sábado, 31 de março de 2018

O LEGALISMO RELIGIOSO É DIABÓLICO (DO DIABO MESMO)



O legalismo religioso é realmente algo de fato, extremamente diabólico e satânico, pois os religiosos legalistas costumam ter a forte tendência de ver o Diabo (Capiroto) em todo lugar. A Inquisição, alguns “puritanos fanáticos” e os hereges do maldito e famigerado “Movimento Batalha Espiritual” costumam dar “poder demais para o Diabo”, ou seja, eles adoram dar “munição e armamento” para Satanás. Os “religiosos” que tem o costume de ”bater de frente” com o Diabo, tem uma forte tendência (diabólica e maligna) de ficar procurando “pelo em ovo”, isto é, adoram ficar procurando o Capeta nas coisas, mas são incapazes de enxergar a Glória de Deus nas coisas do “mundo” (alguns Pais da Igreja sérios reconheciam que a Glória de Deus é manifestada até nas coisas seculares e filosofias pagãs). Os inquisidores, os “puritanos fanáticos” e os hereges do “Movimento Batalha Espiritual”, confundem legalismo, fanatismo e fundamentalismo religioso com santidade, mas na verdade, só não passa de intolerância religiosa mesmo. A Batalha Espiritual é bíblica sim, mas, nós, cristãos, devemos nos basear somente nas ESCRITURAS (PALAVRA DE DEUS) e não, em misticismo, ocultismo e feitiçaria. Mandingas não funcionam contra Satanás, o Diabo. Somente o Nome de Jesus, estudar profundamente e seriamente as Escrituras (Bíblia), a oração constante, um compromisso verdadeiro e sincero com as coisas de Deus e um relacionamento sério com Deus, representam uma verdadeira ameaça para o Diabo e seus anjos. (Filipe Levi)

sexta-feira, 30 de março de 2018

ESPERANÇA (ACREDITAR NAQUILO QUE NÃO PODEMOS VER)


Esperança é acreditar naquilo que não podemos ver, mas que acreditamos que está lá. Os sonhos nos mantêm vivos. Quando os nossos sonhos estão de acordo com a vontade de Deus, nós, devemos, sim, lutarmos por eles. Nós precisamos ter fé em Deus. Nós precisamos ter fé na vida. Nós precisamos acreditar em Deus e na vida. Eu sei que é difícil (e, como, sei). Se for para morrer, eu prefiro morrer lutando. Eu estou preparado para morrer, mas eu escolho morrer lutando. A minha resposta é não para o pecado e para a maldade. Eu tenho fé em Deus. Eu tenho fé na instituição família. Eu tenho fé nos meus amigos. Eu estou preparado para morrer e até para ver as pessoas que eu amo morrerem, mas eu não estou preparado para ser a “vadia” de Satanás, o Diabo. Nós precisamos ter fé e acreditar. Mesmo, sendo difícil, nós precisamos continuar. Nós precisamos ter esperança. Nós precisamos ter fé. As pessoas sem sonhos e sem esperança são fáceis de serem controladas; e quem tem o controle, tem o poder. (Filipe Levi)

quinta-feira, 29 de março de 2018

ÉTICA CRISTÃ


      
            
Filipe Levi 29/07/09
   ÉTICA CRISTÃ

     
O Cristianismo é polêmico desde a sua origem, pois os cristãos sempre interpretaram a Bíblia de diversas maneiras. Pentecostais, tradicionais, arminianos, calvinistas, ativistas, pacifistas e seletivistas; ambos são cristãos, mas cada um tem a sua opinião sobre determinado assunto. A pena de morte e a guerra são assuntos éticos que geram muita polêmica no meio evangélico, porque cada cristão tem o seu ponto de vista. Antes de o imperador Constantino dar liberdade religiosa aos seguidores de Cristo, alguns Pais da Igreja endiabravam as autoridades instituídas pelo próprio Deus (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17), e julgavam injustamente os cristãos que se alistavam no Exército ou que se envolviam com a política, e os expulsavam das igrejas baseados apenas em seu preconceito religioso. Existiram poucos seguidores de Cristo que foram militares e políticos antes do século II, pois a sua grande maioria era formada por cidadãos comuns que não se envolviam com a administração civil e defesa militar do Império Romano. Com o Édito de Milão, em 313, no século IV, os Pais da Igreja passaram a enxergar o Estado com bons olhos e já não viam mal algum em cristãos servirem o seu país. No Concílio de Arles, em 314, a Igreja Primitiva reconheceu, oficialmente, o serviço militar como lícito e bíblico (Lucas 3:14).
Basear-se no fato de os cristãos primitivos não terem guerreado para propagar o pacifismo é uma tremenda hipocrisia, porque existiam problemas sérios que impediam os primeiros cristãos de participarem das guerras que o Império Romano promovia. O culto imperial era obrigatório para todos os militares e políticos, e se esses indivíduos não adorassem o imperador, eram condenados a morte. Os legionários romanos guerreavam para conquistar e escravizar os outros povos e não para defender a sua nação de uma invasão inimiga, por isso, não era aconselhável os seguidores de Cristo se envolverem com o serviço militar. Existiram alguns funcionários públicos cristãos no século I, como o centurião Cornélio (que foi batizado ainda sendo um oficial romano), o procônsul Sérgio Paulo (que não deixou de ser um governante por ter se tornado cristão) e o carcereiro de Filipos (que continuou portando a sua espada mesmo após a sua conversão), que mesmo depois de se converterem, permaneceram em suas profissões, mas eles foram exceções. Na minha humilde opinião, eu acredito que se os cristãos primitivos tivessem se envolvido mais em todos os setores da sociedade para fazer a diferença, eles não seriam tão perseguidos, e o Império Romano poderia ter sido uma benção para o mundo e o derramamento de sangue inocente teria sido evitado.
Muitos dos grandes teólogos que participaram da História da Igreja de Cristo eram favoráveis a pena capital e não viam problema algum em cristãos ingressarem nas Forças Armadas ou ocuparem cargos públicos.
Clemente de Roma, conhecido como Clemente Romano, foi discípulo do apóstolo Pedro e cooperador do apóstolo Paulo. Clemente, em sua Carta aos Coríntios, reconhece que as autoridades governamentais são legítimas, e até elogia os soldados os usando como bons exemplos a serem seguidos pelos cristãos. Clemente de Roma ensinou os cristãos a orarem em favor dos governantes, porque eles são instituídos por Deus.
Policarpo de Esmirna foi discípulo do apóstolo João, e em seu martírio, registrado no livro “História Eclesiástica” de Eusébio de Cesaréia, ele afirma em seu julgamento, antes de ser martirizado, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus; e de que é lícito pagar os tributos e os impostos aos governantes. Os Pais Apostólicos reconheciam a legitimidade das autoridades.
Clemente de Alexandria (Tito Flávio Clemente) além de reconhecer a legitimidade das autoridades governamentais, também apoiava a guerra justa, pois ele era totalmente a favor do serviço militar. Clemente além de apoiar as guerras justas, também apoiava as revoluções justas contra governos tirânicos e opressores. Clemente de Alexandria também defendia a prática de esportes (como o Pancrácio, a arte marcial grega, muito praticado pelos cristãos primitivos). Ao contrário de seu discípulo, Orígenes de Alexandria, Clemente não via problema algum em cristãos matarem nas guerras e revoluções justas.
Agostinho de Hipona desenvolveu a Teologia da Guerra Justa, pois ele acreditava que os cristãos têm o dever moral de participar de guerras justas para promover a justiça. Agostinho é considerado por muitos cristãos, o maior de todos os Pais da Igreja, e ele escreveu muitas obras que beneficiaram a Cristandade. Esse grande teólogo era a favor da pena de morte e os Reformadores do século XVI se inspirariam nele para reformar a Igreja Cristã.
Tomás de Aquino foi um dos maiores teólogos que já existiu e falava positivamente sobre a legítima defesa e achava necessária a execução de criminosos perigosos para o bem-estar da sociedade. Tomás de Aquino foi o maior teólogo da Idade Média e também defendia a “resistência ao tirano”.
Martinho Lutero era um monge agostiniano e acreditava que a pena capital era indispensável em casos de crimes bárbaros; inclusive, ele incentivou os príncipes alemães a exterminarem os camponeses que se rebelaram contra as autoridades constituídas, e os anabatistas, que se diziam pacifistas, participaram dessa rebelião.
João Calvino foi um grande teólogo francês e era favorável a pena de morte até nos casos de heresias; ele condenou o médico, Miguel Serveto, que blasfemou contra a Trindade, a morrer na fogueira. Entretanto, João Calvino, se arrependeu de ter mandado matar, Miguel Serveto, mas ele nunca mudou a sua opinião em relação a executar malfeitores.
Ulrico Zuínglio era capelão do Exército e morreu em combate lutando contra os cantões católicos. Ele foi um dos principais responsáveis pela Reforma da Igreja na Suíça, e como João Calvino, Ulrico Zuínglio era também a favor da pena capital em caso de heresia.
Eu não concordo com a execução de hereges (nem de bruxas), mas sou totalmente favorável a pena de morte (espada-machaira) em casos de crimes hediondos e de que nós, cristãos, temos a obrigação moral de guerrear para promover a justiça, porque Deus não se agrada da omissão diante do mal. Portanto, devemos pelejar em favor dos fracos e oprimidos. O nosso dever é proteger os inocentes e indefesos.


O SENHOR DA HISTÓRIA




Filipe Levi 10/12/09
O SENHOR DA HISTÓRIA

       
A minha intenção em escrever esse texto é tentar convencer os incrédulos de que Deus existe e que a Bíblia é realmente sua Palavra. Também pretendo provar através da História que esse papo de que tudo o que tem origem pagã não presta é mentira do Diabo, porque Deus pode tornar o que é maldito em bendito e transformar o mal em benção.
Como é complicado provar cientificamente que Deus existe, tentarei, pelo menos, desmascarar a teoria mais aceita pelos ateus, o evolucionismo. A teoria da evolução é cheia de fraudes criadas por cientistas céticos desesperados querendo provar que Deus não existe. O que eu acho mais interessante nos ateus é que eles odeiam e falam mal de “alguém” que não existe, ou seja, de Deus (os ateus se incomodam demais com “alguém” que não existe).
Charles Darwin é o criador do evolucionismo e há até uma história (que pode ser verdadeira ou não) de que uma mulher chamada Lady Hope evangelizou esse naturalista e de que ele se converteu antes morrer. Particularmente, eu espero que Charles Darwin tenha se convertido mesmo, mas se isso realmente aconteceu somente Deus sabe.
Agora, contarei algumas das fraudes elaboradas por cientistas ateus para enganar o povo ensinando que a teoria da evolução é a verdade absoluta sendo que ela não passa de uma simples teoria.
O Homem de Nebraska foi apresentado como evidência da evolução humana. Em 1925, com o aparecimento de outros fósseis, verificou-se que, afinal, aquele dente pertencia a um porco extinto. O Homem de Nebraska foi despromovido de ancestral humano a porco.
O Homem de Piltdown foi a fraude criada por Charles Dawson; esse indivíduo juntou um crânio humano com o maxilar de um macaco para convencer os trouxas de que o evolucionismo era verdadeiro, porém, a fraude foi descoberta quarenta anos mais tarde.
O Homem de Neanderthal foi reconstituído a partir de um crânio quase completo descoberto, em 1848, e um esqueleto parcial, em 1856. Muitos estudiosos dizem que o Neanderthal era tão humano quanto qualquer um de nós. As diferenças do esqueleto são atribuídas ao fato de pertencer a um homem velho que sofria de raquitismo. Esse detalhe foi comprovado com novos achados fósseis, pois os Neanderthais sepultavam seus mortos.
O Homem de Java foi imaginado a partir de um fêmur, uma caixa craniana e três dentes molares. O mais interessante é que esses itens não foram encontrados no mesmo local e ao mesmo tempo. O fêmur foi encontrado a quinze metros da caixa craniana. Um dos dentes foi encontrado a três quilômetros do fêmur e do crânio. E, para completar o quadro, o doutor Dubois, que descobriu o material, esqueceu de mencionar em seu relatório que também encontrou restos mortais humanos na mesma camada de escavação. Ele se lembrou deste fato após ter se passado trinta anos. Acho que esse cara devia sofrer de amnésia.
O Homem de Java foi imaginado a partir de um fêmur, uma caixa craniana e três dentes molares. O mais interessante é que esses itens não foram encontrados no mesmo local e ao mesmo tempo. O fêmur foi encontrado a quinze metros da caixa craniana. Um dos dentes foi encontrado a três quilômetros do fêmur e do crânio. E, para completar o quadro, o doutor Dubois, que descobriu o material, esqueceu de mencionar em seu relatório que também encontrou restos mortais humanos na mesma camada de escavação. Ele se lembrou deste fato após ter se passado trinta anos. Acho que esse cara devia sofrer de amnésia.
Eu apenas mostrei as principais fraudes evolucionistas, mas existem outras. Muitos cientistas são criacionistas e até um famoso ateu aderiu o criacionismo.
Antony Flew é um grande filósofo e foi um dos maiores defensores do ateísmo no século XX, e durante cinqüenta anos ele combateu a teoria da criação, mas Antony Flew acabou se convencendo de que Deus existe e hoje ele defende o criacionismo.
Agora, contarei sobre a origem da Bíblia, isto é, o Concílio de Nicéia, que, em 325, 318 bispos cristãos reuniram as Escrituras Sagradas (Novo Testamento). Esses bispos juntaram apenas os livros inspirados pelo Espírito Santo, ou seja, os livros que se completam e não se contradizem.
Dois ensinamentos sobre a natureza divina de Jesus Cristo foram debatidos nesse Concílio. Atanásio defendia a divindade de Jesus, e Ário defendia que Cristo era uma criatura criada por Deus e não divino como seu Pai. Graças a Deus, que o ensinamento de Atanásio prevaleceu e essa verdade bíblica foi confirmada, em 381, no Concílio de Constantinopla. 
Eu conheço a Bíblia e posso afirmar que ela é realmente a Palavra de Deus e que seus livros foram inspirados pelo Espírito Santo e se completam em perfeita harmonia.
Agora, pretendo desmascarar o “mito” que predomina entre os cristãos, durante séculos, a mentira demoníaca de que tudo o que tem origem pagã pertence a Satanás, sendo que todos os talentos são dados por Deus.
O Kung Fu é uma arte marcial chinesa tão antiga a ponto de se desconhecer sua origem. Lendas chinesas contadas por volta de mais de 4.000 anos atrás (durante o governo de Huang Di, o Imperador Amarelo), mais escritos e desenhos encontrados em construções antigas datadas dessa mesma época (Dinastia Qin) contam sobre o Kung Fu original. Em outra época, mais tarde, descobertas arqueológicas mencionam uma arte marcial conhecida como Wushu (Técnica Militar), que expressava algo como poderio da dinastia "Wu" e esse é o nome original do Kung Fu.
O Templo Shaolin, a Meca dos praticantes de Wushu, somente apareceu no século V da era cristã e foi nesse mosteiro que se desenvolveram os principais e mais famosos estilos de Kung Fu praticados hoje. Influenciados pela filosofia budista, os alunos de Wushu não se distinguem por faixas e suas regras são muito rígidas. O nome atual surgiu a partir do contato com o Ocidente, porque para explicar aos estrangeiros o segredo dessa arte milenar, os chineses diziam "Kung Fu", devido à dificuldade dos estrangeiros de pronunciarem corretamente "Wushu" e o nome popularizou-se sendo aceito até mesmo na China. Na década de 70, o Kung Fu ganhou projeção mundial graças aos filmes estrelados por Bruce Lee e à série de TV Kung Fu com David Carradine.
O Wushu não tem origem no Budismo, pois essa arte marcial provavelmente surgiu 1.500 anos antes de Siddhartha Gautama nascer. O monge budista, Bodhidharma, não criou o Kung Fu, ele supostamente apenas o recodificou, e muitos historiadores duvidam que Bodhidharma tenha realmente existido. As artes marciais somente se envolveram com o Taoísmo e o Budismo depois, portanto, elas não tiveram origem religiosa, mas, sim, militar. O nome militar (marcial) é de origem bélica, ou seja, até a origem do nome marcial é militar.
Os crentes hipócritas condenam as lutas esportivas por causa de sua natureza violenta; mas, o próprio Novo Testamento relata sobre servos de Deus que lutavam como os soldados batizados pelo João Batista (Lucas 3:14) e o centurião Cornélio. Os militares e policiais são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons (Romanos 13:1-7).
A saudação tradicional do Wushu é denominada “Kin Lai”, devendo ser executada com ambas as mãos, sendo a direita fechada (representando o Sol) e a esquerda aberta (representando a Lua) por cima da outra mão. O "Sol" e a "Lua" formam um novo caractere denominado Ming significando clareza ou esclarecimento. Principalmente nas escolas do sul da China, isso denominava que os artistas marciais eram contra a opressão imperialista da época. Se formos condenar essa saudação do Kung Fu teremos que parar de apertar as mãos dos outros, porque isso se originou na idolatria egípcia. O ato de bater palmas tem origem idólatra, pois os antigos pagãos batiam palmas para com o barulho atraírem os deuses. A dança se originou na adoração aos deuses, porque os pagãos dançavam para cultuá-los e também para agradecê-los pelas boas colheitas. Hoje, a saudação Kin Lai é o mesmo que bater continência, isto é, respeito pelos companheiros de treino. A origem não quer dizer nada.
A Capoeira surgiu na África e chegou ao Brasil por volta de 1538, trazida pelos escravos, que a praticavam como diversão e dança. Já no Brasil, serviu também com algumas adaptações como forma de defesa pessoal contra as agressões sofridas pelos brancos. Consiste em movimentos habilidosos de mãos e pés, considerada uma dança ou jogo, ao som de instrumentos como o berimbau, atabaque, pandeiro e outros, e cantigas. Infelizmente, muitos capoeiristas se envolvem com a macumba (feitiçaria), entretanto, a Igreja Renascer em Cristo (na época era um ministério sério) e o ministério JOCUM (Jovens Com Uma Missão) conseguiram abolir sua influência idolátrica (pelo menos, dentro das igrejas cristãs) e essa luta esportiva é usada por essas organizações evangélicas para ganhar almas para Cristo, por isso, é possível os cristãos praticarem Capoeira sem se envolverem com a macumba.
A origem da astronomia se baseia na antiga astrologia, praticada desde tempos remotos. Todos os povos desenvolveram, ao observar o céu, um ou outro tipo de calendário, para medir as variações do clima no decorrer do ano. Eu conheço uma astronoma da NASA chamada Gladys Kober que usa seu conhecimento astronômico para glorificar a Deus.
O teatro surgiu como um culto a Dionísio, conhecido também como Baco, o deus do bacanal. Hoje, o teatro é um excelente instrumento de evangelismo e não tem mais nada a ver com sua origem idólatra e pervertida, portanto, não vejo problema algum em usar esse talento dado por Deus para abençoar as vidas das pessoas. Deus já falou comigo através de peças teatrais e fui muito abençoado por cristãos que usam essa arte cênica para pregarem o Evangelho resgatando inúmeras vidas do Reino das Trevas. Os filmes bíblicos são feitos graças aos atores que vieram do teatro.
A comemoração do Natal no dia 25 de dezembro tem sua origem no culto a Mitra, o Sol Invencível (Solis Invictus), onde os pagãos se embriagavam e aconteciam orgias (algo muito parecido com a origem do teatro), no entanto, hoje, os cristãos verdadeiros realmente comemoram o nascimento de Jesus, e, sinceramente, não vejo mal algum nisso. Eu comemoro o Natal e não cultuo a Mitra, mas, sim, a Cristo. 
A árvore de Natal tem sua origem no culto a Odin, o maior de todos os deuses nórdicos, e ainda tem evangélicos incoerentes que comemoram o Natal e demonizam a árvore de Natal, como se a comemoração não tivesse origem pagã também. No Carvalho Sagrado de Odin, eram colocados presentes para que as crianças pegassem. O que a maioria dos crentes não sabe é que quem criou o hábito de enfeitar as árvores de Natal na Igreja Cristã foi Martinho Lutero (o Reformador da Igreja), o maior e principal causador da Reforma Protestante, e ele incentivava os cristãos a comemorarem o Natal. Martinho Lutero era doutor em Teologia, então, eu acho que ele sabia o que estava fazendo quando enfeitou aquela árvore.
Os vários costumes de celebração de aniversários natalícios das pessoas hoje em dia têm uma longa história. Suas origens acham-se no domínio da magia e das religiões pagãs. Os costumes de dar parabéns, dar presentes e de celebração com o requinte de velas acesas nos tempos antigos eram para proteger o aniversariante de demônios e garantir sua segurança no ano vindouro. Apesar da comemoração do aniversário ter sua origem no paganismo, nem por causa disso o próprio Jesus e os seus apóstolos deixaram de comemorar o “Bar Mitzvá” (13º aniversário judaico). Jó também comemorava aniversários junto com seus filhos.
Muitos crentes radicais endiabram o Rock alegando que é uma música do Diabo, entretanto, o Rock é apenas uma evolução musical misturada com vários estilos musicais como, por exemplo, Jazz, Blues, Country e até mesmo a música Gospel, ou seja, o Rock tem origem boa.
A aliança que simboliza a união de um casal teve origem na religião hindu, que tinham o costume de simbolizar a união através de um anel. Mais tarde esse costume foi proliferado entre os gregos e romanos, sendo este posto no quarto dedo da mão esquerda por onde se passa a veia que tem ligação com o coração (veia d'amore).
A monarquia, a república e a democracia têm origens pagãs, mas nem por isso Deus deixou de instituir reis e políticos no mundo (Daniel 2:20-21 e Daniel 5:20-21). As autoridades governamentais foram instituídas por Deus (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17) e o Todo-Poderoso ungia os reis de Israel no Antigo Testamento.
A Bíblia conta sobre três descendentes de Caim que eram muito talentosos; Jubal, que criou a harpa e a flauta; Jabal, que domesticou o gado e criou as tendas; e Tubalcaim, que criou os primeiros instrumentos de bronze e de ferro. Quem conhece as Sagradas Escrituras sabe que a descendência de Caim foi amaldiçoada, então, se formos radicalizar, teremos que afirmar que os músicos, os fazendeiros e os guerreiros são amaldiçoados (somente, os idiotas e imbecis pensariam assim). Todos os talentos são concedidos por Deus, e se tudo o que Satanás usa é dele, então, a Bíblia pertence a ele também, porque essa é sua maior arma para destruir as vidas dos outros semeando heresias.
Infelizmente, inúmeros cristãos desde o primeiro século são cegos espiritualmente e ficam entregando os talentos dados por Deus para o Diabo usufruir deles. Satanás não sente pena e nem remorso e ele usa tudo o que está ao seu alcance para destruir os homens, portanto, ficar pregando que as coisas são do Diabo apenas aumenta seu domínio sobre a Terra e seus habitantes. O Senhor dos Exércitos mantêm as rédeas da História em suas poderosas mãos. Deus tem o mundo em suas mãos e Ele nunca perdeu o controle da situação. Deus sempre regerá a História da humanidade, porque Ele é o Soberano Senhor. Yahweh, o Eterno, é o Verdadeiro Rei das Nações, e não Satanás. O Deus de Israel (Deus dos hebreus) é o Supremo Criador, e o Diabo não passa de uma criatura. Deus é o Senhor da História.

terça-feira, 27 de março de 2018

CRISTIANISMO PRIMITIVO



Filipe Levi 30/04/11
CRISTIANISMO PRIMITIVO


Resolvi escrever este artigo, porque acho que devo desculpas aos cristãos primitivos; pois eu julguei injustamente a Igreja Primitiva em vários artigos. Claro, que existiram Pais da Igreja que pregavam heresias, mas nem todos os cristãos primitivos eram antimilitaristas e antissemitas como eu afirmei em outros artigos. O próprio Jesus Cristo e os apóstolos nunca condenaram o serviço militar e a política. Os Pais Apostólicos, Inácio de Antioquia, Policarpo de Esmirna e Clemente de Roma, conheceram os apóstolos pessoalmente e não pregaram heresias (Policarpo de Esmirna e Clemente Romano reconheciam que as autoridades governamentais são legítimas e estabelecidas por Deus). Fato inegável, é que a maioria dos primeiros cristãos evitava se alistar no Exército e ocupar cargos públicos. Mas, será que eles realmente eram anarquistas e pacifistas (como um bando de religiosos idiotas afirma na Internet)? Ou será que os cristãos primitivos queriam, simplesmente, evitar prestar culto ao imperador e sacrificar aos deuses? Neste artigo, eu mostrarei a resposta.
Na verdade, os primeiros cristãos (os primeiros mesmo) eram judeus (os nazarenos), mas com o passar do tempo, inúmeros gentios se converteram e começaram a pregar o antissemitismo. No começo, o Cristianismo era visto pelo Império Romano como uma ramificação do Judaísmo, por isso, era considerada uma religião lícita. Os judeus eram isentos do serviço militar e não eram obrigados a cultuar o imperador e nem os deuses pagãos. Todos os militares e políticos romanos eram obrigados a prestar culto ao imperador e sacrificar aos deuses e se eles se recusassem a fazer isso eram condenados a morte pelo Estado por alta traição. Mitra, o Sol Invencível (Solis Invictus), era o deus patrono do Exército Romano, e o serviço militar era cheio de práticas idolátricas. Infelizmente, existem religiosos imbecis (que dominam a Internet) que omitem esses fatos descaradamente, simplesmente, porque eles foram cegados pelo seu legalismo, fanatismo e fundamentalismo religioso. Eu acabei odiando os cristãos primitivos injustamente por causa de Testemunhas de Jeová e evangélicos idiotas que não sabem fazer outra coisa da vida a não ser usar uma imagem distorcida da Igreja Primitiva para propagar o legalismo religioso na Internet. Religiosos, desocupados e vagabundos, como, por exemplo, o Blogildo, o Thompson Rogério, o “irmão” Alex e outros hereges ficam deturpando a História e a Bíblia para sustentar e propagar o seu pacifismo doentio. Por isso, eu acabei caindo no erro de julgar os cristãos primitivos de forma injusta. Os “historiadores de Internet” que, muitas vezes, não chegaram nem a terminar o Ensino Fundamental. Quando é para pregar que as “coisas são do Diabo”, todo mundo é historiador e teólogo. É incrível!
No século I, quase todos os cristãos não se alistavam no Exército e nem ocupavam cargos públicos, entretanto, existiram militares e políticos cristãos nessa época sim; eram poucos, mas eles existiram. No século II, os cristãos começaram a se alistar em massa no Exército por causa das invasões bárbaras. Havia Pais da Igreja que tinham “tara” por demonizar e satanizar, compulsivamente, o serviço militar e a etnia judaica, mas também houve Pais da Igreja que defendiam os militares e os judeus cristãos.
Existiram autoridades cristãs na Igreja Primitiva apesar das práticas idolátricas que predominavam no Império Romano. O centurião Cornélio foi evangelizado pelo apóstolo Pedro e depois batizado ainda sendo um oficial romano. O carcereiro de Filipos se converteu e permaneceu em sua profissão (portando, a sua espada). Há várias provas arqueológicas e históricas que comprovam que o procônsul Lúcio Sérgio Paulo governou Chipre durante três anos e depois se tornou um curador em Roma. No século I, os cônsules, Acilius Glabrio e Flávio Clemente, foram martirizados, porque se recusaram a negar a Jesus. No século III, os oficiais romanos, Maurício (oficial de alto escalão), Marcelo (centurião), Sebastião (capitão da Guarda Pretoriana), Jorge (tribuno militar) e Expedito (comandante de uma legião), foram torturados e assassinados, porque se recusaram a negar a sua fé em Jesus Cristo.
Antes, de Flávio Valério Constantino chegar ao poder, era complicado para os cristãos se envolverem com o serviço militar e a política, portanto, tinha uma boa justificativa para os cristãos evitarem se envolver com o Estado. Jesus Cristo e Paulo ordenaram aos cristãos que pagassem os seus tributos e impostos sabendo que o dinheiro era usado para a manutenção do Exército. Pedro (1 Pedro 2:13-17) e Paulo (Romanos 13:1-7) afirmaram que a função das autoridades constituídas é castigar os malfeitores e enaltecer os homens que praticam o bem. Paulo afirmou, claramente, que as autoridades governamentais (Romanos 13:1-7) são estabelecidas por Deus e são ministros de Deus para castigar os bandidos, ou seja, Deus estabelece os reis da Terra (Daniel 2:20-21 e Daniel 5:20-21).
As Testemunhas de Jeová e os crentes fanáticos afirmam que os primeiros cristãos não comemoravam aniversários e o Natal, mas isso também é mentira. Existiram cristãos primitivos que comemoravam aniversários sim (como os nazarenos, os primeiros cristãos que eram judeus). Tinham os legalistas e intolerantes que condenavam, mas tinham os que não viam problema algum nisso. O Natal era comemorado por muitos cristãos, mas em datas diferentes. Espero ter desmentido os ensinamentos heréticos e diabólicos que certos religiosos fanáticos imbecis pregam por aí.

VIVER E MORRER COM HONRA



Filipe Levi 25/12/11
VIVER E MORRER COM HONRA


Eu sempre admirei os guerreiros, porque sempre me encantei com a coragem e a bravura dos mestres na arte da guerra. Guerrear não é para qualquer um. Muitos homens nascem com a vocação para lutar; e outros aprendem a combater durante a vida. Infelizmente, eu nunca fui muito bom nas batalhas; mas desejo ardentemente me tornar num guerreiro um dia. Eu admiro muito os homens que estão dispostos a morrer por uma causa nobre. Nem todos os homens são covardes, porque existem homens que não temem a morte. Eu sempre peço a Deus para Ele me dar uma morte honrada, porque eu quero morrer com honra. Viver com honra também é muito digno.
“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal; que fazem da escuridão luz, e da luz escuridão; põem o amargo por doce, e o doce por amargo”! (Isaías 5:20)
Infelizmente, muitos cristãos consideram o que é mau, bom, e o que é bom, mau. Muitos crentes consideram o errado, certo, e o certo, errado. 
A omissão diante do mal é pecado e sempre será pecado. Passar a mão na cabeça dos bandidos não acabará com a maldade no mundo, pelo contrário, aumentará ainda mais a violência. Onde diz na Bíblia que eu devo encobrir os erros dos outros e ser conivente com o pecado?
Eu sempre sofri muito preconceito no meio evangélico por eu gostar de artes marciais; mas, os idiotas que sempre me atacaram pedras nunca procuraram saber a verdade sobre as lutas esportivas. Esses hipócritas nunca procuraram saber se eu realmente sou idólatra e violento. Eu nunca me curvei perante quadros e estátuas; e nem saio distribuindo pancadas nos outros por aí. Eu somente me curvo diante do Deus de Israel, o Deus Único. As artes marciais ensinam as pessoas a serem altamente disciplinadas; e disciplina é algo que faz falta na Igreja de Cristo.
Quase todos os cristãos nunca compreenderam o Sexto Mandamento “Não matarás”. A tradução correta do Sexto Mandamento é “Não assassinarás”. Os religiosos alienados usam e abusam da tradução errada desse Mandamento para ficarem atacando pedras nos guerreiros que matam para se defenderem ou para protegerem os indefesos. O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital (machaira). Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado.
Os samurais (apesar da prática do ritual suicida quando eles eram derrotados) e os cavaleiros medievais eram guerreiros que tinham princípios morais e valores nobres. Como eu gostaria de ter vivido nas épocas em que os samurais e os cavaleiros existiam.
Os militares e policiais bons e honestos (Lucas 3:14), que arriscam as suas vidas para nos proteger, também são dignos do meu respeito e admiração. O capítulo 13 da Carta aos Romanos (Romanos 13:1-7) e o capítulo 2 da Primeira Epístola de Pedro (1 Pedro 2:13-17) mostram qual é a função dos agentes do Estado. O dever das autoridades governamentais é castigar os malfeitores e enaltecer os homens que praticam o bem. Deus estabeleceu o governo para isso. A obrigação dos cristãos é intercederem em favor das autoridades governamentais para que o Estado cumpra com o seu papel, que é promover a justiça; louvando os bons e punindo os maus.
Viver trabalhando honestamente é louvável; e morrer lutando por uma causa nobre é algo maravilhoso. Eu quero viver e morrer lutando pelo que acredito. Eu quero ter uma vida digna e uma morte honrada. Eu quero viver e morrer com honra.
Os heróis existem com certeza. Podem acreditar. Os guerreiros que lutam em prol da justiça sempre surgem para combater o mal. O bem sempre vencerá o mal no final. A injustiça nunca será justiça. A justiça prevalecerá.

LIDERAR É SERVIR (O SENTIDO BÍBLICO DE LIDERANÇA)


Muitas vezes, o Senhor esteve ao lado dos rejeitados e desprezados. O Altíssimo sempre se compadeceu com a dor dos desamparados e oprimidos. Deus, em sua Palavra (Bíblia), sempre ensinou aos seus servos que eles deveriam ser os defensores dos inocentes e indefesos. A vontade de Deus sempre foi que os fortes protegessem os fracos. O sentido bíblico de liderança sempre foi servir, e não oprimir. Deus sempre vingou a dignidade humana. O dever do governo sempre foi servir e proteger o seu povo. O dever dos pais sempre foi cuidar de sua prole e proteger os seus filhos. O dever do marido sempre foi honrar e proteger a sua esposa, se entregando em sacrifício por ela se fosse preciso (como Cristo fez pela Igreja). (Filipe Levi)

domingo, 25 de março de 2018

EU PREFIRO SER INFANTIL


Geralmente, as “pessoas mais velhas” me chamam de “infantil” e de “adulto infantilizado” (eu, pelo menos, tenho o meu autismo para usar como desculpa, mas eu não farei isso). Quer dizer, então, que eu acreditar que a obrigação dos fortes é proteger os fracos é ser infantil? Quer dizer, então, que eu acreditar que os homens devem respeitar as mulheres, porque as garotas são tesouros que os homens devem honrar e proteger é coisa de “adulto infantilizado”? Quer dizer, então, que eu acreditar que é a obrigação dos homens serem íntegros e honestos é coisa de “gente idiota”? Quer dizer, então, que eu acreditar na “pessoa certa” é coisa de “gente imbecil” que não conhece a Bíblia? Se bater nos mais fracos para me autoafirmar como “macho” é ser “homem”, eu prefiro ser “um viado”. Se “passar o rodo nas meninas” e ir na Igreja só para “paquerar as gatinhas” é ser “macho”, eu prefiro ser “uma bichona”. Se ser desonesto e corrupto é ser “esperto e malandro”, porque o “mundo é dos espertos”, eu prefiro ser “um otário”. Sabe, se proteger os fracos, respeitar as mulheres e ser honesto é ser um “adulto infantilizado”, então, eu prefiro ser “infantil” mesmo. (Filipe Levi)

SOBRE O BORDÃO "NÃO JULGUEIS"


Princípio: TODA a Bíblia é inspirada por Deus.
Por Mateus de Souza
Nós estamos a todo momento fazendo julgamentos. "Será que tal comida faz bem para saúde"? "Será que fulano seria uma companhia correta para mim"? Julgar é algo que faz parte da vida do ser humano.
No contexto da Igreja, seria correto julgar os irmãos? Seria correto julgar os líderes? Seria correto julgar as coisas ensinadas, as supostas "revelações"?
Jesus, no Sermão do Monte, disse:
"Não julgueis, para que não sejais julgados.Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão." - Mateus 7:1-5
Podemos perceber que Cristo é totalmente contra o julgamento HIPÓCRITA. Isto é, fazer o mesmo e julgar a outra pessoa como errada, exercer um forte juízo e não olhar para si. Mas será que Cristo é TOTALMENTE contra qualquer tipo de julgamento? Será que não podemos julgar de maneira alguma? Vejamos:
"Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça." - João 7:24. Como podemos ver, DEVEMOS julgar segundo a reta justiça. Portanto, o argumento de que NUNCA devemos julgar está equivocado.
O que seria julgar segundo a reta justiça? Em outro ensinamento, Cristo disse que se alguém pecasse contra nós, e se arrependesse, deveríamos perdoar sempre, sem limites. E se alguém pecasse contra nós, e não se arrependesse, mesmo com as testemunhas, daí então a Igreja deveria considerá-lo como um não cristão. Essas coisas estão em Mateus 18.
Prosseguindo, o apóstolo Paulo ensinou que, ao irmão que cair em pecado, devemos primeiramente estender as nossas mãos e ajudá-lo (Gálatas 6:1-2). Se, todavia, o irmão, depois de cair em pecado, começasse a VIVER no pecado, a Igreja deveria julgá-lo e colocá-lo para fora. Foi o caso do fornicário em Corinto, que estava vivendo em fornicação com a mulher de seu pai. Ele estava vivendo assim, não foi algo temporário, e a Igreja não fazia nada. Daí então Paulo diz:
"Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais. Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro? Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai pois dentre vós a esse iníquo."1 Coríntios 5:11-13
Pelo que entendemos até aqui, se ele tivesse praticado o ato, mas tivesse se arrependido e abandonado o ato, não seria expulso. Mas ele estava vivendo assim e a Igreja não fazia nada. Apesar disso, acredita-se que ele tenha voltado à Igreja em 2 Coríntios 2, quando parece ter se arrependido do ato e ter abandonado.
Em relação a julgar o que é ensinado para a Igreja, a Bíblia nos exorta CLARAMENTE que devemos julgar tudo. Inclusive as ditas "revelações":
"E falem dois ou três profetas, e os outros julguem." - 1 Coríntios 14:29
Paulo julgou e expôs até os nomes dos falsificadores da Palavra de Deus.
"Conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé.E entre esses foram Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfemar. - 1 Timóteo 1:19-20.
Como podemos ver, Himeneu e Alexandre foram julgados por Paulo e declarados falsificadores da Palavra de Deus.
Conclusão: Esse "mimimi" de que não podemos julgar está errado. Devemos julgar sim, mas segundo a reta justiça e não de forma hipócrita, como vemos em Mateus 7. Devemos julgar os que VIVEM em pecado. E, se os tais se arrependerem e abandonarem suas práticas, devemos recebê-los de volta. Devemos julgar as profecias, revelações e tudo o que nos é ensinado, como o apóstolo Paulo fez e ordenou que fizéssemos.

O DIABÓLICO LEGALISMO DOS FARISEUS (CRENTES SAFADOS)


A maioria das pessoas (principalmente, adolescentes e jovens) sai da Igreja, não é “porque querem fazer do jeito que o Diabo gosta”, mas, sim, porque se decepcionaram com os crentes safados que vivem arrotando santidade, mas que não vivem o que pregam. Muitas vezes, o maldito fanatismo e fundamentalismo religioso dos pais traumatiza de tal modo as crianças e os jovens que eles adquirem aversão as coisas de Deus, não porque Deus seja de fato o culpado, mas, sim, por causa do mau testemunho dos evangélicos hipócritas que fazem mau uso do Nome de Deus para oprimir as pessoas, e não para abençoá-las. Infelizmente, quem geralmente leva a culpa são Deus e Jesus, por culpa desses religiosos hipócritas e falsos moralistas, que com o seu maldito legalismo oprime as pessoas de tal modo, que elas não suportam esse jugo de opressão religiosa. O legalismo diabólico dos fariseus tem afastado os adolescentes e jovens das igrejas. Não sou a favor de pregar a libertinagem e a liberação do pecado (o que a Bíblia, a Palavra de Deus, realmente diz que é pecado), mas nada é tão opressor e satânico como o legalismo religioso. Detalhe, os “santarrões” nunca vivem o que eles pregam, mas eles adoram impor o seu diabólico legalismo para os outros. Os malditos fariseus confundem santidade com legalismo, fanatismo e fundamentalismo religioso, mas esses mesmos hipócritas e falsos moralistas não vivem o que pregam. Por culpa dessas pestes e dessas pragas, as vidas de muitos adolescentes e jovens tem sido ceifadas pelo Diabo. (Filipe Levi)

sexta-feira, 23 de março de 2018

O MUNDO E A IGREJA PRECISAM DE HOMENS DE VERDADE


O mundo e a Igreja precisam de homens corajosos e ousados que ousem se opor ao erro, que ousem desafiar os malfeitores, que ousem combater o mal. O Diabo e seus anjos aproveitam que as pessoas tem medo deles para poderem expandir o seu Império das Trevas sobre a Terra. Os corruptos se aproveitam da omissão e do conformismo das pessoas, e os bandidos e os terroristas se aproveitam do “Pacifismo” dos pacifistas e covardes para continuarem praticando as suas maldades e crueldades. Alguém um dia precisará confrontá-los! Alguém precisa dar um basta nisso! Alguém precisa se opor a corrupção e acabar com a farra dos corruptos. Alguém precisa ter coragem e valentia para enfrentar os bandidos e malfeitores (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). Alguém precisa se fortalecer em Deus e na sua Palavra (Bíblia) e ter coragem para confrontar Satanás e seus anjos. Até quando, vocês, cristãos, fingirão que esse problema não é de vocês? Vocês continuarão mesmo vivendo a sua “vidinha religiosa medíocre” e fingir que os problemas do mundo e da sociedade não são de vocês? Até quando, IGREJA, você vai continuar a se omitir e a se conformar nesse seu marasmo e apatia, ignorando a agonia do planeta e o sofrimento dos oprimidos? Vocês confundem Guerra Espiritual com Pacifismo. Vocês confundem santidade com legalismo, fanatismo e fundamentalismo religioso. Vocês confundem amor com omissão. Vocês confundem conversão com medo de ir para o Inferno. Quando vocês irão acordar, evangélicos? Quando vocês vão tomar vergonha na cara, seus crentes safados? Quando vocês irão abandonar essa vida religiosa de hipocrisia e esse seu falso moralismo para realmente se importar com a dor das pessoas? Há diferença entre ser “paz e amor” e ter compaixão pelos “pecadores” do mundo. Nunca foi a obrigação dos “pecadores” irem até a Igreja, mas sempre foi à obrigação da Igreja ir atrás dos “pecadores”. A omissão diante do mal também é pecado. Vocês não pecam somente quando praticam a maldade, mas também pecam quando se omitem diante dela. Quando vocês se omitem diante da injustiça e da opressão, vocês escolhem o lado do opressor. Até quando vocês vão fingir que isso não é problema de vocês e que vocês não tem nada a ver com isso? Até quando vocês deixarão Satanás, o Diabo, fazer o que bem entender? Até quando vocês vão se omitir? O Reino de Deus precisa de homens valentes, corajosos e ousados. O Reino de Deus precisa de homens de verdade. (Filipe Levi)

PRIMEIRO O QUE A BÍBLIA (A PALAVRA DE DEUS) ENSINA, DEPOIS A MINHA OPINIÃO.


Eu cresci com esse Livro (Bíblia). Conheço o seu poder. Não importa o que eu acho, o que eu penso ou no que eu quero acreditar, mas, sim, o que a Bíblia ensina. Se eu tenho uma opinião diferente da Bíblia, a Palavra de Deus, sempre estará certa e eu estarei errado. O que importa é o que as Escrituras ensinam e não no que eu quero acreditar. Eu calo a minha boca e a Bíblia fala. A Palavra de Deus é quem tem autoridade aqui e não eu. Lembre-se, se eu ensinar qualquer coisa contrária as Escrituras, não me escute, mas apenas aceite o que as Escrituras ensinam. Não importa o que os líderes religiosos e teólogos ensinam ou deixam de ensinar, mas, sim, o que a Bíblia, a Palavra de Deus, ensina. Sempre procurem ter uma boa exegese (sempre leiam os versículos bíblicos inseridos dentro de seu verdadeiro contexto). O que importa não é o que você acha ou deixa de achar. Não importa o que você pensa ou deixa de pensar. A única coisa que importa é o que as Escrituras ensinam. (Filipe Levi)

quinta-feira, 22 de março de 2018

POR QUE TEMER ALGO QUE É INEVITÁVEL?



Por que temer algo que é inevitável? Não tem como escaparmos da morte. Mais cedo ou mais tarde, a morte virá nos buscar. O problema não é a morte, mas o que acontece depois dela. Se você for salvo pela Graça de Deus, o Paraíso te aguarda, mas se você morrer sem Cristo, nem queira saber o que vai acontecer com você. Não devemos temer a morte, mas, sim, a Deus, que além de matar o corpo, pode te lançar no Lago de Fogo (Tártaro). Neste lugar, você sofrerá angústias e dores indescritíveis, noite e dia, sem descanso, para todo o sempre. (Filipe Levi)


HÁ DIFERENÇA ENTRE REVERÊNCIA E VERBORRAGIA


Há diferença entre reverência (respeito sincero e verdadeiro) e verborragia (lamber as botas, puxação de saco e babação de ovo). É muito fácil ter “reverência e ficar com liturgia religiosa tentando enganar a Deus nos cultos de domingo (como se Deus fosse idiota e não soubesse das coisas), e durante a semana, simplesmente, desprezar a Deus com suas atitudes e ignorar sua existência descaradamente”. Eu prefiro ter um relacionamento sério e sincero com Deus (me importando de verdade com o que Deus pensa, acha e sente, ou seja, me importar verdadeiramente com a opinião de Deus) do que ser mais um religioso hipócrita e falso moralista (como a grande maioria dos evangélicos, que são “cheios de reverência” pra cima de Deus, mas sempre da boca pra fora, claro). É o mesmo respeito que os políticos corruptos tem entre eles (Vossa Excelência é um safado, um vagabundo, um pilantra, um corrupto e um ladrão) ou “os legalistas” que chamam de “senhor ou de senhora” os velhos soberbos e arrogantes que se acham, mas pelas costas ficam descendo a lenha e falando mal da pessoa (que grande respeito). Eu prefiro ser sincero e verdadeiro com Deus, comigo mesmo e com as pessoas. Falsidade e hipocrisia não são o meu forte. Eu prefiro ser autêntico. (Filipe Levi)

HÁ DIFERENÇA ENTRE AUTISMO E ESQUIZOFRENIA


Há diferença entre autismo e esquizofrenia. O esquizofrênico confunde a fantasia com a realidade, mas o autista (principalmente, quem tem a Síndrome de Asperger, como no meu caso) costuma fazer comparações alegóricas (Alegorismo) que é comparar personagens fictícios (personagens de desenhos animados e de gibis) com personagens da realidade. Eu não confundo a realidade com a fantasia, mas, simplesmente, a minha lógica de raciocínio se baseia no Alegorismo (simbologias e representações). Sinceramente, me chamarem de infantil porque eu prego que os fortes devem proteger os fracos (exatamente o que a Bíblia ensina) e de idiota porque eu acho que os homens devem valorizar e respeitar as mulheres mesmo, e de ignorante, porque eu acredito que as pessoas devem ser íntegras e honestas, assim, vocês ofendem o historiador e professor de História de formação aqui, e o teólogo autodidata (podem me chamar de soberbo e de arrogante, me chamem do que vocês quiserem, mas eu não ficarei com falsa humildade e com falso moralismo aqui, porque, como, já falei, eu tenho crise de identidade, sou um homem inseguro e sofro de baixa-autoestima, mas eu não serei hipócrita de não destacar as minhas qualidades e virtudes, já que todo mundo só gosta de destacar e de falar dos meus defeitos mesmo). Eu tenho TEA (transtorno do Espectro do Autismo), depressão, ansiedade crônica, tendência suicida, hipersensibilidade e pensamento acelerado, mas não ficarei com hipocrisia e falsa humildade de só destacar os meus defeitos e não falar das minhas virtudes e qualidades. Não sou “santo” e nem “perfeito”, pelo contrário, eu sou é muito pecador mesmo (pecador até demais), e sou salvo pela Graça de Deus, porque se eu dependesse de minhas obras para me salvar, eu estava lascado. (Filipe Levi)

A MULHER CERTA


“Busque uma boa esposa no teu Deus, porque ela é o melhor presente da Sua providência. Se você não tem ainda uma esposa, ela está vivendo na Terra agora. Então, pense nela e ore por ela”. (Charles Spurgeon)
Eu posso ter crise de identidade, ser um homem inseguro, ter baixa-autoestima e ser metido a “valentão”, mas de uma coisa nunca poderão me acusar, de ser mulherengo e de nunca ter sonhado com a “pessoa certa”. Todas as noites, eu choro quando me deito, querendo acreditar que tal pessoa existe. Se tem uma área que Satanás consegue me derrubar, é sempre na minha área sentimental. Luto todos os dias querendo acreditar, me esforçando para ter fé e tentando ter esperança, de que tal pessoa existe. Muitos crentes (tanto velhos, quanto jovens) falam que é besteira e coisa de gente idiota acreditar na pessoa certa. Que bom, que Charles Spurgeon, Martinho Lutero, Paul Washer e John Piper concordam comigo (Pelo menos, eles). A Bíblia, a Palavra de Deus, também dá respaldo para se crer nisso (Isaque e Rebeca, por exemplo). Os “reformados” que não querem acreditar na pessoa certa (mas pregam que acreditam na predestinação e que Deus é Soberano e que tudo tem um propósito nos planos de Deus, mas quando é para acreditar na pessoa certa “aí é coisa do Satanás”). Eu ainda choro todas as noites quando me deito, sonhando e querendo no meu íntimo acreditar, que tal pessoa existe. (Filipe Levi)

UM GUERREIRO SEMPRE PROCURA EXPLORAR AS FRAQUEZAS DO SEU INIMIGO


Um guerreiro sempre procura explorar as fraquezas do seu inimigo. Espera o momento oportuno em que ele abaixa a guarda para poder acertá-lo. Assim, Satanás faz. O primeiro alvo de seu ataque sempre será uma necessidade física sua. O Diabo conhece o ser humano, portanto, ele sabe como derrubá-lo. Durante milhares de anos, Satanás analisou os homens e os estudou para poder conhecer todas as suas forças e as suas fraquezas. No meu caso, Satanás sabe quando a minha libido está alta (para usar a promiscuidade sexual contra mim) e quando as minhas endorfina e serotonina estão baixas (para usar a depressão e se aproveitar de minha tendência suicida). O Diabo não é esse tolo e sonso que os crentes pregam por aí. Satanás não é conhecido como o “Tinhoso” porque ele é bobo e burro. Ele não é conhecido como o “olho que tudo vê”, porque é cego. Satanás, o Diabo, não era só músico, mas também era um líder militar. Ficar com legalismo, fanatismo e fundamentalismo religioso não vai ajudar na luta contra o Diabo. As mandingas dos hereges do Movimento Batalha Espiritual não representam nenhuma ameaça contra Satanás. Somente, o Nome de Jesus e o poder de sua Palavra (Bíblia) representam uma verdadeira ameaça para o Diabo e seus anjos. Se fortaleça em Deus e na sua Palavra. Dedique-se a oração e estude profundamente as Escrituras (Bíblia). Busque a santidade bíblica (por amor e não por medo). Seja forte e corajoso. Não demonstre medo diante de seus inimigos. Os malfeitores e os demônios sentem o cheiro do seu medo. Implorar pela vida ou para não ser ferido, apenas atiçará o sadismo desses sádicos e aumentará a sensação de poder desses opressores. Nunca pare de lutar enquanto a luta não acabar. Muito mais do que saber bater (há diferença entre ter técnica para lutar e simplesmente bater como uma mula), você tem que ser resistente para aguentar apanhar também. Se você tem poder, use o seu poder para salvar aqueles que não tem poder. Se você é forte, use a sua força para proteger os fracos. Se você tem voz, fale por aqueles que não podem falar. Liberte os acorrentados das correntes infernais da opressão. Lute em favor dos fracos e oprimidos. Ajude os excluídos e desamparados. Tenha compaixão por aqueles que ninguém se importa. Coloque-se no lugar do outro, sinta a dor do outro, para, assim, você poder compreendê-lo. Faça justiça aos oprimidos. Defenda os fracos. Proteja os inocentes e indefesos. Quando o poder de fizer o bem estiver em suas mãos, não deixe de fazer o bem a quem de direito. Faça a diferença. Faça o bem. (Filipe Levi)

segunda-feira, 19 de março de 2018

OS INTOCÁVEIS (HOMENS DE VERDADE)


No passado, existiam policiais íntegros e honestos, cheios de ousadia e de coragem, que ousaram desafiar o domínio do mafioso mais famoso do século XX, Alphonse Al Capone. Esses policiais ficaram conhecidos como “OS INTOCÁVEIS”. Esses agentes da Lei (Romanos 13:1-7) foram de fato verdadeiros MINISTROS DE DEUS, porque realmente eles trabalharam a serviço de Deus, protegendo os bons e punindo os maus, como a Bíblia, a Palavra de Deus ensina. O Reino de Deus precisa de homens valentes e corajosos que tenham peito para enfrentar o Diabo e seus anjos. Satanás se aproveita que as pessoas se “cagam de medo” dele para expandir o seu Império das Trevas no mundo. Os cristãos (crentes em Jesus mesmo) precisam se dedicar a oração, estudar profundamente as Escrituras (Bíblia) e buscar a santidade (santidade bíblica, e não o maldito e diabólico legalismo religioso). Alguém precisa fazer o que mais ninguém quer fazer. Alguém tem que fazer o que é certo. Alguém tem que fazer a coisa certa. Alguém tem que fazer a diferença. Durante a História da Igreja, foram os homens ousados e corajosos que mudaram as coisas erradas. Homens, que estavam à frente do seu tempo. Homens, que não se conformaram com o que estava errado. Homens, que ousaram fazer a diferença, que ousaram fazer o bem. Nunca pare de lutar enquanto a luta não acabar. Não tenha medo de morrer. Encare a morte com coragem. Combata o mal. Lute contra todos aqueles que fazem o mal. Tenha a coragem e a ousadia de enfrentar o Diabo e seus anjos. Proteja os fracos! Defenda os indefesos! Liberte os acorrentados das correntes da opressão. Seja a voz daqueles que não podem falar. Lute as batalhas daqueles que não podem lutar. Seja o defensor dos fracos e desamparados. Liberte os oprimidos da opressão. Faça a diferença. Seja um herói. (Filipe Levi)

OS VINGADORES DE DEUS



Filipe Levi 04/03/12
OS VINGADORES DE DEUS


“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem, e, sim, quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo também pagais tributos: porque são ministros de Deus, atendendo constantemente a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra”. (Romanos 13:1-7)
O apóstolo Paulo foi bem claro quando afirmou na Carta aos Romanos que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus, ou seja, os agentes do Estado são ministros de Deus que têm a autorização do Altíssimo para usar a força para reprimir os criminosos. Os juízes, os promotores, os policiais e os militares são agentes da justiça divina, isto é, são vingadores de Deus para castigar os que praticam o mal. O governo tem a autorização de Deus para usar a espada (símbolo freqüentemente associado à morte como instrumento de sua execução) para castigar os malfeitores. 
“Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor; quer seja ao rei, como soberano; quer às autoridades como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores, como para louvor dos que praticam o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos; como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus. Tratai a todos com honra, amai aos irmãos, temei a Deus, honrai ao rei”. (1 Pedro 2:13-17)
O apóstolo Pedro também afirmou que a função do Estado é castigar os bandidos para que haja paz na sociedade. Tanto o apóstolo Paulo quanto o apóstolo Pedro foram claros em suas afirmações quando mostraram que o dever do governo é punir os malfeitores e enaltecer os que praticam o bem. 
“Também soldados lhe perguntaram: E nós, que faremos? E ele lhes disse: A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa, e contentai-vos com o vosso soldo”. (Lucas 3:14)
João Batista era o precursor do Messias; e foi o homem mais justo que já existiu sobre a Terra. João Batista era primo de Jesus Cristo; e foi o maior de todos os profetas. O precursor do Messias em nenhum momento recriminou os soldados, pelo contrário, ele lhes incentivou a continuarem sendo soldados, portanto, que exercessem a sua função com honestidade.
“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”. (1 Timóteo 2:1-4)
O apóstolo Paulo também nos ensinou que devemos orar por todos os homens, principalmente, em favor dos homens investidos de autoridade. A obrigação da Igreja de Cristo é interceder a favor das autoridades governamentais; e não ficar amaldiçoando os governantes. A Palavra de Deus é clara sobre a relação dos cristãos com as autoridades legalmente constituídas. Somente não enxerga que os cristãos não devem demonizar as autoridades governamentais, mas, sim, orar em favor delas, quem não quer. 
As Testemunhas de Jeová e muitos evangélicos adoram endiabrar as autoridades legalmente constituídas, ou seja, eles se divertem demonizando e praguejando. Muitos desses hereges também adoram demonizar as artes marciais, mas as lutas esportivas são armas poderosas que podem ser muito úteis nas mãos dos agentes do Estado se elas forem usadas com sabedoria (portanto, que os militares e policiais se abstenham da idolatria). Espero ter sido claro e objetivo em meus argumentos. Que Deus seja glorificado hoje e sempre.

A GRANDEZA DE DEUS



Filipe Levi 01/08/12
A GRANDEZA DE DEUS


Deus, o Altíssimo, é muito maior e mais poderoso do que as pessoas imaginam. Deus é grande. A grandeza de Deus é muito maior do que a mente humana pode imaginar. Neste texto, quero contar sobre vários milagres que Deus realizou para mostrar o quanto Ele é grande e poderoso. O Deus judaico-cristão é magnífico.
O Todo-Poderoso criou o Universo, ou seja, Ele criou as galáxias, os planetas, os astros, e tudo o que há no Universo. Deus criou a Terra e seus habitantes, pois Ele é o autor da Criação. Adonai tem um poder gigantesco (o seu poder é infinito), porque Ele é o Soberano Senhor.
No Egito, Deus levantou José, filho de Jacó, para ser o governador-geral do Egito. José foi vítima da inveja de seus irmãos, e foi vendido como escravo. Por causa de sua fidelidade, ele foi preso. Deus deu o dom de interpretar sonhos para José, e com isso esse servo de Deus, salvou o Egito e o seu povo da fome. José perdoou os seus irmãos, porque ele sabia que tudo o que aconteceu em sua vida era plano de Deus.
Moisés foi usado grandemente por Deus para libertar os hebreus da escravidão egípcia. Deus lançou pragas contra o Egito para poder mostrar a majestade do seu poder. Yahweh abriu o Mar Vermelho para fazer o seu povo passar, e depois fechou o mar, afogando o exército de faraó. Deus poderosamente libertou o seu povo do Egito.
Josué era um grande guerreiro; e foi usado por Deus para derrubar as muralhas de Jericó, e vencer os gigantes que habitavam a Terra Prometida. Esse combatente temente a Deus conquistou a Terra Prometida por Deus derrotando os gigantes que habitavam aquela região.
Gideão era um excelente estrategista; e usou a sua inteligência para derrotar os midianitas (os inimigos que oprimiam o seu povo). Gideão, com apenas trezentos combatentes, venceu milhares de midianitas. Deus estava com Gideão.
Sansão era um homem extremamente forte e corajoso. Esse grande guerreiro matou um leão com as suas próprias mãos, e sozinho venceu mil filisteus. A força de Sansão estava em seus cabelos, que foram cortados a mando de Dalila. Sansão foi capturado pelos seus inimigos, que cegaram os seus olhos. Quando os cabelos de Sansão cresceram novamente, Deus lhe devolveu a força prodigiosa, e esse poderoso guerreiro demoliu o Templo de Dagom, matando os filisteus e a si mesmo. Sansão morreu honradamente.
Davi era um homem que andava segundo o coração de Deus. Esse jovem pastor de ovelhas não tinha treinamento militar, isto é, ainda não havia empunhado uma espada, quando com a ajuda de Deus, ele matou um urso e um leão para poder proteger as suas ovelhas. Davi não tinha experiência militar, mas ele confiava no Deus Vivo. O Senhor dos Exércitos usou Davi para vencer Golias, um gigante filisteu experiente em batalhas. Davi venceu Golias sem ao menos ter uma espada na mão (somente usou a espada do próprio inimigo para lhe cortar a cabeça depois que a luta já havia terminado).
Elias era um profeta de Deus que desafiava o rei Acabe e a rainha Jezabel. Esse profeta temente a Deus desafiou os profetas de Baal. Tanto Elias quanto os profetas de Baal prepararam oferendas para os seus deuses. Os profetas de Baal se mutilavam implorando para o seu deus atendê-los, mas Baal não os atendeu. Elias zombou deles, e orou ao verdadeiro Deus lhe pedindo que lançasse fogo do céu. O holocausto de Elias foi molhado algumas vezes, e fogo do céu desceu e consumiu o holocausto. Elias provou para o seu povo que o Deus de Israel é Deus.
Hananias, Misael, e Azarias, eram políticos de Deus, que se recusaram a adorar a estátua de Nabucodonosor. O rei dos caldeus mandou os seus melhores soldados lançarem Hananias, Misael, e Azarias, na fornalha ardente, e mandou aquecê-la sete vezes mais. Deus livrou os seus servos das chamas ardentes, e Nabucodonosor reconheceu que o Deus de Hananias, Misael, e Azarias, é o verdadeiro Deus.
Daniel era também um político de Deus, que tinha o dom de interpretar sonhos. Daniel foi lançado na cova dos leões por causa de sua devoção a Deus. O Altíssimo livrou a Daniel dos leões para mostrar a sua fidelidade. Daniel era governador-geral da Babilônia; e os reis Nabucodonosor, Belsazar, Dario, e Ciro, reconheceram o seu valor.
Eu contei apenas os milagres que Deus realizou que eu mais admiro. Eu sou fã do Deus de Israel, porque Ele é o meu herói. Que Deus seja glorificado eternamente.

A IGREJA PRIMITIVA E O ESTADO



Filipe Levi 26/06/12
A IGREJA PRIMITIVA E O ESTADO


“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem, e, sim, quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo também pagais tributos: porque são ministros de Deus, atendendo constantemente a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra”. (Romanos 13:1-7)
Em muitos sites da Internet, religiosos alienados propagam mentiras a respeito da posição da Igreja Primitiva em relação ao serviço militar e a política. O apóstolo Paulo foi bem claro quando afirmou na Carta aos Romanos que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus, ou seja, as autoridades constituídas procedem de Deus. Os militares, os policiais, os magistrados, e os políticos, são ministros de Deus que têm a autorização do próprio Altíssimo para poderem castigar os malfeitores.
“Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor; quer seja ao rei, como soberano; quer às autoridades como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores, como para louvor dos que praticam o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos; como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus. Tratai a todos com honra, amai aos irmãos, temei a Deus, honrai ao rei”. (1 Pedro 2:13-17)
O apóstolo Pedro também foi claro quando afirmou que a função das autoridades enviadas pelos governantes é castigar os criminosos. Tanto Paulo quanto Pedro afirmaram com convicção que o dever do Estado é punir os que praticam o mal e enaltecer os que praticam o bem.
“Também soldados lhe perguntaram: E nós, que faremos? E ele lhes disse: A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa, e contentai-vos com o vosso soldo”. (Lucas 3:14)
João Batista era o precursor do Messias; e foi o maior de todos os profetas. Esse grande servo de Deus foi o homem mais justo que já existiu sobre a Terra. Quando alguns soldados foram batizados por João Batista, esse grande profeta não os recriminou por serem combatentes, pelo contrário, ele lhes incentivou a continuarem sendo soldados, portanto, que eles exercessem a sua função com honestidade.
Alguns Pais da Igreja, como, por exemplo, o Tertuliano de Cartago, o Hipólito de Roma, o Orígenes de Alexandria, o Cipriano de Cartago, e o Lactâncio, demonizavam as autoridades instituídas pelo próprio Deus. Devo destacar que alguns dos Pais da Igreja além de demonizarem o Estado (que é instituído por Deus), eles também pregavam o antissemitismo. Devo destacar também que nos três primeiros séculos da Era Cristã, os militares e políticos eram obrigados a cultuarem o imperador e a sacrificarem aos deuses. Entretanto, existiram cristãos investidos de autoridade durante esse período (que pagaram com as suas próprias vidas por se recusarem a se envolverem com essas práticas idolátricas).
Os Pais Apostólicos, Policarpo de Esmirna e Clemente de Roma, reconheceram que as autoridades governamentais são necessárias na ordem estabelecida por Deus. Os Pais Apostólicos conheceram pessoalmente os apóstolos, e tanto esses Pais Apostólicos quanto os apóstolos ensinavam a submissão às autoridades e a intercessão em favor dos homens investidos de autoridade. Portanto, nem todos os cristãos primitivos endiabravam o Estado. Jesus Cristo, os apóstolos, e os Pais Apostólicos, não condenavam o serviço militar e a política, pelo contrário, eles reconheciam a sua legitimidade.
A Igreja Primitiva era também a Noiva de Cristo, mas isso não significa que ela não tenha cometido erros. Admiro muito a determinação e a fé dos primeiros cristãos diante da perseguição. Nós, cristãos atuais, devemos reter as coisas boas do Cristianismo Primitivo.

O CRISTIANISMO PRIMITIVO E O ESTADO



Filipe Levi 05/04/13
O CRISTIANISMO PRIMITIVO E O ESTADO


“Mas, quando o seu coração se exalçou e o seu espírito se endureceu em soberba, foi derribado do seu trono real, e passou dele a sua glória. E foi tirado dentre os filhos dos homens, e o seu coração foi feito semelhante ao dos animais, e a sua morada foi com os jumentos monteses; fizeram-no comer erva como os bois, e pelo orvalho do céu foi molhado o seu corpo, até que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre os reinos dos homens e a quem quer constitui sobre eles”. (Daniel 5:20-21)
Há muita distorção por parte de muitos “cristãos” mal-intencionados que costumam propagar mentiras através da Internet. Esses religiosos hipócritas e mentirosos distorcem o contexto de versículos bíblicos (alguns demonizam a própria Bíblia), e deturpam a História para poderem demonizar o Estado. Esses fanáticos usam e abusam do fato da maioria dos cristãos primitivos terem se recusado a se alistar no Exército e ocupar cargos públicos para poderem demonizar o serviço militar e a política, alegando que as autoridades constituídas são do Demônio. Quem é esperto e usa, pelo menos, um pouquinho da inteligência que Deus lhe deu, verá nesse trecho bíblico do Livro de Daniel, que o profeta Daniel reconheceu que os governantes da Terra são estabelecidos por Deus, isto é, Deus estabelece os reis e depõe os reis como bem entende, porque Ele é Soberano. Com certeza, alguns religiosos alegarão que isso foi no Antigo Testamento, então, eu mostrarei o que o Novo Testamento diz a esse respeito.
“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem, e, sim, quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo também pagais tributos: porque são ministros de Deus, atendendo constantemente a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra”. (Romanos 13:1-7)
O apóstolo Paulo, um grande servo de Deus, afirmou o mesmo que o profeta Daniel, ou seja, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus. Paulo, claramente, reconheceu que é a vontade divina que exista o governo para poder manter a lei e a ordem no mundo. O apóstolo Paulo afirmou que os agentes do Estado são ministros de Deus que têm a autorização do Altíssimo para utilizarem a espada (símbolo da morte) para poderem castigar os malfeitores e exaltar os cidadãos de bem. O apóstolo Pedro em sua Primeira Epístola no capítulo 2 do versículo 13 ao 17 também reconheceu que a função do governo é enaltecer os bons e punir os maus. Tanto Paulo quanto Pedro reconheciam a legitimidade do Estado.
O culto imperial e os sacrifícios aos deuses dificultavam os primeiros cristãos se envolverem com o serviço militar e a política. Nós, cristãos, devemos obedecer ao que a Bíblia ensina, isto é, o que Jesus Cristo e os apóstolos ensinaram, e não o que certos Pais da Igreja “alucinados” ensinavam. Tertuliano de Cartago, Hipólito de Roma, Orígenes de Alexandria, Cipriano de Cartago, Lactâncio, e outros hereges que somente pregavam asneiras, não eram donos da verdade absoluta. Jesus Cristo, os apóstolos, e os Pais Apostólicos, Policarpo de Esmirna e Clemente de Roma, não demonizavam o serviço militar e a política, pelo contrário, eles reconheciam a sua legitimidade. Jesus e Paulo ordenaram aos cristãos pagarem os seus impostos sabendo que o dinheiro era usado para a manutenção do Exército. Pedro e Paulo afirmaram que o dever do Estado é usar a força para punir os criminosos. Policarpo de Esmirna e Clemente de Roma reconheciam que as autoridades governamentais são necessárias na ordem estabelecida por Deus. Existiam poucos cristãos militares e políticos, mas com o passar do tempo, os cristãos ingressaram em massa nas áreas administrativa e militar do Império Romano. Hoje, nada impede os cristãos de se relacionarem com o Estado, portanto, os cristãos podem se alistarem nas Forças Armadas e se envolverem com a política sem peso na consciência.