, assim, que muitas pessoas conhecessem as Escrituras. Lutero foi levantado por Deus para mudar a História da Igreja Cristã.
Ulrico Zuínglio era capelão do Exército e reformou a Igreja de Zurique, na Suíça. Esse sacerdote criticava também as heresias e os abusos cometidos pela Igreja Católica. Esse grande homem de Deus, com a sua teologia, deu origem às igrejas reformadas. Houve guerras entre católicos e protestantes, e em uma dessas guerras, Ulrico Zuínglio, morreu em combate lutando pelo que acreditava.
Houve um grupo de religiosos conhecidos como “os radicais” que foram os anabatistas. Esses cristãos foram os seguidores de Jesus que de fato separaram a Igreja do Estado. Os anabatistas (apesar de serem realmente cristãos) tinham uma coisa em comum com as Testemunhas de Jeová atuais, pois eles condenavam o serviço militar e a política também. Não irei debater aqui se eles estavam certos ou errados, até porque essa era a opinião deles, e os anabatistas (os atuais menonitas), não deixam de serem meus irmãos em Cristo por terem uma ideologia diferente da minha. Uma coisa que admiro muito nos anabatistas (como também em outros grupos religiosos parecidos) é que eles tinham um estilo de vida comunitário, ou seja, eles dividiam tudo o que tinham entre eles (o Comunismo tentou fazer isso, e fracassou). A Igreja Primitiva, os anabatistas, e outros grupos religiosos viveram a verdadeira igualdade social. Os anabatistas eram conhecidos por esse nome, porque eles rebatizavam as pessoas. Os anabatistas acreditavam que para as pessoas serem batizadas elas têm que ter consciência do que estão fazendo; para eles, esse era o verdadeiro batismo. Apesar de eu discordar teologicamente de alguns ensinamentos dos anabatistas, reconheço que eles foram muito importantes para a História da Igreja de Cristo.
João Calvino foi um grande teólogo francês, autor de algumas obras muito importantes para o Protestantismo, como o seu livro “Instituição da Religião Cristã”. Esse grande reformador atuou politicamente em Genebra, e cometeu um erro terrível, que foi condenar a morte o médico Miguel Serveto, que foi executado morrendo queimado na fogueira por crime de heresia. Martinho Lutero também cometeu o erro de ter incentivado os príncipes alemães massacrarem os anabatistas na Guerra dos Camponeses. Tanto Martinho Lutero, quanto João Calvino, e Ulrico Zuínglio, não gostavam muito dos anabatistas, devido às divergências teológicas que eles tinham. João Calvino foi um reformador muito importante na História da Reforma Protestante.
Os seguidores franceses de Calvino, os huguenotes, eram grandes guerreiros que pelejavam contra os católicos (milhares deles foram massacrados no dia de São Bartolomeu). Os seguidores de Lutero, os luteranos, foram grandes guerreiros também que combatiam os católicos. Durante a época da Reforma Protestante, houve muitas guerras entre católicos e protestantes, como a Guerra dos Trinta Anos.
Houve um movimento conhecido como “os puritanos” que surgiram na Inglaterra, durante o reinado da rainha Elizabete I. Durante o reinado da rainha anterior, a Maria Tudor, conhecida como Maria, a Sanguinária, muitos protestantes foram queimados nas fogueiras, porque se recusaram a negar a sua fé em Cristo Jesus. Quando os puritanos surgiram, eles queriam criar uma Igreja Protestante pura. Os puritanos foram muito importantes para a História da Igreja Cristã (especialmente, para o Calvinismo). Devido às fortes perseguições que eles sofreram, muitos deles fugiram para a América do Norte, e muitos outros ficaram para lutar por sua fé (tanto com armas quanto com palavras). Os puritanos foram grandes guerreiros. Na Revolução Inglesa, conhecida também como Revolução Puritana, os puritanos liderados por Oliver Cromwell, destituíram o rei do poder e o executaram. O Puritanismo impactou a Igreja de Cristo de tal maneira que inúmeras vidas foram transformadas pelo poder do Evangelho. Muitas obras literárias fantásticas foram escritas pelos puritanos. Os puritanos deixaram uma linda herança. 
No dia 31 de outubro de 1517, o monge agostiniano, Martinho Lutero, afixou as suas 95 Teses na porta da catedral de Wittenberg, criticando diversos preceitos errados do Catolicismo. Assim, se iniciou a Reforma Protestante oficialmente (desde a Idade Média, existiam homens que pretendiam reformar a Igreja Cristã). Lutero era um homem que valorizava muito a educação, pois ele incentivava os cristãos estudarem tudo o que pudessem (principalmente, a Bíblia). Esse grande reformador deixou o legado do livre acesso as Escrituras e o seu incondicional apoio aos estudos, porque ele acreditava que todos os homens têm direito a educação. Martinho Lutero abriu o caminho para que as pessoas tivessem acesso as Escrituras nas suas línguas, para que elas próprias tivessem um relacionamento com Deus.
Ulrico Zuínglio deu início às igrejas reformadas, pois ele, assim, como Lutero e Calvino, também acreditava na Predestinação, ou seja, que a Salvação é somente pela Graça, e não importa o que o homem faça ou deixe de fazer, isso não lhe concede a Salvação, porque apenas uma ação direta do Espírito Santo pode salvar o ser humano.
João Calvino foi o reformador que mais pregou sobre a Predestinação, isto é, sobre a Soberania de Deus na Salvação dos cristãos, tanto, que as pessoas que acreditam na Predestinação passaram a ser conhecidas como calvinistas. Não irei debater aqui se o que está certo é o livre-arbítrio ou a Predestinação, porque eu mesmo considero que as duas teorias têm as suas bases bíblicas, mas afirmo que considero o Calvinismo mais bíblico e coerente do que o Arminianismo. Não consigo acreditar que a Salvação é pelas obras, como a maioria dos arminianos acredita. O fato de eu cair em pecado não invalida a minha Salvação, até porque acreditar que por causa de um deslize meu eu perco a minha Salvação é literalmente desprezar o Sacrifício de Jesus. Os evangélicos precisam entender que Jesus morreu pelos pecadores e não pelos santos. Portanto, foi, por isso, que Cristo sofreu e morreu na Cruz, para que nós, pecadores, fossemos salvos. Nisso concordo plenamente com os reformadores (especialmente, com João Calvino).
Os anabatistas também deixaram uma herança muito importante da Reforma, que é o batismo de adultos. Não irei debater aqui se o batismo tem que ser por imersão ou por aspersão, mas considero importante que as pessoas sejam batizadas tendo consciência do que estão fazendo. Eu também acredito que esse é o verdadeiro batismo (com todo o respeito aos cristãos reformados que batizam crianças, pois respeito a sua posição).
John Knox foi um reformador escocês que liderou o movimento presbiteriano revolucionando a Escócia. A origem da Igreja Presbiteriana é calvinista (mesmo com os cristãos presbiterianos arminianos e pentecostais desprezando isso). Portanto, a herança deixada por John Knox é praticamente a mesma deixada pelos demais reformadores, Martinho Lutero, Ulrico Zuínglio, e João Calvino, ou seja, a herança é a Teologia Reformada, a Predestinação. Quero deixar bem claro, que eu respeito os meus irmãos em Cristo que acreditam no livre-arbítrio, até porque muitos homens de Deus que acreditavam nisso foram muito importantes para a História da Igreja Cristã também. Mas, tenho que ser criterioso em relação à herança que a Reforma nos deixou. Reconheço que outros movimentos não calvinistas também são importantes.
Tem também a igreja fundada pelo rei Henrique VIII, a Igreja Anglicana, mas para ser bem sincero, não vejo grande herança vinda dessa igreja. Pelo que entendi da história, os motivos do rei Henrique VIII foram muito mais políticos do que religiosos para poder fundar a Igreja Anglicana, portanto, a origem dessa igreja não foi teológica, mas, sim, política. Esse rei se casou com várias mulheres e mandou matar os seus desafetos por motivos mesquinhos. A fundação da Igreja Anglicana foi pelos motivos meramente pessoais e políticos do rei Henrique VIII. Por isso, não vejo grande herança vinda dessa igreja (talvez, hoje, a Igreja Anglicana seja uma igreja séria e compromissada com Deus, mas na época da Reforma, essa igreja foi apenas um estratagema político do rei da Inglaterra).
A herança mais linda para mim que a Reforma Protestante nos deixou foi à herança puritana, isto é, o Puritanismo. Muitas pessoas que não sabem nada sobre os puritanos têm uma visão distorcida sobre eles e ainda utilizam o nome puritano como termo pejorativo. Os puritanos cometeram erros sim, assim, como os anabatistas, os luteranos, os huguenotes, os presbiterianos, e outros cometeram os seus erros também. As pessoas são falhas, porque são pecadoras. Até os homens mais santos e mais próximos de Deus também pecam. Por isso, Jesus se sacrificou na Cruz por nós.
Os puritanos surgiram no reinado da rainha Elizabete I, na Inglaterra. No reinado anterior, Maria Tudor, conhecida como Maria, a Sanguinária, perseguiu muitos cristãos condenando vários deles a morrerem queimados na fogueira. Quando os puritanos surgiram, eles queriam criar uma Igreja Protestante pura, e não problemática e corrupta como a Igreja Católica e a Igreja Anglicana da época. Os puritanos queriam revolucionar a Igreja Cristã e a nação. Na Revolução Puritana, conhecida também como Revolução Inglesa, os puritanos liderados por Oliver Cromwell, destituíram o rei Carlos I do poder e o executaram. Os puritanos revolucionaram a sua nação. Devido as intensas perseguições que os puritanos sofreram durante a História, muitos deles fugiram para a América do Norte, e colonizaram os Estados Unidos.
Alguns puritanos, como, por exemplo, John Owen, William Perkins, William Ames, deram importante contribuição para a ortodoxia reformada. Homens como Richard Rogers, John Dod, Richard Sibbes, Richard Baxter, Joseph Alleine, e John Flavel, foram homens importantes para o Puritanismo também.
Existiram grandes pregadores puritanos, como Charles Spurgeon (conhecido como o Príncipe dos Pregadores e o Último dos Puritanos), Charles Finney, Dwight Lyman Moody, e Jonathan Edwards, que ganharam inúmeras almas para Cristo. Tem um escritor que admiro muito (porque vi o filme sobre a história do seu livro) que é John Bunyan, que é o autor do livro “O Peregrino”. Esse livro conta sobre a vida cristã como peregrinação e Guerra Espiritual.
Os puritanos pregavam a santidade (muitos falsos calvinistas pregam que porque os cristãos são predestinados, eles não precisam buscar a santidade, porque já são salvos). Os puritanos buscavam a santidade, porque eles queriam agradar o coração de Deus. Os verdadeiros predestinados não sentem paz no pecado, porque o Espírito Santo os incomoda para que eles busquem a santidade. Portanto, os verdadeiros calvinistas têm a certeza da Salvação, mas eles buscam a Deus por o amarem de verdade, e não por medo do Inferno. O incentivo do cristão para buscar a Deus tem que ser o amor, e não o medo. Os cristãos têm que buscarem a Deus por o amarem, e não por temerem o Fogo Eterno.
Escrevi sobre os temas que considero mais importantes e interessantes (pelo menos, para mim). Infelizmente, a maioria dos evangélicos não se interessa pela sua própria História, e perde tempo pesquisando e lendo coisas sem importância ou até mesmo demoníacas. Fico muito triste em saber que as pessoas (principalmente, os cristãos) não se interessam em estudar sobre a Reforma, e nem sobre a Bíblia. Encerro aqui.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.

A HIPOCRISIA DOS RELIGIOSOS LEGALISTAS


O interessante dos religiosos legalistas (fariseus) é que tudo é pecado, menos o pecado. Para os crentes safados, tudo é do Diabo, menos o que é do Diabo. “Santificar” a hipocrisia, a falsidade, a covardia, a malandragem, a soberba, a mentira e a calúnia, não tem problema. Só tem problema santificar os dons e talentos dados por Deus (usurpados pelo Diabo, claro). A inteligência, o conhecimento, a sabedoria, a Ciência, o entendimento e todos os talentos e dons procedem de Deus (Daniel 2:20-21). Quem diz isso não é o “autista cabaço” aqui que é “burro”, porque é “jovem”, mas, sim, a Bíblia, a Palavra de Deus. (Filipe Levi)

sábado, 28 de abril de 2018

SAMURAIS CONTEMPORÂNEOS



Filipe Levi 28/04/18
SAMURAIS CONTEMPORÂNEOS


"Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra. E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente."
(2 Timóteo 2:4-5)

A palavra militar se originou da palavra marcial, ou seja, a tradução literal da palavra marcial é militar. A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca condenou o combate, quando este combate é travado por uma causa justa. Essa “historinha” de que “violência gera violência” não tem na Bíblia (isso não é um versículo bíblico, mas apenas um bordão sem sentido e sem nexo nenhum). As Escrituras ensinam que a violência pode ter um bom uso, se essa violência for usada como uma contingência (para defesa própria ou para a proteção dos outros). Paulo em (Romanos 13:1-7), Pedro em (1 Pedro 2:13-17) e João Batista em (Lucas 3:14) deixam bem claro que combater não é moralmente errado, mas muitas vezes necessário, se for para combater por um bem maior (por uma causa maior). Deus nunca foi e nem será pacifista (esse não é o Deus da Bíblia). O Deus do Antigo Testamento é o mesmo Deus do Novo Testamento (Deus não é bipolar). Deus não é só “paz e amor”, mas Deus também é SANTIDADE, IRA E JUSTIÇA. Deus levanta guerreiros, cavaleiros, combatentes e soldados para combater o mal. A única linguagem que os violentos conhecem é a violência. O opressor só respeita a força que é maior do que a dele. Implorar pela vida ou por misericórdia apenas aumentará a sensação de poder dos bandidos. Suplicar por clemência e piedade somente atiçará o sadismo dos sádicos. Com psicopatas e sádicos não dá para argumentar e nem negociar, porque eles nem se darão ao trabalho de te escutar. Os malfeitores, psicopatas, sádicos, estupradores e opressores não sentem pena ou remorso. Não tem como argumentar ou negociar com eles. Sempre existirão homens bons, corajosos, ousados e valentes que ousarão se opor ao mal. Deus sempre levantará guerreiros corajosos para combaterem os homens maus. Tanto os malfeitores quanto os anjos do Inferno sentem o cheiro do seu medo. Não demonstre medo diante deles. Seja forte e corajoso! Proteja os fracos! Seja um guerreiro honrado e íntegro! Nunca perca a sua integridade! Lute sempre em nome da honra! Use sempre os seus punhos e suas armas para lutar em prol da justiça! Sinto que sempre serei protegido por Deus, enquanto eu fizer a coisa certa. Eu sou protegido. Enquanto eu não cumprir o meu propósito, a minha missão, aqui na Terra, eu serei imortal. Um dia eu morrerei. O meu lugar na sepultura já está reservado. Mas esse dia não é hoje. Espero fazer o bem e praticar a justiça enquanto eu estiver aqui na Terra. Quando eu morrer, quero sorrir para a morte, e perecer com a certeza, de que fiz a diferença, de que fui uma pedra-no-sapato do Diabo, e que fiz a coisa certa.

Há muita semelhança entre os ensinamentos das artes marciais e das Escrituras. Os princípios e valores são os mesmos. Princípios e valores de honra, de justiça, de integridade, de honestidade, de lealdade, de disciplina, de trabalho, de altruísmo, de compaixão e de coragem. Ensinamentos, estes, que não aprendi na "igreja", mas, sim, nas Escrituras e nas artes marciais. Lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Defender os mais fracos. Proteger os indefesos. Nunca aprendi isso na "igreja", pelo contrário, o que aprendi foi usar o Nome de Deus para "puxar o tapete e passar a perna nos outros" (malandragem gospel). "Paz e amor" só com os malfeitores, porque os fracos e indefesos tem que tratar na base da porrada mesmo (em Nome de Deus). Vejo mais Bíblia e mais princípios bíblicos nas artes marciais do que em muitas igrejas evangélicas por aí. Pais da Igreja como Clemente de Alexandria, Justino Mártir, Agostinho de Hipona e Tomás de Aquino reconheciam que a Glória de Deus se encontra até nas "filosofias humanas", ou seja, Deus fala por meio das Escrituras (isso é óbvio), mas Ele também pode usar outros métodos e outros meios para se comunicar com seus servos (claro, que não seja nada contrário aos ensinamentos bíblicos). Deus não é "essa coisa" formatada e idealizada pelos evangélicos, Ele é Yahweh, o Eterno.

PRINCÍPIOS E VALORES BÍBLICOS NAS ARTES MARCIAIS:

As principais virtudes do Bushido são Justiça (GI), Coragem (YUU), Compaixão (JIN), Respeito (REI), Sinceridade (MAKOTO), Honra (MEIYO) e Lealdade (CHUUGI). Essas são as verdadeiras características de um verdadeiro guerreiro (os mesmos princípios e valores éticos que a Bíblia, a Palavra de Deus, ensina).

A JUSTIÇA:

É quando o guerreiro opta por lutar pelo que é certo, quando o herói está disposto e determinado a fazer a coisa certa.

A CORAGEM:

Não é a ausência do medo, mas é a habilidade de superá-lo por uma causa maior. O guerreiro corajoso é aquele que supera o seu medo para poder ajudar os outros.

A COMPAIXÃO:

É a capacidade de se colocar no lugar do outro, ou seja, sentir e se compadecer da dor de seu semelhante.

O RESPEITO:

É respeitar os seus semelhantes (principalmente, os mais fracos e desamparados que precisam de proteção).

A SINCERIDADE:

É ser sincero e verdadeiro consigo mesmo e com os outros. Sempre falar a verdade, mesmo que isso não te beneficie. Ser correto e fazer o certo, mesmo, que você se “ferre e se lasque” por fazer a coisa certa.

A HONRA:

É a integridade e o caráter do herói, que mesmo diante das adversidades e da corrupção e degeneração humana, ele ousa ser bom. Ser um guerreiro honrado que usa os seus punhos e suas armas não por razões e motivos pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz.

A LEALDADE:

É quando o guerreiro é leal aos seus amigos e as pessoas que estão sob a sua proteção. As flechas do herói só devem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o herói jurou proteger.

REFUTANDO OS ARGUMENTOS BÍBLICOS DOS PACIFISTAS:

Os cristãos pacifistas, para sustentar a heresia do Pacifismo, se utilizam de versículos bíblicos fora de contexto, então, eu mostrarei os verdadeiros contextos dos versículos usados por eles. Para se compreender a Bíblia é preciso lê-la em seu contexto histórico e cultural. Sempre devemos ler os capítulos inteiros inseridos em seu contexto.

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)

Inúmeros cristãos interpretam mal o capítulo 6 da Carta aos Efésios, porque eles confundem guerra espiritual com Pacifismo. O autor da Carta aos Efésios é também o autor da Carta aos Romanos. O apóstolo Paulo, o autor de ambas as Cartas, não era pacifista, pois se percebe claramente a sua posição em relação ao Estado no capítulo 13 da Carta aos Romanos. No capítulo 6 da Carta aos Efésios, o apóstolo Paulo usa puro simbolismo militar para se referir à armadura de Deus. O apóstolo Paulo constantemente usava o serviço militar como bom exemplo para a vida cristã. O fato de Paulo ter dito que a nossa luta não é contra carne e sangue (muito deturpado pelos pacifistas hipócritas), não significa que ele fez apologia ao Pacifismo. O capítulo 6 da Carta aos Efésios não invalida o capítulo 13 da Carta aos Romanos, portanto, o apóstolo Paulo não pregou o Pacifismo. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja; e o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado. A Igreja (instituição religiosa) não deve se engajar em lutas armadas, mas o Estado (que é ministro de Deus) tem a obrigação de lutar nas guerras físicas. A guerra da Igreja é espiritual; e a guerra do Estado é física. Paulo não era bipolar e nem esquizofrênico, ou seja, ele não tinha uma opinião em Romanos 13 e outra opinião em Efésios 6.

“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)

Por isso, as armas carnais e humanas, tais como argúcia, habilidade, riqueza, capacidade organizacional, eloqüência, persuasão, influência e personalidade são em si mesmas inadequadas para destruir as fortalezas de Satanás; porque as únicas armas adequadas para desmantelar os arraiais do Diabo, as injustiças e os falsos ensinos são as armas que Deus nos dá. Esse trecho não se refere às armas bélicas, mas, sim, a capacidade humana; e para combater o Inferno precisamos das armas espirituais dadas por Deus, pois somos incapazes de vencermos Satanás e os seus demônios sozinhos.

“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”. (Mateus 5:38-39)

Os fariseus deturpavam as Leis do Antigo Testamento para incentivar as pessoas ao ódio e a retaliação, porque olho por olho e dente por dente era na verdade as punições aplicadas pelas autoridades nos malfeitores e não um incentivo a represália do indivíduo (olho por olho e dente por dente era um ensinamento para que os criminosos fossem punidos de forma justa e não de maneira exagerada). Jesus condenou a vingança pessoal e não a legítima defesa, pois Ele usa muito simbolismo nas coisas em que ensina. Cristo, em outra parte da Bíblia, ensinou que se a sua mão direita te fizer pecar, se deve amputá-la. E se o seu olho direito te fizer pecar, se deve arrancá-lo. Oferecer a outra face está inserido no mesmo contexto. Jesus não falou para os cristãos se mutilarem e nem para serem sacos de pancadas dos outros. Tudo isso é puro simbolismo.

“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão”. (Mateus 26:52)

Cristo não fez apologia ao Pacifismo, mas, simplesmente, falou que os violentos sofrerão violência. Se Pedro tivesse matado Malco, ele seria punido com a morte pelo Estado Romano e Jesus quis impedir que isso acontecesse. O próprio Cristo ordenou a Pedro para que ele comprasse aquela espada. Jesus devia cumprir com a profecia a seu respeito e Pedro quis impedir o cumprimento dessa profecia. Jesus não disse para Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. Paulo reconhece que o Estado tem o poder da espada (Machaira) para castigar os malfeitores (algo concedido e autorizado por Deus).

“E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão”. (Samuel 17:47)

Quando Davi afirmou que do Senhor é a guerra, ou seja, de que a batalha pertence ao Senhor, ele quis dizer que nós, servos de Deus, devemos confiar no Altíssimo e não em nossa própria força ou em armas bélicas; entretanto, em nenhum momento, ele hesitou lutar contra Golias por causa disso, porque ele confiava no Senhor dos Exércitos.

SOBRE O SEXTO MANDAMENTO:

Os heróis podem matar os vilões para proteger os inocentes se for necessário, pois o Mandamento “Não Matarás” em sua tradução correta significa “Não Assassinarás”. O Sexto Mandamento em hebraico é “Lo Tirsah”, e em grego é “Ou Foneuseis”, e em ambas as línguas usadas na Bíblia original, esse Mandamento se refere somente ao assassinato criminoso e nunca a legítima defesa. Portanto, os inocentes têm o direito de se defender ou de serem defendidos por alguém.

O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital (Machaira). Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás”, se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar).

SOBRE O SERVIÇO MILITAR:

“Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra”. (2 Timóteo 2:4)

Há muitas semelhanças entre a vida cristã e o serviço militar, por isso, o apóstolo Paulo vivia comparando ambos. Os cristãos devem ser como soldados, isto é, devem acatar as ordens de seu Senhor e cumprir a sua missão.

Sobre os juramentos (como o Juramento à Bandeira), Jesus Cristo não condenou totalmente os juramentos. O que Jesus condenou foram às pessoas que não têm palavra, e precisam se garantir em juramentos para os outros acreditarem que elas estão falando a verdade. Algumas confissões de fé protestantes explicam bem sobre isso. Não há problema algum em fazer juramentos honrados em nome da paz, da justiça e do amor.

No Concílio de Jerusalém, em 50, os judeus cristãos decidiram que todos os seguidores de Jesus não devem comer alimentos sacrificados aos ídolos, nem praticar relações sexuais ilícitas, não comer animais que morreram sufocados e nem beber sangue. Na 1 Carta aos Coríntios, o apóstolo Paulo ensinou que os cristãos podem comer alimentos sacrificados aos ídolos sim, portanto, que não escandalizem os irmãos “fracos” na fé. Se os cristãos orarem para Deus abençoar os alimentos sacrificados aos ídolos, não há problema nenhum em comê-los. O sexo deve ser praticado somente dentro do casamento mesmo. No caso da proibição de comer animais que morreram sufocados isso era um ritual religioso do Judaísmo e não significa nada para os cristãos de hoje. O sangue foi proibido de ser ingerido, porque no contexto daquela época, os pagãos bebiam sangue para adorar os seus deuses. Entretanto, hoje, não há problema algum em comer frango ao molho pardo, chouriço ou até mesmo beber sangue de galinha para sobreviver na selva.

Em relação à “cultuar as tradições”, na verdade, os militares não prestam culto as tradições e nem aos heróis do passado, mas, simplesmente, eles relembram os feitos do passado e prestam homenagens a esses grandes guerreiros, no entanto, ninguém bate continência ou se curva diante de quadros e estátuas.

AS OPINIÕES DOS APÓSTOLOS E DO MAIOR DE TODOS OS PROFETAS:

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

No Novo Testamento, o apóstolo Paulo confirma exatamente a mesma coisa que o profeta Daniel ensinou (Daniel 2:20-21 e Daniel 5:20-21), ou seja, de que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus. Paulo ainda vai mais além, pois ele também disse que o Estado é servo de Deus para punir os malfeitores. Paulo não só considera as autoridades legítimas, como também diz que os governantes, magistrados e soldados têm a autorização de Deus para usarem a espada para castigar os maus. A palavra grega usada para espada é “Machaira” que é um símbolo da pena capital. Paulo indica que era a favor da pena de morte quando usa a espada como símbolo da punição do Estado.

Paulo também ensinou que todos os cidadãos (principalmente, os cristãos) devem pagar todos os seus impostos, porque o dinheiro deve ser usado para a manutenção das Forças Armadas e das polícias para garantirem a segurança do país e para castigarem os homens que praticam o mal. Para Paulo, os agentes do Estado (governantes, magistrados e soldados) estão a serviço de Deus para o bem-estar da sociedade. Portanto, os cristãos devem se sujeitar a eles. O dever das autoridades é punir os maus e louvar os bons. Pelo menos, era assim que Paulo acreditava.

“Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei”. (1 Pedro 2:13-17)

O apóstolo Pedro, assim, como o apóstolo Paulo e o profeta Daniel, também reconheceu que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Para Pedro, a função das autoridades é castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. Paulo tinha exatamente a mesma opinião. Ambos os apóstolos legitimaram o uso da força por parte do Estado (da violência mesmo) para punir os criminosos perigosos que ameaçam a sociedade.

“Então, alguns soldados lhe perguntaram: E nós, o que devemos fazer? Ele respondeu: Não pratiquem extorsão, nem acusem ninguém falsamente, e contentem-se com o seu salário”. (Lucas 3:14)

João Batista era o precursor do Messias; e foi o maior de todos os profetas. Esse grande servo de Deus foi o homem mais justo que já existiu sobre a Terra. Quando alguns soldados foram batizados por João Batista, esse grande profeta não os recriminou por serem combatentes, pelo contrário, ele lhes incentivou a continuarem sendo soldados, portanto, que eles exercessem a sua função com honestidade.

A DISTORÇÃO DO SENTIDO BÍBLICO DE LIDERANÇA (UMA CONSTRUÇÃO IDEOLÓGICA PARA DISTORCER O QUE A BÍBLIA ENSINA)

“Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”.
(Benjamin Parker – Tio Ben)

Quando se é um líder, a cobrança é maior (principalmente, por parte de Deus). O que muitos evangélicos arrogantes não entendem (ou não querem entender mesmo) é que o sentido bíblico de liderança é servir, e não oprimir e humilhar os seus subordinados. Liderar é servir, no contexto bíblico. O líder (autoridade) não pode usar a ignorância como desculpa (para Deus, ignorância de quem está no poder não cola). Se você tem poder (autoridade) o seu dever é usar o seu poder para fazer o bem. Se você é forte, o seu dever é usar a sua força para proteger os fracos. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Se você é um líder e faz mau uso de sua autoridade, Deus, a AUTORIDADE SUPREMA, cobrará essa covardia de você. Se Deus te deu poder e força, o seu dever como homem, líder e autoridade, é usar esse poder e essa força somente para fazer o bem. Faça justiça aos oprimidos. Erga a voz em favor daqueles que não podem falar. Lute por aqueles que não podem se defender. Defenda os fracos. Liberte os acorrentados das correntes infernais da opressão. Use o seu poder para o bem.

CONCLUSÃO:

A "visão" que o mundo e a Igreja têm de Jesus é totalmente distorcida do Jesus verdadeiro revelado nas Escrituras. As pessoas enxergam Jesus como um tipo de "Hippie", um "grande pacifista", ou o "Bob Marley", menos o Messias relatado na Bíblia. O Jesus da Bíblia era desbocado (Ele era boca suja mesmo). O Jesus da Bíblia se indignava com as coisas erradas e criticava as injustiças que o povo sofria. O Jesus da Bíblia xingava, insultava e ofendia os fariseus e os saduceus (os religiosos hipócritas e falsos moralistas da época). O Jesus da Bíblia tinha compaixão pelos "pecadores" e amava os desamparados e os oprimidos. O Jesus da Bíblia elogiou a fé e a integridade de um militar, mas desprezou a religiosidade hipócrita e o falso moralismo dos fariseus. O Jesus da Bíblia era conhecido como o "AMIGO DAS PROSTITUTAS" (o amigo das "putas" mesmo). O Jesus da Bíblia comia e bebia com os "pecadores", porque Ele era o "AMIGO DOS PECADORES". O Jesus da Bíblia (segundo os fariseus) tinha o Diabo no corpo, porque Ele expulsava os demônios em nome de Belzebu. O Jesus da Bíblia pegou um chicote nas mãos e desceu a chicotada nos cambistas e saiu chutando as mesas lá no Templo de Jerusalém. Viram como o Jesus da Bíblia é um "Hippie e grande pacifista"? Quando uma mentira é dita mil vezes, ela se torna numa "verdade". Assim, se constrói uma construção ideológica.

Nós homens (principalmente, cristãos) temos a obrigação e o dever de defender e de proteger os mais fracos. As mulheres são tesouros que devemos honrar e proteger. Nós somos guerreiros e líderes por natureza, portanto, não podemos ser medrosos e covardes. Um cavaleiro prova o seu valor por meio dos seus atos. Seja um defensor. Seja um protetor. Seja um samurai.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.






sexta-feira, 27 de abril de 2018

HOMENS DE HONRA (OS HERÓIS DA REALIDADE)




Filipe Levi 27/04/18
HOMENS DE HONRA (OS HERÓIS DA REALIDADE)


No passado, existiam policiais íntegros e honestos, cheios de ousadia e de coragem, que ousaram desafiar o domínio do mafioso mais famoso do século XX, Alphonse Al Capone. Esses policiais ficaram conhecidos como “OS INTOCÁVEIS”. Esses agentes da Lei (Romanos 13:1-7) foram de fato verdadeiros MINISTROS DE DEUS, porque realmente eles trabalharam a serviço de Deus, protegendo os bons e punindo os maus, como a Bíblia, a Palavra de Deus, ensina. O Reino de Deus precisa de homens valentes e corajosos que tenham peito para enfrentar o Diabo e seus anjos. Satanás se aproveita que as pessoas se “cagam de medo” dele para expandir o seu Império das Trevas no mundo. Os cristãos (crentes em Jesus mesmo) precisam se dedicar a oração, estudar profundamente as Escrituras (Bíblia) e buscar a santidade (santidade bíblica, e não o maldito e diabólico legalismo religioso). Alguém precisa fazer o que mais ninguém quer fazer. Alguém tem que fazer o que é certo. Alguém tem que fazer a coisa certa. Alguém tem que fazer a diferença. Durante a História da Igreja, foram os homens ousados e corajosos que mudaram as coisas erradas. Homens, que estavam à frente do seu tempo. Homens, que não se conformaram com o que estava errado. Homens, que ousaram fazer a diferença, que ousaram fazer o bem. Nunca pare de lutar enquanto a luta não acabar. Não tenha medo de morrer. Encare a morte com coragem. Combata o mal. Lute contra todos aqueles que fazem o mal. Tenha a coragem e a ousadia de enfrentar o Diabo e seus anjos. Proteja os fracos! Defenda os indefesos! Liberte os acorrentados das correntes da opressão. Seja a voz daqueles que não podem falar. Lute as batalhas daqueles que não podem lutar. Seja o defensor dos fracos e desamparados. Liberte os oprimidos da opressão. Faça a diferença. Seja um herói.

O mal sempre existirá neste mundo decaído, mas mesmo assim, os homens bons sempre devem estar prontos para combatê-lo. Quando os bons se omitem, os maus vencem. O Pacifismo é diabólico, porque a omissão também é pecado. Deus abomina a injustiça, a impunidade e a opressão. Quando os homens se omitem em situações de injustiça, eles escolhem o lado do opressor. Assim, como os militares e policiais honestos combatem os bandidos do Crime Organizado. Assim, como os Yazidis e Peshmergas combatem os terroristas do EI (Estado Islâmico), nós, cristãos, e demais homens bons, devemos estar dispostos a viver e a morrer combatendo o mal. Quando uma organização criminosa ou terrorista é derrotada e destruída, assim, como um reino ou governo opressor é destituído do poder, outra organização ou um outro governo inescrupulosos pode ocupar o seu lugar. É, por isso, que sempre quando as forças do mal se levantarem para oprimir e escravizar, os heróis devem surgir, para combater a maldade até o último suspiro de suas vidas. Onde houver repressão, haverá resistência. A resistência contra a injustiça, a impunidade e a opressão.

É honroso morrer em batalha. Sempre quis ter uma morte honrada. Desejo morrer de forma altruísta. Quem me dera lutar por algo que vale a pena. Ter algo pelo que lutar. Quebrar o ciclo da intolerância. Tenho muitas feridas que não cicatrizam e desejo a morte ardentemente, mas ainda preciso viver. Se nasci e existo, deve existir algum propósito para isso. Cheguei à conclusão de que é melhor me ferrar e levar a pior por fazer o bem, do que por fazer o mal. Se Deus abriu a minha mente e os meus olhos, tem que ter alguma razão para isso. Se ninguém faz nada para as coisas mudarem, alguém tem que fazer. As pessoas costumam serem falsas, egoístas, medíocres e mesquinhas, mas ainda existem pessoas boas. Pequenos pontos de luz em meio à escuridão. O que vejo é só morte e destruição. Dor e tormento. O vírus mortal chamado pecado contaminou toda a raça humana. Se tenho conhecimento e consciência, devo usar isso em meu favor. Preciso fazer alguma coisa. Não consigo não me indignar. Não consigo não me importar. Isso é mais forte do que eu. Se todos se omitem, eu não irei me omitir. Se todos se calam, eu não irei me calar. Se todos se silenciam, eu não irei me silenciar. Não tenho medo da morte, pelo contrário, eu até a desejo. Mas se for para morrer, que seja por algo que vale a pena. Mesmo, sem reconhecimento. Mesmo, com a ingratidão e indiferença das pessoas. Mesmo, com a rejeição e com o desprezo, eu quero fazer a diferença. Eu preciso fazer a diferença. Se Satanás me quiser morto, o Diabo que venha pessoalmente fazer o serviço. Eu estarei aqui aguardando por ele. A maior ambição da minha vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo. Eu quero ser jurado de morte por todos os anjos do Inferno. Enquanto não nos confrontamos, eu continuarei vivendo, para fazer o bem, para combater o mal, e para ser uma pedra-no-sapato do Diabo e dos anjos do Inferno, até que finalmente, eu complete a minha obra, cumpra a minha missão e com o meu propósito, e possa descansar em paz.

Diante das adversidades e do terror da morte temos duas opções, duas escolhas. Nós escolhemos fugir ou lutar. Eu prefiro lutar. A ansiedade tem corroído tanto a minha saúde física como emocional. A depressão tem ressecado os meus ossos e secado os meus olhos (não tenho mais lágrimas para chorar). Como sendo jogado numa arena diante das feras, eu prefiro morrer lutando arrancando tufos da juba do leão do que me ajoelhar e rezar. Eu prefiro lutar até o fim. Eu escolho morrer lutando. Se quiserem me matar, que venham pessoalmente fazer o serviço. Eu estarei aqui esperando para lutar (para morrer lutando se for preciso). Eu não tenho nada a perder, mas mesmo assim, eu farei o bem. Eu quero fazer o que é certo. Eu quero fazer a coisa certa. Eu quero fazer o que é correto. Eu quero fazer o bem. Eu não sacrifico pessoas. A minha compaixão me torna diferente deles. Eu sou diferente. Continuarei a orar e a interceder pelas vidas das pessoas. Continuarei pregando o Evangelho, falando de Jesus. Se eu sair "trepando", me drogando e cometendo crimes e infrações por aí, não é assim que eu farei a diferença. Eu quero fazer a diferença. Eu quero salvar vidas. Eu quero proteger as pessoas. Como já falei, se quiserem me matar, podem vim, eu estarei aqui esperando. Mas, se eu sobreviver, vai ter represália, porque eu falarei de Jesus para todo mundo. Orando e pedindo oração pelos outros e pregando o Evangelho, falando de Jesus, eu chamarei a atenção de quem eu quero chamar. Assim, eu atinjo quem eu quero atingir. Eu não irei me suicidar. Se quiser me matar, venha pessoalmente fazer o serviço. Eu posso viver "caindo da cama", mas eu continuarei te enfrentando. Eu vou morrer lutando.
Existem pessoas que são pontos de luz no escuro. Pessoas boas que fazem a diferença nesse mundo decaído e pervertido. Homens e mulheres que ousam questionar as coisas erradas e fazer a diferença. Pessoas que se importam mais com os outros do que consigo mesmas. O herói, apesar de toda a escuridão que tem dentro de si, ainda a chama da esperança queima em seu coração. A sua luz interior ilumina o seu caminho para combater o mal e fazer justiça aos oprimidos. Os heróis são homens que vivem e morrem em nome da honra. O cavaleiro prova o seu valor por meio dos seus atos. O verdadeiro herói é aquele que usa os seus punhos e as suas armas somente para lutar em nome da justiça; não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o herói jurou proteger.

Nós somos soldados, pois a vida é uma guerra, e a qualquer momento podemos ser mortos. Para morrer, basta estar vivo. Mais cedo ou mais tarde todos iremos morrer um dia. Não tem como escapar da morte. A morte é inevitável. Então, por que temê-la? Faça a sua existência aqui na Terra valer à pena! Faça a diferença! Se estiver em suas mãos o poder de fazer o bem as pessoas, então, faça! Ajude aqueles que ninguém ajuda. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. Os fortes devem defender os fracos. Nós devemos fazer o certo por ser o certo a se fazer. Nós devemos fazer a coisa certa sem esperarmos recompensas por isso. Nós devemos fazer o bem sem esperar nada em troca. Nunca se cale diante da injustiça! Jamais se omita diante da opressão! Não seja omisso e covarde! Há diferença entre amor e omissão! Há diferença entre ser da paz e ser covarde! Tudo o que os malfeitores precisam para dominar é que os homens bons não façam nada! Quando os bons se omitem, os maus vencem. Quando você se omite diante da opressão e da injustiça, você escolhe o lado do opressor. Faça a sua vida valer à pena! Proteja os fracos! Lute por aqueles que não podem lutar por si mesmos! Seja o defensor daqueles que não podem se defender! Seja a voz daqueles que não podem falar! Seja um homem de verdade! Faça a diferença! A sua coragem e sua ousadia serão lembradas pelas gerações futuras, como alguém que ousou fazer a diferença, quando todos queriam ser iguais.
Há um herói dentro de cada um de nós. Que nos incentiva a sermos íntegros, que nos enobrece. Muitas vezes, para fazer o bem, precisamos desistir do que mais queremos. Desistir até mesmo dos nossos sonhos. Isso é altruísmo. Isso é ser altruísta. Se importar mais com os outros do que consigo mesmo. São homens assim que fazem a diferença. São homens assim que mudam o mundo. Homens que também tem as suas fraquezas, mas eles as superam, por algo maior do que eles próprios. A coragem não é a ausência do medo, mas é a habilidade de superá-lo. Homens que resistem à dor e vencem o medo. Homens cheios de coragem e de ousadia que ousam fazer o que ninguém mais quer fazer. Homens que estão dispostos a se sacrificar pelo semelhante. A inteligência deve ser usada para o bem da humanidade. Isso é um privilégio. Quando Deus nos escolhe para fazer a diferença e mudar a História, Ele não está tapando buraco (não se pode barganhar com um Deus que não precisa de você). Se Deus te escolher para fazer a diferença, Ele está te dando um privilégio. Isso é uma grande honra. Então, honre e valorize essa oportunidade que Deus lhe deu.
Jesus Cristo, Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Dietrich Bonhoeffer e Albert Einstein nunca pregaram a omissão diante do mal, pelo contrário, eles sempre pregaram contra isso. Esses homens nunca pregaram que ser da "paz" e "amar" é se omitir perante as coisas erradas. Eles nunca foram pacifistas, mas, sim, pacificadores. Há diferença entre ser pacificador e ser pacifista. Há diferença entre ser justo e ser idiota. Há diferença entre ser correto e ser retardado. Há diferença entre ser da paz e ser covarde. Há diferença entre amar e se omitir. Há diferença entre lutar pelo que é certo e acobertar os erros dos malfeitores.

Há diferença entre Pacificação e Pacifismo. Há diferença entre ser pacificador e ser pacifista. Há diferença entre ser da paz e ser covarde. Há diferença entre "paz e amor" e compaixão. Há diferença entre amor e omissão. Se omitir diante do mal é ser covarde e conivente com a maldade mesmo, e não ser "paz e amor". Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17) deixam bem claro isso na BÍBLIA (A PALAVRA DE DEUS). João Batista, o precursor do MESSIAS em (Lucas 3:14) deixa bem claro a opinião dele sobre o serviço militar também. Se você quer ser covarde e omisso, ou seja, pacifista, o problema é seu, mas, por favor, não invente coisas na Bíblia que a Bíblia nunca ensinou, e nem coloque palavras na boca de Deus, que Deus nunca disse.

Melhor é ser bom e íntegro, mesmo sendo rejeitado e desprezado. Melhor é levar a pior por fazer o bem do que por fazer o mal. Melhor é sair prejudicado por ser honesto do que ser recompensado por ser corrupto. Entre ser um cavaleiro do ódio e um cavaleiro da esperança, melhor é lutar pela esperança. Não podemos mudar o nosso passado. Não importa o quanto seu passado foi traumático. Quem te define é Cristo, e não o seu passado. Muitas vezes, passamos por adversidades para que o nosso caráter seja forjado. Muitas vezes, Deus nos leva pelo caminho mais longo não para nos punir, mas para nos preparar. Todos nós temos uma missão, que só nós mesmos podemos cumprir. Para tudo há um propósito. Em um Universo governado por Deus, não existem coincidências. Nós só morreremos quando cumprirmos com o nosso propósito aqui na Terra, até lá, nós seremos imortais. Essa é a grande batalha entre o bem e o mal! De qual lado você está? Do lado de Deus ou do lado de Satanás? A degeneração humana se alastra, a doença chamada pecado continua ceifando vidas. Os nossos pecados ofendem a Deus. Deus não nos deve nada, Ele nunca deveu. Nós homens é que estamos devendo para Deus. Eu tinha tudo para ser um cavaleiro do ódio, um vilão, um bandido. Pela misericórdia de Deus, eu ainda tenho consciência. Ignorar o mal não fará o mal deixar de existir. Pregar um "falso amor" e uma "paz falsificada", não impedirá os malfeitores de praticarem as suas maldades. Não é pecado lutar pela justiça, ao contrário, é uma boa ação, existem inimigos que não são convencidos com palavras. Precisamos ser cavaleiros da esperança.

"Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra. E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente."
(2 Timóteo 2:4-5)
A palavra militar se originou da palavra marcial, ou seja, a tradução literal da palavra marcial é militar. A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca condenou o combate, quando este combate é travado por uma causa justa. Essa “historinha” de que “violência gera violência” não tem na Bíblia (isso não é um versículo bíblico, mas apenas um bordão sem sentido e sem nexo nenhum). As Escrituras ensinam que a violência pode ter um bom uso, se essa violência for usada como uma contingência (para defesa própria ou para a proteção dos outros). Paulo em (Romanos 13:1-7), Pedro em (1 Pedro 2:13-17) e João Batista em (Lucas 3:14) deixam bem claro que combater não é moralmente errado, mas muitas vezes necessário, se for para combater por um bem maior (por uma causa maior). Deus nunca foi e nem será pacifista (esse não é o Deus da Bíblia). O Deus do Antigo Testamento é o mesmo Deus do Novo Testamento (Deus não é bipolar). Deus não é só “paz e amor”, mas Deus também é SANTIDADE, IRA E JUSTIÇA. Deus levanta guerreiros, cavaleiros, combatentes e soldados para combater o mal. A única linguagem que os violentos conhecem é a violência. O opressor só respeita a força que é maior do que a dele. Implorar pela vida ou por misericórdia apenas aumentará a sensação de poder dos bandidos. Suplicar por clemência e piedade somente atiçará o sadismo dos sádicos. Com psicopatas e sádicos não dá para argumentar e nem negociar, porque eles nem se darão ao trabalho de te escutar. Os malfeitores, psicopatas, sádicos, estupradores e opressores não sentem pena ou remorso. Não tem como argumentar ou negociar com eles. Sempre existirão homens bons, corajosos, ousados e valentes que ousarão se opor ao mal. Deus sempre levantará guerreiros corajosos para combaterem os homens maus. Tanto os malfeitores quanto os anjos do Inferno sentem o cheiro do seu medo. Não demonstre medo diante deles. Seja forte e corajoso! Proteja os fracos! Seja um guerreiro honrado e íntegro! Nunca perca a sua integridade! Lute sempre em nome da honra! Use sempre os seus punhos e suas armas para lutar em prol da justiça! Sinto que sempre serei protegido por Deus, enquanto eu fizer a coisa certa. Eu sou protegido. Enquanto eu não cumprir o meu propósito, a minha missão, aqui na Terra, eu serei imortal. Um dia eu morrerei. O meu lugar na sepultura já está reservado. Mas esse dia não é hoje. Espero fazer o bem e praticar a justiça enquanto eu estiver aqui na Terra. Quando eu morrer, quero sorrir para a morte, e perecer com a certeza, de que fiz a diferença, de que fui uma pedra-no-sapato do Diabo, e que fiz a coisa certa.

Criminosos são como ervas daninhas. Você arranca uma, e aparece logo outra no lugar. Por isso, que os homens bons devem sempre estar preparados para combatê-los. Sejam esses homens bons pessoas investidas de autoridade ou não. Não devemos nos igualar aos criminosos, pois não devemos pagar o mal com o mal. (nós somos diferentes deles). A nossa compaixão nos torna diferentes dos malfeitores. Devemos usar a força bruta e as armas sim, mas dentro da legalidade e em confrontos justos. Olho por olho e dente por dente nunca foi um incentivo ao ódio e a vingança, pelo contrário, é um ensinamento que ensina justamente que devemos combater os maus numa luta justa, baseada na honra e na justiça, e para que os criminosos sejam punidos de forma justa, e não de forma exagerada. Os heróis sempre existirão. Mesmo, que as pessoas céticas digam que não, sempre existirão homens valentes, cheios de coragem e ousadia, que ousarão se opor ao mal.

Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa é apenas justiça. O Sexto Mandamento sempre se referiu ao homicídio ilícito, e não a matar por legítima defesa e a matar na guerra. O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás”, se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada não é digno de sua espada. As flechas do cristão somente podem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a espada por motivos pessoais, mas apenas para promover a justiça.
A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O dever dos fortes é defender os fracos. O propósito dos heróis é proteger os indefesos. Não ter medo de morrer e enfrentar o medo. Desafiar o perigo e rir diante da morte. Ser honesto quando todos são corruptos. Ser íntegro quando todos são corrompidos. Ser altruísta quando todos são egoístas. Ser valente quando todos são covardes. Se importar quando mais ninguém se importa. Se indignar quando todos se conformam. Desafiar a morte, o Diabo e o Inferno. Combater os malfeitores. Lutar contra o pecado. Procurar fazer o bem quando todos só buscam fazer o mal. Fazer o bem sem esperar nada em troca. Fazer o certo por ser o certo a se fazer. Deixar de fazer o mal não por medo da punição, mas, sim, por uma questão de consciência. Olhar para os oprimidos com compaixão. Se colocar no lugar do outro. Sentir a dor do semelhante. Lutar em prol da justiça. Defender os fracos e proteger os indefesos. Isso é fazer a diferença.

A obrigação dos fortes é defender os fracos. Os poderosos devem servir os menos favorecidos. O nosso dever é servir e proteger. A vontade de Deus (revelada nas Escrituras) é que a obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. Deus estabeleceu as autoridades governamentais (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17) para que os soldados, guerreiros e combatentes (Lucas 3:14) sirvam e protejam os inocentes. O forte sabe se defender sozinho, mas o mais forte é aquele que defende os outros. Ser homem de verdade não é ser "pegador", "comer todas", ser "machão" só com os mais fracos e desamparados, ser grosso, ser estúpido, ser ogro e ser um "cavalo", mas, sim, ter caráter, ser honesto, ser altruísta, honrar e respeitar as mulheres, defender os mais fracos e proteger os indefesos. Isso é de fato fazer a diferença, e, não, viver um "evangelho pacifista de mentira" e uma "vida religiosa hipócrita e falsa moralista". Honrar e respeitar os mais fracos, isso é ser homem de verdade.

Apesar de terem existido muitos cristãos primitivos que satanizavam as autoridades governamentais, os apóstolos, Pedro e Paulo, reconheciam que as autoridades eram legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (I Pedro 2:13-17), reconheciam que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons. Quando Paulo disse que “a nossa luta não é contra carne e sangue”, ele se referiu à luta da Igreja (instituição religiosa) e não a luta do Estado. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja, mas o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado (que é ministro de Deus). Quando Paulo falou que “as armas da nossa milícia não são carnais”, ele se referiu as vãs filosofias e a capacidade humana, pois o contexto em que ele disse isso nem é sobre armas bélicas. Quando Cristo ensinou que devemos oferecer a outra face, Ele quis dizer que não devemos ser vingativos, pois em nenhum momento (no contexto desse versículo), Jesus pregou contra a legítima defesa e disse que os cristãos devem ser sacos de pancadas dos outros. No mesmo capítulo, em que esse versículo está inserido, em outra parte Jesus fala que devemos arrancar o olho direito e decepar a mão direita se essas partes do nosso corpo nos fizerem pecar. Obviamente, Jesus usou puro simbolismo nessas passagens. Cristo ordenou para Pedro comprar aquela espada que o apóstolo usou para decepar a orelha direita de Malco. Pedro tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse e Cristo quis salvar Pedro da punição de morte que seria aplicada contra ele, se Malco morresse. Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. Paulo reconheceu que o Estado tem o poder da espada (Machaira) que foi concedido e autorizado pelo próprio Deus.

Um guerreiro sempre procura explorar as fraquezas do seu inimigo. Espera o momento oportuno em que ele abaixa a guarda para poder acertá-lo. Assim, Satanás faz. O primeiro alvo de seu ataque sempre será uma necessidade física sua. O Diabo conhece o ser humano, portanto, ele sabe como derrubá-lo. Durante milhares de anos, Satanás analisou os homens e os estudou para poder conhecer todas as suas forças e as suas fraquezas. No meu caso, Satanás sabe quando a minha libido está alta (para usar a promiscuidade sexual contra mim) e quando as minhas endorfina e serotonina estão baixas (para usar a depressão e se aproveitar de minha tendência suicida). O Diabo não é esse tolo e sonso que os crentes pregam por aí. Satanás não é conhecido como o “Tinhoso” porque ele é bobo e burro. Ele não é conhecido como o “olho que tudo vê”, porque é cego. Satanás, o Diabo, não era só músico, mas também era um líder militar. Ficar com legalismo, fanatismo e fundamentalismo religioso não vai ajudar na luta contra o Diabo. As mandingas dos hereges do Movimento Batalha Espiritual não representam nenhuma ameaça contra Satanás. Somente, o Nome de Jesus e o poder de sua Palavra (Bíblia) representam uma verdadeira ameaça para o Diabo e seus anjos. Se fortaleça em Deus e na sua Palavra. Dedique-se a oração e estude profundamente as Escrituras (Bíblia). Busque a santidade bíblica (por amor e não por medo). Seja forte e corajoso. Não demonstre medo diante de seus inimigos. Os malfeitores e os demônios sentem o cheiro do seu medo. Implorar pela vida ou para não ser ferido, apenas atiçará o sadismo desses sádicos e aumentará a sensação de poder desses opressores. Nunca pare de lutar enquanto a luta não acabar. Muito mais do que saber bater (há diferença entre ter técnica para lutar e simplesmente bater como uma mula), você tem que ser resistente para aguentar apanhar também. Se você tem poder, use o seu poder para salvar aqueles que não tem poder. Se você é forte, use a sua força para proteger os fracos. Se você tem voz, fale por aqueles que não podem falar. Liberte os acorrentados das correntes infernais da opressão. Lute em favor dos fracos e oprimidos. Ajude os excluídos e desamparados. Tenha compaixão por aqueles que ninguém se importa. Coloque-se no lugar do outro, sinta a dor do outro, para, assim, você poder compreendê-lo. Faça justiça aos oprimidos. Defenda os fracos. Proteja os inocentes e indefesos. Quando o poder de fazer o bem estiver em suas mãos, não deixe de fazer o bem a quem de direito. Faça a diferença. Faça o bem.

Um grande guerreiro nunca deveria implorar ao seu inimigo pela sua vida. Se a morte sorri para você, você deve sorrir de volta para a morte. Todos nós iremos morrer um dia. Então, por que temer algo que é inevitável? Homens de verdade não temem a morte. Homens de verdade são Aqueles Que Enfrentam a Morte. Há uma maneira de nos imortalizarmos. Os nossos feitos podem nos tornar imortais. Feitos de amor e de justiça. Feitos de coragem e de paz. "Os escritos são a descendência da alma, assim como as crianças o são do corpo". (Tito Flávio Clemente, o Clemente de Alexandria). As nossas obras de bondade e de justiça, de coragem e de valentia, e também as escritas, podem nos imortalizar. Essa é uma das maneiras de vencer a morte, nos tornando imortais na memória e no coração das pessoas.

Será mesmo verdade que todos os cristãos primitivos eram pacifistas e pregavam contra o serviço militar? Tenho a mera impressão de que Clemente de Alexandria (Tito Flávio Clemente), que Ireneu de Lyon, que Eusébio de Cesaréia, que Policarpo de Esmirna e que Clemente de Roma discordariam dessa afirmação, pois todos esses Pais da Igreja reconheciam que as autoridades governamentais são legítimas e estabelecidas por Deus. Clemente de Alexandria, Ireneu de Lyon e Eusébio de Cesaréia defendiam a guerra justa abertamente. Paulo declarou abertamente que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus (e não por Satanás) e que são ministros de Deus (e não do Diabo) para punir os maus e louvar os bons (Romanos 13:1-7). Pedro reconhecia a legitimidade das autoridades legalmente constituídas também e considerava o uso da força por parte do Estado para castigar os malfeitores legítimo também (1 Pedro 2:13-17). João Batista quando batizou alguns soldados não lhes aconselhou a abandonar o serviço militar, pelo contrário, ele lhes aconselhou a serem bons soldados (Lucas 3:14). A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca condenou o serviço militar, tampouco, Jesus e os seus apóstolos.

Se você se diz cristão e não têm inimigos, não é odiado, nem injuriado, nem ameaçado e nem perseguido, pode ter certeza, de que você está vivendo o Evangelho errado. Ninguém é mais odiado do que aquele que prega a verdade. Se você não quiser ter inimigos, não fale a verdade, seja um bajulador que é melhor. Se você quer ver as pessoas “felizes”, mas caminhando para o Inferno, não pregue o Evangelho a elas, mas diga apenas o que elas querem ouvir. Se você não quiser ter inimigos, não fale a verdade, mas seja um puxa-saco. Se você quiser ser o “amigão, o político da boa vizinhança” e ser amado por todos (ser o cara legal, bonzinho e gente boa), só fale o que as pessoas querem ouvir. Se quiser ser odiado e perseguido, seja um profeta. Se quiser ser amado e adorado por todos, fale só o que as pessoas querem ouvir. A escolha é sua.

“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.” (Lamentações 3:21) O que nos mantêm vivos? O que nos faz seguir adiante diante das dificuldades da vida? Por que sonhamos? Tudo tem um propósito. Tudo tem um por que. "Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários". (C.S Lewis). "Sempre que Deus quer fazer um homem grande, Ele o quebra em pedaços primeiro". (C. H. Spurgeon). A esperança é esperar aquilo que não podemos ver. Isso é ter esperança, isso é ter fé. Eu não sou um erro. Há um propósito para o meu nascimento. Há um propósito para a minha existência. Há alguma razão para eu ainda estar vivo. Os nossos sonhos (quando estão de acordo com a vontade de Deus e com os ensinamentos das Escrituras) e a esperança nos fazem continuar. Os nossos sonhos nos mantêm vivos. Esperar o que não podemos ver, e mesmo assim crendo que um dia alcançaremos, isso é ter fé, isso é a esperança. Deus traz à existência aquilo que não existe. Onde há morte, Deus traz a vida. Em um mundo governado por Deus, não existem coincidências. Tudo tem um propósito.

Quando um povo perde a fé nas instituições, o declínio dessa civilização está próximo. O futuro do Brasil é tenebroso. Se os cristãos verdadeiros não se posicionarem, as coisas só vão piorar (por favor, não me venham com esse "bordão" do Diabo de que "Jesus está voltando e a tendência é piorar mesmo", porque isso é só desculpa para justificar a omissão e o conformismo de vocês, seus crentes hipócritas). Precisamos orar e interceder em favor da nossa nação e começar a viver o Evangelho de Verdade (e não essa "imitação barata” que pregam por aí do "jesuis" Hippie e pacifista que é só "paz e amor" e que não tem senso de justiça). Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17) afirmaram, claramente, que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Nós, cristãos, precisamos nos posicionar e fazer algo concreto de fato para ajudar a nossa nação, antes que seja tarde demais e a nossa sociedade entre em colapso e deixe de existir.

O verdadeiro campo de batalha de todo ser humano é a mente. Satanás atua principalmente usando sugestões diabólicas ocultamente as infiltrando nas mentes das pessoas. O verdadeiro contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja (isso não invalida a luta do Estado, que é ministro de Deus, ensinado em Romanos 13). O primeiro alvo do ataque de Satanás será sempre uma necessidade física sua. O Diabo é o Pai da Mentira, mas muitas vezes, ele distorce a verdade ou não a conta totalmente para poder enganar as pessoas (assim, como ele fez com Adão e Eva no Jardim do Éden). Lúcifer costuma usar muito as Escrituras (as distorcendo totalmente usando versículos bíblicos fora de seus verdadeiros contextos apenas para pregar o que lhe é conveniente, claro). Eu sou um "pouquinho" mais esperto do que a grande maioria dos evangélicos, mas ainda tenho a mera impressão de que o Diabo é muito mais esperto do que penso, acho e imagino que ele seja. Estudem a Bíblia, a Palavra de Deus! Procurem ter comunhão com Deus! Busquem a santidade (santidade bíblica, e não o maldito legalismo religioso hipócrita)! Busquem ter um verdadeiro e sincero relacionamento com Deus! Assim, vocês sairão vitoriosos contra o Diabo e seus anjos.

“Deus fixou a hora da nossa entrada no descanso, e ela não pode ser adiada pela habilidade do médico, nem apressada pela malícia do inimigo”. (Charles Spurgeon)

Todos nós fomos criados para um propósito. Todos nós temos uma missão. Tudo tem um motivo. Tudo tem um propósito. Tudo tem um por que. Nada é por acaso. Todos os heróis passam por eventos traumáticos. Se nos tornamos heróis ou vilões, isso depende da Soberania de Deus e também de nossas escolhas (Deus é Soberano, mas nós somos responsáveis por nossas obras). Muitas vezes, Deus nos coloca no deserto, para provar e forjar o nosso caráter e conhecer o que está no nosso coração. As provações são necessárias. As cicatrizes são como medalhas para nos lembrarmos que conseguimos sobreviver aquilo que tentou nos matar. Seja forte e corajoso! Não desista! O seu nascimento tem um propósito. A sua existência não é em vão. Tudo tem um por que. Nós seremos imortais até cumprirmos com o nosso propósito, até completarmos a nossa obra. Cabe a você descobrir qual é o seu propósito. Cabe a você descobrir qual é a sua missão. Tudo tem a sua hora. Tudo tem o seu tempo. Nós devemos cumprir a nossa missão. Nós devemos cumprir com o nosso propósito. Assim, poderemos entrar no descanso eterno. Até lá, nós seremos imortais.

Geralmente, os heróis e os justiceiros sofreram algum trauma, ou seja, passaram por algum evento traumático que os levaram a combater o mal. Repare nos heróis das historinhas em quadrinhos e dos animes (é sempre a mesma história). Nós podemos escolher o que fazer com os nossos traumas. Não tem como mudar o nosso passado, mas o passado não precisa ser uma âncora em nossas vidas. Muitas vezes, os traumas e as dificuldades que passamos são para forjar o nosso caráter. Deus tem o poder para tornar o mal em benção. Temos vários personagens bíblicos e históricos que passaram por muitas dificuldades, mas tudo o que eles passaram foi para prepará-los para algo extraordinário. Todos os heróis passam por dificuldades para que seus princípios e ideais sejam testados. Muitas vezes, Deus nos coloca no deserto para provar e testar o nosso coração. Nas extremas dificuldades é que o nosso caráter é verdadeiramente testado. Geralmente, os heróis são órfãos, rejeitados, desprezados, oprimidos e humilhados, mas tudo isso o que eles passam, é uma preparação (um treinamento) para que nós sejamos preparados para cumprirmos o nosso propósito. Tudo tem um motivo. Tudo tem um propósito. Tudo tem um por que. Em um Universo governado por Deus, não existem coincidências. Se nascemos e existimos, há algum propósito para isso.

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)
Antes de começar, Efésios 6 é sobre a luta da Igreja, mas não invalida Romanos 13 (que é ministro de Deus) que é sobre a luta do Estado. No filme (animação) “A Piada Mortal”, o vilão Coringa tenta corromper o Comissário Gordon, mas o policial se mantém íntegro, porque mesmo sendo provado, o seu caráter continua intacto. O vilão Adrian Chase (Prometheus) tenta fazer o mesmo com Oliver Queen (Arqueiro), mas o herói também permanece íntegro e não se corrompe. Muitas vezes, um dia mau, pode tornar uma pessoa boa em alguém ruim. Nessas situações angustiantes, é que o nosso verdadeiro caráter é revelado. Muitas vezes, Deus usa as provações para forjar o nosso caráter. Quando se dá poder a alguém, o caráter dessa pessoa é revelado. As situações traumáticas podem nos tornar em heróis ou vilões, isso depende de você.

Quando a vítima implora por sua vida ou para não ser ferida, isso atiça o sadismo do sádico. Implorar para o malfeitor só aumenta a sensação de poder do bandido. Os opressores adoram os oprimidos que imploram e que lambem as suas botas. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo do bandido. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo do opressor. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo do Diabo.

“Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.”
Com o passar dos séculos, os homens se esqueceram do que é honra. As pessoas deixaram a justiça e a integridade de lado. A religiosidade vazia e hipócrita tomou conta das igrejas. O politicamente correto e a falsa moralidade se tornaram nos alicerces da sociedade. A hipocrisia e o falso moralismo furtaram os corações dos homens. As pessoas aos poucos estão esquecendo os seus sonhos e perdendo a esperança. Satanás, o Diabo, através do pecado, tem ceifado incontáveis vidas. O maior pecado da Igreja é a hipocrisia, o fermento dos fariseus. Os bordões e chavões tomaram conta das igrejas evangélicas. Os anjos do Inferno, os religiosos legalistas, os mercenários da fé, os falsos profetas, os corruptos, os malfeitores e os “pacifistas” omissos ditam as regras. Um dia, alguém terá que confrontá-los. Alguém precisa dar um basta nisso. O Reino de Deus precisa de homens de verdade. O Reino de Deus precisa de homens corajosos, valentes e ousados. Satanás se aproveita que as pessoas tem medo dele para poder expandir o seu reinado. Os opressores, os bandidos, os terroristas, os malfeitores e os demônios sentem o cheiro do seu medo. Implorar por misericórdia e piedade apenas aumentará a sensação de poder dos opressores e atiçará o sadismo dos sádicos. A omissão é a maior arma dos covardes. Quando os bons se omitem, os maus vencem. A única coisa necessária de que os maus precisam para triunfar é que os bons fiquem em silêncio e não façam nada. Deus cobrará o seu silêncio. Você prestará contas a Deus por sua omissão, seu covarde! Os pecados de omissão são tão graves quanto os pecados de comissão. A omissão também é pecado. Calar-se diante de uma injustiça não é ser da paz, é ser omisso. Há diferença entre ser “paz e amor” e ter compaixão. Há diferença entre amor e omissão. Há diferença entre pacifismo e pacificação. Há diferença entre ser pacifista e ser pacificador. Há diferença entre santidade e legalismo. Os guerreiros, os lutadores, os combatentes e os soldados tem a sua função aprovada por Deus (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14). Seja um cavaleiro. Seja um samurai. Seja um defensor. Seja um protetor. Seja um herói. Seja o que os fracos e indefesos precisarem que você seja. Faça o que é certo. Faça a coisa certa. Faça a diferença. Faça o bem. Seja diferente. Seja um herói.

Lembro-me quando Coronel Trautman (Rambo III) conversou seriamente com John Rambo sobre a sua missão aqui na Terra. O veterano de guerra (Rambo) não queria mais lutar, porque para ele, a sua guerra já havia acabado. Trautman o lembrou de que Rambo é um soldado nato, um guerreiro que nasceu e existe com o propósito de lutar (em prol da justiça). Trautman e os outros oficiais que o treinaram, não criaram Rambo, mas apenas o poliram (moldaram). Rambo não podia fugir do seu chamado (propósito). Lembro-me quando Dean Winchester tentou fugir do seu destino, mas o anjo Zacarias foi conversar com Dean, para tentar convencê-lo de que o Caçador não podia abandonar o seu chamado, seu ministério. Dean, assim, como Rambo, não queria mais lutar e se envolver na guerra do bem contra o mal. O profeta Jonas tentou fugir de sua missão, e Deus usou um grande peixe para engoli-lo e vomita-lo bem no lugar de onde Jonas tentara fugir. O profeta Elias se escondeu em uma caverna (Monte Horebe), porque desejava morrer e tinha desistido de seu ministério, do seu chamado. Mas, o próprio Deus (O ETERNO) foi atrás de Elias. Deus tentou tirá-lo de dentro da caverna com o fogo, com o vento e com o terremoto, mas foi uma voz mansa e delicada que foi quem tirou Elias de dentro da caverna. Elias pensou que estava sozinho, mas mais sete mil profetas de Deus também se recusaram a se curvar diante de Baal e ousaram permanecer leais ao Deus de Israel, o Único Deus. Quando Pedro e Paulo estavam desanimados com sua missão, o próprio Jesus (Sol da Justiça) foi conversar com os seus apóstolos para poder confortá-los quando eles precisavam de consolo. Sempre quando os heróis tentam fugir de seu propósito, Deus vai até eles, para trazê-los de volta para a sua missão.

Não existe perfeição neste mundo. O nosso objetivo é superar aqueles que vieram antes de nós. A perfeição é uma meta inalcançável. Nós nunca seremos perfeitos aqui na Terra, mas devemos sempre procurar melhorar e nos aprimorar, sermos pessoas melhores. Nós devemos superar aqueles que vieram antes de nós, e não cometermos os seus mesmos erros. Devemos aprender com a História. Devemos aprender com o passado, para podermos criar um mundo melhor para os próximos que virão depois de nós. Devemos perpetuarmos os nossos nomes. Os nossos nomes devem ficar registrados na História, como aqueles que ousaram fazer a diferença quando todos queriam ser iguais. Nunca seremos perfeitos, mas devemos procurar chegar o mais próximo da perfeição.

“Você invade o quintal do seu inimigo, causa a maior zona com essas lutas, e ainda quer se erguer e sair sem ser notado”.

Quando você ousa buscar a Deus e fazer o que é certo, o “Universo” conspirará contra você. As circunstâncias sempre irão favorecer o pecado. Para ser um herói, sempre é preciso pagar um preço (muitas vezes, um preço caro demais). A maioria das pessoas é apenas “massa” para fazer volume, mas existem homens que são corajosos, valentes e ousados. São esses homens que são os que mudam o mundo. São esses que fazem a diferença. Quando você ousa fazer a coisa certa, as Forças do Mal virão para cima de você. Há diferença entre ser uma vítima covarde e um inimigo a altura. Você quer ser uma vítima ou um inimigo? A escolha é sua. Se você ousar (ter a ousadia) de fazer a vontade de Deus e de “bater de frente” com o Diabo e seus anjos, com os religiosos hipócritas e falsos moralistas, com os corruptos e com os malfeitores, prepare-se, porque você terá que pagar um preço por isso. Ser “machão” e “valentão” com os mais fracos e indefesos (com quem não pode revidar) é fácil. Quero ver ser “corajoso” e “valente” com alguém mais forte ou armado, ou com Satanás, o Diabo. Aí sim, eu acreditarei na sua “macheza”. Falar grosso, bater em quem é mais fraco, humilhar os outros para se sentir superior e “passar o rodo” nas meninas não é ser “macho”. Ser “macho” é ter honra e integridade, ser corajoso e valente de verdade. Vocês querem ser “homens” e “machos”? Então, tenham hombridade e atitudes de macho. O mundo e a Igreja precisam de homens de verdade. Conheço homossexuais que têm mais atitudes de “macho” do que muitos “machões” que conheci durante essa minha infeliz existência. Não queria ter nascido e nem existir, mas já que nasci e existo, eu faço questão de viver para ainda trazer muita dor de cabeça para o Diabo. Eu estou preparado para morrer, mas eu escolho morrer lutando. Se eu cair, eu caio atirando. Eu serei uma pedra-no-sapato do Diabo (se quiser me matar, venha pessoalmente fazer o serviço). “A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo”. (Leonard Ravenhill). Eu estou pronto para morrer, e você está?

“os quais, por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam bocas de leões, extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram força, fizeram-se poderosos em guerra, puseram em fuga exércitos de estrangeiros. Mulheres receberam, pela ressurreição, os seus mortos. Alguns foram torturados, não aceitando seu resgate, para obterem superior ressurreição; outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas e prisões. Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos ao fio da espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados (homens dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da Terra. Ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé, não obtiveram, contudo, a concretização da promessa, por haver Deus provido cousa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados”. (Hebreus 11:33-40)
O “bordão” mais usado pelos evangélicos é “melhor ser um covarde vivo do que um herói morto”. Fico pensando, ainda bem que Jesus, os profetas, os apóstolos e os mártires da fé discordavam disso. Quer dizer, então, que é melhor ser um covarde ileso e vivo, do que ser um herói ferido ou morto? Tenho a mera impressão, de que os heróis bíblicos discordariam disso. Eu sou “criança e infantil”, porque eu me espelho nos heróis, porque prego que o dever dos fortes é proteger os fracos e que os homens devem valorizar, honrar e respeitar as mulheres. Sinceramente, espero mesmo que Deus tenha uma opinião sobre a minha pessoa diferente da opinião de vocês. Os “mais velhos” adoram estufar o peito e encher a boca para falar “eu não aceito desaforo dos mais jovens”. Queria ver esses “mais velhos” dizerem isso também para alguém mais forte ou armado, ou para os terroristas do Boko Haram e do Estado Islâmico, ou para Satanás, o Diabo. Nessas horas ninguém quer ser “valente” e “corajoso”, não é mesmo? Mas na hora de oprimir o mais fraco (quem não pode revidar) ou para viver uma vida religiosa vazia e hipócrita (pensando que podem enganar a Deus, o Deus que formou o olho, que formou o ouvido e que dá o conhecimento para as pessoas) todos são cheios de “coragem e de valentia”. Vocês são valentes e corajosos mesmo? Então, quando vocês tiverem que escolher entre morrer por sua fé ou viver ilesos, ou combater os malfeitores e os demônios para salvar alguém (que é o que vocês não fazem, porque vocês são covardes), se lembrem de toda essa sua “coragem e valentia”. Ser “herói” ninguém quer (só o autista cabaço e infantil aqui), mas viver na hipocrisia e na falsidade, todos adoram fingir e bancar ser o que não são. Bando de hipócritas e covardes.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.