quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

O GRANDE LIBERTADOR DE ISRAEL (AQUELE QUE VENCEU A MORTE)



“Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz duma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões; e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. (Isaías 53:1-5)

O Jesus "Hippie" que pregam por aí, não é o Jesus histórico, menos ainda o Jesus da Bíblia. Essa "historinha" de que Jesus era um "Hippie e grande pacifista" não tem embasamento histórico, menos ainda base bíblica. Os "historiadores de Internet" (geralmente, Testemunhas de Jeová e evangélicos que não terminaram nem o Ensino Fundamental), adoram usar o argumento de que os cristãos primitivos não se alistavam no Exército, e por causa disso o serviço militar é do Diabo. Existem historiadores (historiadores de verdade) que até defendem a teoria de que Jesus era um líder dos zelotes (judeus revolucionários que tentavam derrubar o Império Romano do poder). Eu sei que Jesus e os apóstolos nunca apoiaram os zelotes, mas Cristo e seus fiéis apóstolos sempre defenderam a submissão às autoridades (portanto, que as autoridades não exigissem nada contra a Palavra de Deus), e Paulo (Romanos 13:1-7) e Pedro (1 Pedro 2:13-17), claramente, ensinaram que a função das autoridades governamentais é punir os maus e louvar os bons. Pedro evangelizou o centurião Cornélio, e ordenou que ele fosse batizado ainda sendo um oficial romano. João Batista batizou alguns soldados e lhes incentivou a permanecerem no serviço militar, portanto, que eles fossem honestos e justos (Lucas 3:14). Paulo (assim, como o profeta Daniel no Antigo Testamento) afirmou, claramente, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para castigar os malfeitores e para enaltecer os cidadãos de bem (sem contar que Paulo também evangelizou a Guarda Pretoriana, os Santos da Casa de César). Portanto, essa "historinha" de que Jesus e seus apóstolos eram um bando de "Hippies" pacifistas e anarquistas, não tem embasamento histórico, e menos ainda base bíblica. 

O Príncipe da Paz, também é o Senhor dos Exércitos. Deus é amor, mas também se ira em fervor. A essência de Deus é o amor, mas o seu princípio é a justiça. O Deus da Paz, também é o Deus da Guerra. O Cordeiro de Deus, também é o Leão de Judá. Jesus é o Grande Libertador de Israel, e não esse Hippie idealizado pelos evangélicos. O Jesus da Bíblia é o Messias e o verdadeiro Rei dos judeus. Cristo é o Rei legítimo de Israel. O Príncipe da Paz, também é o Senhor da Guerra. O Deus que concede Salvação por meio de sua Graça, é o mesmo que também lança os pecadores no Tártaro (Lago de Fogo). De Deus não se zomba! Deus se ira e também tem senso de justiça.

O impressionante dos evangélicos é que eles somente gostam de divulgar o "jesuis" distorcido e o "evangelho" deturpado deles. O Jesus cordeirinho e Hippie dos crentes, ou seja, o Jesus songamonga dos evangélicos. E os cristãos pacifistas e babacas que são capachos e sacos de pancadas dos outros. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que comia e bebia com os pecadores. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que xingava e julgava os religiosos hipócritas. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que amava os oprimidos e que se indignava com as coisas erradas e contra as injustiças que o povo sofria. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que desceu a chicotada num bando de religiosos hipócritas e safados, e que virou as mesas para expulsar os "ungidos do Senhor" do Templo de Jerusalém. Esses crentes não gostam de divulgar sobre os cristãos que empunham armas para combater o Boko Haram e o Estado Islâmico. Esses evangélicos não gostam de divulgar sobre os protestantes (luteranos, huguenotes e puritanos) que empunharam armas para combater a Igreja Católica na época da Reforma da Igreja. É porque ser pacifista e politicamente correto é mais fofinho e bonitinho do que fazer o que a Bíblia realmente ensina. Esses religiosos hipócritas querem ser mais santos do que próprio Jesus, o "amigo dos pecadores". Esses crentes safados querem ser mais santos do que o próprio Espírito Santo que inspirou a Bíblia, a Palavra de Deus. Esses malditos fariseus querem ser mais santos do que o próprio Yahweh, o Eterno.

Eu admiro muito Jesus Cristo. Eu me identifico com Jesus. Não com o Jesus Hippie (pacifista e omisso) e songamonga dos evangélicos, mas com o Jesus da Bíblia, que era bocudo, que andava com os pecadores, que se indignava com as coisas erradas, que xingava os fariseus, que amava os oprimidos e que não suportava a hipocrisia religiosa e o falso moralismo.

O mundo clama por um grande herói que combata o mal e proteja os indefesos. A Terra está assolada pela maldade, e Satanás oprime a raça humana através do pecado. Deus amou o mundo de tal maneira que Ele enviou Jesus para sofrer e morrer numa cruz por nós. Cristo sofreu torturas indescritíveis e foi brutalmente assassinado por amor ao seu povo, mas no terceiro dia, Ele ressuscitou. Jesus venceu a morte e o pecado, porque Ele é o Soberano Senhor. Cristo tem as chaves da morte e do Inferno, portanto, Satanás não tem nem a chave de sua própria casa, e nem pode mais usar a morte para ameaçar os escolhidos de Deus, porque os remidos pelo Cordeiro têm a vida eterna.

Quem vai lutar pelo o que é certo? Quem vai nos ajudar a sobreviver? Quem vai lutar pelos fracos? Quem vai fazê-los acreditar? A resposta para essas perguntas é Jesus Cristo. Eu sempre admirei os heróis dos filmes de ação e dos desenhos japoneses (animes), mas passei a admirar muito Jesus, tanto que quero ser igual a Ele. Desejo ardentemente me tornar a imagem e a semelhança de Jesus Cristo. Almejo ser mais parecido com Jesus. O Deus que se fez homem para habitar entre nós. O Messias curou os enfermos e ressuscitou os mortos. Ele expulsou demônios e acalmou a tempestade. O Grande Libertador de Israel, o Rei dos judeus, sangrou dolorosamente até morrer, para que o seu santo sangue nos purificasse de todo o pecado. Os judeus esperavam um Messias guerreiro e nacionalista, mas Jesus Cristo veio ensinar o amor e o perdão. Alguns séculos depois, o Império Romano caiu sob o domínio dos bárbaros, mas isso aconteceu no tempo de Deus. Na época em que Jesus veio aqui na Terra foi mais importante ensinar as pessoas a se amarem do que acabar com o domínio dos romanos.

Existe uma cura para o vírus mortal chamado pecado. Existe uma maneira de conter a epidemia viral que se alastra sobre a Terra. O sangue de Jesus é a cura para o pecado. Cristo veio para nos libertar da escravidão do pecado e da opressão do Diabo. Jesus é o Único Caminho para se chegar até Deus (não existe outro caminho). Cristo é a Única Salvação, pois Ele é o único que pode nos salvar. Ele veio para nos resgatar do Império das Trevas. O Reino das Sombras sucumbiu diante de seu poder. Jesus Cristo veio para proteger os fracos. Ele veio nos trazer Salvação. Cristo veio nos libertar da opressão. Lúcifer foi derrotado na Cruz do Calvário, porque quando Jesus Cristo derramou o seu precioso sangue, Ele venceu o mal. Jesus veio nos salvar.

“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim”. (João 14:6)
Jesus Cristo pode levar todos os homens até Deus. Jesus é o Caminho para se chegar até o Todo-Poderoso (não existe outro caminho). Cristo é o Único Salvador que pode nos livrar da maldição eterna. Qualquer homem que aceitar Jesus Cristo em seu coração como o seu único e suficiente Salvador será salvo. Os verdadeiros cristãos são templos do Espírito Santo e se tornam amigos de Deus através de Jesus Cristo. O sacrifício de Jesus foi o preço pago para que todos nós possamos ser salvos. A Salvação é de graça. Qualquer um pode ser salvo se buscar a Deus e se converter de seus maus caminhos.
“Jesus respondeu e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada”. (João 14:23)
Se as pessoas amarem a Deus acima de todas as coisas e guardarem a sua Palavra, o Altíssimo e o Messias farão morada em seus corações. Todos os homens que amam a Deus acima de tudo e obedecem aos seus mandamentos se tornam templos do Espírito Santo. Deus, Jesus Cristo, e o Espírito Santo, amam o ser humano; e querem fazer do homem a sua morada.
“Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou humilde e manso de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. (Mateus 11:28-30) 
Todas as pessoas que estão cansadas e sobrecarregadas podem se aliviar se forem até Jesus Cristo. O Messias pode consolá-las de todo o sofrimento. O jugo de Jesus é suave e o seu fardo é leve. Não é preciso pagar promessas para alcançar bênçãos, porque Jesus já pagou o preço por nós. O sacrifício de Cristo é o suficiente para que sejamos salvos e abençoados. Então, vão até Jesus, que Ele aliviará vocês de todo o cansaço e os libertará de toda a opressão.
Quanto mais a Igreja Cristã era perseguida, mais os cristãos se tornavam numerosos. Durante todas as perseguições que a Igreja Primitiva sofreu, mais os cristãos aumentavam em número, porque cada vez mais pessoas se convertiam. A coragem dos cristãos diante do terror da morte impressionava os pagãos, que ficaram interessados na fé que dava coragem para os cristãos encararem a morte. Os pagãos não compreendiam o porquê dos cristãos se absterem dos prazeres momentâneos da vida e morrerem por amor a um Deus invisível. Os cristãos primitivos realmente faziam a diferença na sociedade. Os primeiros cristãos amparavam os órfãos e as viúvas, e ajudavam todos os necessitados. Os cristãos primitivos amavam de verdade os seus semelhantes (até os seus próprios inimigos). Nós, cristãos atuais, temos muito que aprender com os nossos irmãos da Igreja Primitiva. Que Deus seja louvado hoje e sempre.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.










segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

PRINCÍPIOS BÍBLICOS NAS ARTES MARCIAIS


Há muita semelhança entre os ensinamentos das artes marciais e das Escrituras. Os princípios e valores são os mesmos. Princípios e valores de honra, de justiça, de integridade, de honestidade, de lealdade, de disciplina, de trabalho, de altruísmo, de compaixão e de coragem. Ensinamentos, estes, que não aprendi na "igreja", mas, sim, nas Escrituras e nas artes marciais. Lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Defender os mais fracos. Proteger os indefesos. Nunca aprendi isso na "igreja", pelo contrário, o que aprendi foi usar o Nome de Deus para "puxar o tapete e passar a perna nos outros" (malandragem gospel). "Paz e amor" só com os malfeitores, porque os fracos e indefesos tem que tratar na base da porrada mesmo (em Nome de Deus). Vejo mais Bíblia e mais princípios bíblicos nas artes marciais do que em muitas igrejas evangélicas por aí. Pais da Igreja como Clemente de Alexandria, Justino Mártir, Agostinho de Hipona e Tomás de Aquino reconheciam que a Glória de Deus se encontra até nas "filosofias humanas", ou seja, Deus fala por meio das Escrituras (isso é óbvio), mas Ele também pode usar outros métodos e outros meios para se comunicar com seus servos (claro, que não seja nada contrário aos ensinamentos bíblicos). Deus não é "essa coisa" formatada e idealizada pelos evangélicos, Ele é Yahweh, o Eterno. (Filipe Levi)

HÁ DIFERENÇA ENTRE VINGANÇA E JUSTIÇA


Há diferença entre vingança e justiça. A vingança é baseada no ódio e no rancor, ou seja, é uma resposta emocional. A justiça nunca é por motivos pessoais ou egoístas, mas, sim, baseada na honra. O próprio Deus estabeleceu as autoridades governamentais (magistrados, soldados, policiais e governantes) para castigar os malfeitores e para enaltecer os cidadãos de bem. Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17) reconheceram que os agentes do Estado (oficiais do rei) são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O dever dos fortes é defender os fracos. O propósito dos heróis é proteger os indefesos. Nós, homens de Deus, temos que ser a voz daqueles que não podem falar. Nós devemos ajudar aqueles que ninguém ajuda. Nós devemos lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. O Pacifismo é demoníaco, ou seja, é de procedência maligna mesmo. O Pacifismo é totalmente contrário aos ensinamentos das Escrituras. O Deus do Antigo Testamento é o mesmo Deus do Novo Testamento (Deus não é bipolar). Jesus nunca foi "Hippie" e nem "um grande pacifista". Isso é uma construção ideológica diabólica para pregar a omissão e o conformismo diante do mal. Satanás, o Diabo, é o Pai da Mentira, ou seja, ele é um mestre na arte da calúnia e da enganação. Quando uma mentira é dita mil vezes, ela se torna numa "verdade". Assim, se constrói uma construção ideológica. A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre defendeu os oprimidos e desamparados. As Escrituras sempre ensinaram que devemos proteger os inocentes e lutar pelo que é justo. Há diferença entre vingança e justiça. Ter senso de justiça e criticar as coisas erradas não é pecado. Pecado é acobertar os erros dos malfeitores em nome de um falso amor e de uma paz falsificada. A omissão diante da maldade é pecado. Quando você se omite diante da opressão, você escolhe o lado do opressor. Quando nos calamos, nos silenciamos e nos omitimos diante do mal, nós somos cúmplices. (Filipe Levi)

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

O PROPÓSITO DOS HERÓIS


A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O dever dos fortes é defender os fracos. O propósito dos heróis é proteger os indefesos. Não ter medo de morrer e enfrentar o medo. Desafiar o perigo e rir diante da morte. Ser honesto quando todos são corruptos. Ser íntegro quando todos são corrompidos. Ser altruísta quando todos são egoístas. Ser valente quando todos são covardes. Se importar quando mais ninguém se importa. Se indignar quando todos se conformam. Desafiar a morte, o Diabo e o Inferno. Combater os malfeitores. Lutar contra o pecado. Procurar fazer o bem quando todos só buscam fazer o mal. Fazer o bem sem esperar nada em troca. Fazer o certo por ser o certo a se fazer. Deixar de fazer o mal não por medo da punição, mas, sim, por uma questão de consciência. Olhar para os oprimidos com compaixão. Se colocar no lugar do outro. Sentir a dor do semelhante. Lutar em prol da justiça. Defender os fracos e proteger os indefesos. Isso é fazer a diferença. (Filipe Levi)

O AMIGO DOS PECADORES


"Não se deixem enganar: as más companhias corrompem os bons costumes". (1 Coríntios 15:33)
Os evangélicos adoram usar esse versículo fora de seu verdadeiro contexto para pregar que os cristãos não podem ter amigos do mundo (amigos pecadores). O Jesus da Bíblia (não o "Hippie e grande pacifista" que pregam por aí, porque esse não é o Jesus das Escrituras) deve ser o "pecador-mor" porque Ele só andava com os pecadores (o Jesus da Bíblia era conhecido como o "AMIGO DOS PECADORES”). O Jesus da Bíblia abominava os fariseus, ou seja, Cristo sempre teve aversão aos "religiosos santarrões" que se acham mais "santos" e melhores do que os outros (esses tolos pensam que podem alcançar a Salvação por meio das obras, sendo que a Salvação é somente pela Graça). Há diferença entre santidade bíblica e legalismo religioso (doutrinas que são preceitos dos homens, e não Mandamentos bíblicos). Já estou farto dos "bordões", "chavões" e "frases clichês" dos evangélicos, porque estudar a Bíblia, a Palavra de Deus (Teologia), que é bom, nada, não é? Jesus veio salvar os pecadores, e não os "santos". A Salvação depende exclusivamente de reconhecer o sacrifício de Jesus na Cruz, e não do seu falso moralismo e religiosidade hipócrita, seus fariseus. (Filipe Levi)

AS FRASES FEITAS DOS CRENTES


O impressionante dos "cristãos" são os seus famosos "bordões", "chavões" e "frases clichês", ou seja, as suas "frases feitas" de sempre. Como, por exemplo, o famoso bordão "não julgueis", que "tatuagem" é do Diabo, que "as autoridades governamentais são estabelecidas pelo Satanás", que "prazer sexual" é do Lúcifer, e que crente não pode falar "palavrão". Sobre o "não julgueis", em nenhum momento Jesus pregou a omissão e o conformismo nesse contexto, mas apenas criticou a hipocrisia dos "fariseus" que adoravam apontar o seu "dedo imundo" para os outros sem ter moral para isso, sendo que eles faziam coisa pior do que as pessoas que eles criticavam. O próprio Jesus, os apóstolos e os profetas da Bíblia julgavam os homens maus e criticavam as injustiças. Sobre a tatuagem (Levítico 19:28), o contexto desse versículo nem sequer está falando sobre tatuagem, mas, sim, sobre um costume "pagão" em que as pessoas se automutilavam em homenagem aos entes queridos mortos. Sobre as autoridades governamentais serem estabelecidas pelo "Capiroto", esses "pacifistas hipócritas" adoram satanizar o serviço militar e a política, ignorando descaradamente o Livro de Daniel (Daniel 2:21) e (Daniel 5:20-21) no Antigo Testamento, e desprezam na cara-de-pau (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17) no Novo Testamento. Sobre o “prazer sexual” ser do “Cramulhão”, tanto o Livro de Provérbios quanto o Livro de Cantares (Cântico dos Cânticos) deixam bem claro que Deus é a favor da sexualidade e do sexo, mas dentro de sua vontade. Sobre falar palavrão (palavras torpes), o contexto de Efésios 4 não está falando especificamente de ofensas e insultos, mas, sim, sobre falar futilidades e coisas fúteis sem nexo e sem sentido. O próprio Jesus, os apóstolos e os profetas ofendiam e insultavam as pessoas, portanto, seria incoerente o contexto de Efésios 4 estar se referindo somente a “xingamentos”. Os evangélicos precisam tomar vergonha na cara, e abandonarem essas “frases feitas”, e começarem a estudar a Bíblia, a Palavra de Deus. (Filipe Levi)

BUSCAR A DEUS POR MEDO


Infelizmente, sempre durante a História da Igreja, os “religiosos” sempre buscaram a Deus na base da coação e do medo. Parece que os "cristãos" (principalmente, os evangélicos) somente sabem buscar a Deus por medo do Diabo e do Inferno. O medo é um instinto primitivo do ser humano, e necessário para a sobrevivência da espécie, mas há diferença entre ser prudente e ser covarde. A coragem não é a ausência do medo, mas é a habilidade de superá-lo. Os cristãos verdadeiros (pessoas de Deus mesmo) buscam a Deus por gratidão e por amor. Os crentes (crentes em Jesus mesmo) buscam a santidade porque desejam agradar o coração de Deus, e não por ter "medinho" do Inferno ou porque querem ganhar alguma vantagem em troca (barganhar com Deus). Nós devemos fazer o bem sem esperar nada em troca. Nós devemos fazer o certo por ser o certo a se fazer. Não devemos evitar fazer o mal por medo da punição, mas, sim, por uma questão de consciência. Se o Inferno não existisse, será que esses "religiosos" buscariam a Deus? (Filipe Levi)

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

RAZÕES PARA ESTUDARMOS A HISTÓRIA DA IGREJA.


RAZÕES PARA ESTUDARMOS A HISTÓRIA DA IGREJA.
1. Porque a História da Igreja está em todo lugar. É impossível entender a História do mundo sem estudar a História da Igreja
2. Porque toda vez que surgir uma dúvida em sua cabeça, alguém mais inteligente do que você já respondeu essa pergunta de maneira muito melhor e mais clara.
3. Quanto mais fundo cavarmos, mais ouro encontraremos. Os Pais da Igreja, os mártires, os pré-reformadores, reformadores, puritanos são uma fonte de inspiração e modelo de vida cristã para nós. É importante observarmos seus passos. 
4. Porque ler a História da Igreja é um meio fascinante de ver a Providência Divina guiando seu Povo levantando homens santos em cada geração, quando as coisas pareciam não ter solução.
5. Ler a História da Igreja nos ensina a aprender com nossos irmãos em Cristo ao longo da História como viver a vida cristã enfrentando as adversidades nesta nossa peregrinação rumo à cidade Celestial
6. Ler a História da Igreja nos revela quem somos, de onde viemos
e qual é nossa presente situação. 
EX: De onde vieram todas as denominações? Qual é a grande diferença entre o Calvinismo e o Arminianismo?
7. Devemos ler a História da Igreja para entender qual é nossa missão aqui na terra. Como Agostinho disse em A Cidade de Deus: "Vivemos no mundo", mas somos "cidadãos de outro lugar, da Cidade de Deus"
8. Devemos ler a História da Igreja, porque o Cristianismo é uma religião histórica que tem atravessado séculos e mais séculos. Se não estudarmos a História da Igreja cometeremos os mesmos erros do passado. A História da Igreja é libertadora!

A SOBERANIA DE DEUS

Soberania de Deus no Sofrimento Humano
Muitas vezes passamos por situações complicadas em nossas vidas (problemas em relacionamentos, familiares, financeiros, mortes, etc) e chegamos a duvidar da bondade e soberania de Deus. Se Ele é tão bom e Senhor de todas as coisas, porque Ele permite essa situação? Ele não enxerga o meu sofrimento?
Geralmente achamos que somos cristãos, “pessoas boas” e então merecemos a bondade e as bênçãos de Deus. Às vezes chegamos até ao ponto de comparar nossas vidas com a dos ímpios. Para eles parece estar tudo tão bom e tranqüilo, enquanto para nós cristãos, tudo é tão sofrido.
No livro de Salmos, cap. 73:1-3, Asafe reconhece a bondade de Deus e mostra que chegou a invejar os arrogantes, porém, no verso 17, ele fala que viu qual será o fim deles. Jó, diante do seu sofrimento, começa a questionar a Deus e posteriormente, Deus o faz várias perguntas (cap. 38,39,40) o fazendo reconhecer que ele não é digno de questionar e nem digno de respostas ( Jó 40: 3-5). Logo depois, temos no capítulo 42:1-6, a confissão de Jó reconhecendo a soberania de Deus.
Temos que ter sempre em mente que às vezes Deus permite a provação na nossa vida, mas é Ele quem nos dá a força necessária para passarmos por ela. Ele nos sustenta durante aquele período e, depois que seu propósito for cumprido, Ele cessa a provação e nos recompensa pelos dias de sofrimento.
Durante uma aula que tive, o professor fez um paralelo que achei bem interessante: “Se você soubesse que Deus apostou todas as fichas em você – que você suportaria a aflição confiando que Ele está no controle e mesmo sem entender nada, continuaria confiando Nele – como você reagiria?”
Deus permitiu que Satanás tirasse tudo de Jó (só não a vida) porque Ele apostou em Jó e sabia que ele seria fiel a Deus. Como o foi, recebeu a recompensa. E Jó não foi fiel por conta própria, foi porque Deus o capacitou para isso. Assim como antigamente, Ele nos capacita hoje!
Precisamos crer que Deus não nos prova além das nossas forças (1 Co 10:13). Se Ele nos deu é porque sabe que somos capazes. É Ele mesmo quem nos sustenta. Ele sempre nos socorre na hora certa (Tg 1:2-4). Esse é o método que Deus usa para a nossa santificação.
E por fim, temos a promessa descrita em Tiago “Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam” (Tiago 1:12) e podemos ter a certeza que todas as coisas colaboram para o bem dos que amam a Deus ( Rm 8:28).
Que Deus nos abençoe!
Deborah Ferreira de Moura





DEUS ABOMINA A HIPOCRISIA


Religião não impressiona ao Deus celestial. Você pode confortar a sua alma tola, mas a hipocrisia O ofende. Ele odeia a frequência na igreja, a contribuição, palavras e serviços, se você tem pecado em sua vida (Pv 15:8; 28:9). Ele odeia isto! Ele afirma que isto fede! Ele não pode suportar isto! Se você tem intenções más nos seus serviços religiosos, Ele odeia ainda muito mais!
Os homens adoram a religião, porque querem honrar a Deus, justificar a si mesmos para Ele, a agradar a outros homens, e acalmar as suas almas. Os homens amam a religião porque ela é fácil. Frequentando a igreja, carregando a Bíblia, falando a fala, doando algum dinheiro, e praticando obras novas, é fácil. Eles até podem amar a Deus. Mas esquadrinhando o coração e a vida para desarraigar aquelas coisas agradáveis, mas que são contrárias à Palavra de Deus, é difícil. Por isto, muitos vivem como hipócritas. Mas Deus odeia a hipocrisia!
Outros homens amam a religião porque ela lhes é útil. Eles frequentam a igreja para obter glória pessoal, esfolar vítimas ou roubar das viúvas (ISm 2:12-17,22; Mt 6:1-6; 23:14). Eles até se oferecem para ocupar cargos na igreja. Todas as cidades têm algumas igrejas das ''queridas'' da sociedade ''rasgando seda'' uma das outras. Alguns desses são agnósticos e até mesmo ateus; eles não têm nenhuma vontade de Deus. Eles utilizam a religião para más ambições. E Deus as odeia mais do que aos próprios hipócritas!
Quanta hipocrisia você acha que pode praticar e não ter que responder a Ele? Pouca? Você está enganado! Todas as coisas são claras e reveladas aos olhos Daquele com Quem nós temos que prestar contas (Hb 4:12-14). Ele exige de você todo o seu coração e uma vida de santidade (Mt 6:24; 22:37). Qualquer coisa menor do que isto Ele as considera como sendo adultério espiritual e a julgará severamente (Tg 4:1-10; Ap 2:1-5).
A religião de Jesus Cristo exige um coração puro e uma vida santa (Jo 4:24; Rm 12:1-2; Tg 1:27). Jesus zombou da religiosidade externa sem que houvesse a santidade interna (Mt 5:17-20; 6:1-6; 23:23-28). A desobediência faz com que a adoração religiosa se torne em idolatria e feitiçaria IISm 15:22-23)!