quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

O GRANDE LIBERTADOR DE ISRAEL (AQUELE QUE VENCEU A MORTE)



“Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz duma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões; e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. (Isaías 53:1-5)

O Jesus "Hippie" que pregam por aí, não é o Jesus histórico, menos ainda o Jesus da Bíblia. Essa "historinha" de que Jesus era um "Hippie e grande pacifista" não tem embasamento histórico, menos ainda base bíblica. Os "historiadores de Internet" (geralmente, Testemunhas de Jeová e evangélicos que não terminaram nem o Ensino Fundamental), adoram usar o argumento de que os cristãos primitivos não se alistavam no Exército, e por causa disso o serviço militar é do Diabo. Existem historiadores (historiadores de verdade) que até defendem a teoria de que Jesus era um líder dos zelotes (judeus revolucionários que tentavam derrubar o Império Romano do poder). Eu sei que Jesus e os apóstolos nunca apoiaram os zelotes, mas Cristo e seus fiéis apóstolos sempre defenderam a submissão às autoridades (portanto, que as autoridades não exigissem nada contra a Palavra de Deus), e Paulo (Romanos 13:1-7) e Pedro (1 Pedro 2:13-17), claramente, ensinaram que a função das autoridades governamentais é punir os maus e louvar os bons. Pedro evangelizou o centurião Cornélio, e ordenou que ele fosse batizado ainda sendo um oficial romano. João Batista batizou alguns soldados e lhes incentivou a permanecerem no serviço militar, portanto, que eles fossem honestos e justos (Lucas 3:14). Paulo (assim, como o profeta Daniel no Antigo Testamento) afirmou, claramente, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para castigar os malfeitores e para enaltecer os cidadãos de bem (sem contar que Paulo também evangelizou a Guarda Pretoriana, os Santos da Casa de César). Portanto, essa "historinha" de que Jesus e seus apóstolos eram um bando de "Hippies" pacifistas e anarquistas, não tem embasamento histórico, e menos ainda base bíblica. 

O Príncipe da Paz, também é o Senhor dos Exércitos. Deus é amor, mas também se ira em fervor. A essência de Deus é o amor, mas o seu princípio é a justiça. O Deus da Paz, também é o Deus da Guerra. O Cordeiro de Deus, também é o Leão de Judá. Jesus é o Grande Libertador de Israel, e não esse Hippie idealizado pelos evangélicos. O Jesus da Bíblia é o Messias e o verdadeiro Rei dos judeus. Cristo é o Rei legítimo de Israel. O Príncipe da Paz, também é o Senhor da Guerra. O Deus que concede Salvação por meio de sua Graça, é o mesmo que também lança os pecadores no Tártaro (Lago de Fogo). De Deus não se zomba! Deus se ira e também tem senso de justiça.

O impressionante dos evangélicos é que eles somente gostam de divulgar o "jesuis" distorcido e o "evangelho" deturpado deles. O Jesus cordeirinho e Hippie dos crentes, ou seja, o Jesus songamonga dos evangélicos. E os cristãos pacifistas e babacas que são capachos e sacos de pancadas dos outros. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que comia e bebia com os pecadores. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que xingava e julgava os religiosos hipócritas. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que amava os oprimidos e que se indignava com as coisas erradas e contra as injustiças que o povo sofria. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que desceu a chicotada num bando de religiosos hipócritas e safados, e que virou as mesas para expulsar os "ungidos do Senhor" do Templo de Jerusalém. Esses crentes não gostam de divulgar sobre os cristãos que empunham armas para combater o Boko Haram e o Estado Islâmico. Esses evangélicos não gostam de divulgar sobre os protestantes (luteranos, huguenotes e puritanos) que empunharam armas para combater a Igreja Católica na época da Reforma da Igreja. É porque ser pacifista e politicamente correto é mais fofinho e bonitinho do que fazer o que a Bíblia realmente ensina. Esses religiosos hipócritas querem ser mais santos do que próprio Jesus, o "amigo dos pecadores". Esses crentes safados querem ser mais santos do que o próprio Espírito Santo que inspirou a Bíblia, a Palavra de Deus. Esses malditos fariseus querem ser mais santos do que o próprio Yahweh, o Eterno.

Eu admiro muito Jesus Cristo. Eu me identifico com Jesus. Não com o Jesus Hippie (pacifista e omisso) e songamonga dos evangélicos, mas com o Jesus da Bíblia, que era bocudo, que andava com os pecadores, que se indignava com as coisas erradas, que xingava os fariseus, que amava os oprimidos e que não suportava a hipocrisia religiosa e o falso moralismo.

O mundo clama por um grande herói que combata o mal e proteja os indefesos. A Terra está assolada pela maldade, e Satanás oprime a raça humana através do pecado. Deus amou o mundo de tal maneira que Ele enviou Jesus para sofrer e morrer numa cruz por nós. Cristo sofreu torturas indescritíveis e foi brutalmente assassinado por amor ao seu povo, mas no terceiro dia, Ele ressuscitou. Jesus venceu a morte e o pecado, porque Ele é o Soberano Senhor. Cristo tem as chaves da morte e do Inferno, portanto, Satanás não tem nem a chave de sua própria casa, e nem pode mais usar a morte para ameaçar os escolhidos de Deus, porque os remidos pelo Cordeiro têm a vida eterna.

Quem vai lutar pelo o que é certo? Quem vai nos ajudar a sobreviver? Quem vai lutar pelos fracos? Quem vai fazê-los acreditar? A resposta para essas perguntas é Jesus Cristo. Eu sempre admirei os heróis dos filmes de ação e dos desenhos japoneses (animes), mas passei a admirar muito Jesus, tanto que quero ser igual a Ele. Desejo ardentemente me tornar a imagem e a semelhança de Jesus Cristo. Almejo ser mais parecido com Jesus. O Deus que se fez homem para habitar entre nós. O Messias curou os enfermos e ressuscitou os mortos. Ele expulsou demônios e acalmou a tempestade. O Grande Libertador de Israel, o Rei dos judeus, sangrou dolorosamente até morrer, para que o seu santo sangue nos purificasse de todo o pecado. Os judeus esperavam um Messias guerreiro e nacionalista, mas Jesus Cristo veio ensinar o amor e o perdão. Alguns séculos depois, o Império Romano caiu sob o domínio dos bárbaros, mas isso aconteceu no tempo de Deus. Na época em que Jesus veio aqui na Terra foi mais importante ensinar as pessoas a se amarem do que acabar com o domínio dos romanos.

Existe uma cura para o vírus mortal chamado pecado. Existe uma maneira de conter a epidemia viral que se alastra sobre a Terra. O sangue de Jesus é a cura para o pecado. Cristo veio para nos libertar da escravidão do pecado e da opressão do Diabo. Jesus é o Único Caminho para se chegar até Deus (não existe outro caminho). Cristo é a Única Salvação, pois Ele é o único que pode nos salvar. Ele veio para nos resgatar do Império das Trevas. O Reino das Sombras sucumbiu diante de seu poder. Jesus Cristo veio para proteger os fracos. Ele veio nos trazer Salvação. Cristo veio nos libertar da opressão. Lúcifer foi derrotado na Cruz do Calvário, porque quando Jesus Cristo derramou o seu precioso sangue, Ele venceu o mal. Jesus veio nos salvar.

“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim”. (João 14:6)
Jesus Cristo pode levar todos os homens até Deus. Jesus é o Caminho para se chegar até o Todo-Poderoso (não existe outro caminho). Cristo é o Único Salvador que pode nos livrar da maldição eterna. Qualquer homem que aceitar Jesus Cristo em seu coração como o seu único e suficiente Salvador será salvo. Os verdadeiros cristãos são templos do Espírito Santo e se tornam amigos de Deus através de Jesus Cristo. O sacrifício de Jesus foi o preço pago para que todos nós possamos ser salvos. A Salvação é de graça. Qualquer um pode ser salvo se buscar a Deus e se converter de seus maus caminhos.
“Jesus respondeu e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada”. (João 14:23)
Se as pessoas amarem a Deus acima de todas as coisas e guardarem a sua Palavra, o Altíssimo e o Messias farão morada em seus corações. Todos os homens que amam a Deus acima de tudo e obedecem aos seus mandamentos se tornam templos do Espírito Santo. Deus, Jesus Cristo, e o Espírito Santo, amam o ser humano; e querem fazer do homem a sua morada.
“Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou humilde e manso de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. (Mateus 11:28-30) 
Todas as pessoas que estão cansadas e sobrecarregadas podem se aliviar se forem até Jesus Cristo. O Messias pode consolá-las de todo o sofrimento. O jugo de Jesus é suave e o seu fardo é leve. Não é preciso pagar promessas para alcançar bênçãos, porque Jesus já pagou o preço por nós. O sacrifício de Cristo é o suficiente para que sejamos salvos e abençoados. Então, vão até Jesus, que Ele aliviará vocês de todo o cansaço e os libertará de toda a opressão.
Quanto mais a Igreja Cristã era perseguida, mais os cristãos se tornavam numerosos. Durante todas as perseguições que a Igreja Primitiva sofreu, mais os cristãos aumentavam em número, porque cada vez mais pessoas se convertiam. A coragem dos cristãos diante do terror da morte impressionava os pagãos, que ficaram interessados na fé que dava coragem para os cristãos encararem a morte. Os pagãos não compreendiam o porquê dos cristãos se absterem dos prazeres momentâneos da vida e morrerem por amor a um Deus invisível. Os cristãos primitivos realmente faziam a diferença na sociedade. Os primeiros cristãos amparavam os órfãos e as viúvas, e ajudavam todos os necessitados. Os cristãos primitivos amavam de verdade os seus semelhantes (até os seus próprios inimigos). Nós, cristãos atuais, temos muito que aprender com os nossos irmãos da Igreja Primitiva. Que Deus seja louvado hoje e sempre.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.










segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

PRINCÍPIOS BÍBLICOS NAS ARTES MARCIAIS


Há muita semelhança entre os ensinamentos das artes marciais e das Escrituras. Os princípios e valores são os mesmos. Princípios e valores de honra, de justiça, de integridade, de honestidade, de lealdade, de disciplina, de trabalho, de altruísmo, de compaixão e de coragem. Ensinamentos, estes, que não aprendi na "igreja", mas, sim, nas Escrituras e nas artes marciais. Lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Defender os mais fracos. Proteger os indefesos. Nunca aprendi isso na "igreja", pelo contrário, o que aprendi foi usar o Nome de Deus para "puxar o tapete e passar a perna nos outros" (malandragem gospel). "Paz e amor" só com os malfeitores, porque os fracos e indefesos tem que tratar na base da porrada mesmo (em Nome de Deus). Vejo mais Bíblia e mais princípios bíblicos nas artes marciais do que em muitas igrejas evangélicas por aí. Pais da Igreja como Clemente de Alexandria, Justino Mártir, Agostinho de Hipona e Tomás de Aquino reconheciam que a Glória de Deus se encontra até nas "filosofias humanas", ou seja, Deus fala por meio das Escrituras (isso é óbvio), mas Ele também pode usar outros métodos e outros meios para se comunicar com seus servos (claro, que não seja nada contrário aos ensinamentos bíblicos). Deus não é "essa coisa" formatada e idealizada pelos evangélicos, Ele é Yahweh, o Eterno. (Filipe Levi)

HÁ DIFERENÇA ENTRE VINGANÇA E JUSTIÇA


Há diferença entre vingança e justiça. A vingança é baseada no ódio e no rancor, ou seja, é uma resposta emocional. A justiça nunca é por motivos pessoais ou egoístas, mas, sim, baseada na honra. O próprio Deus estabeleceu as autoridades governamentais (magistrados, soldados, policiais e governantes) para castigar os malfeitores e para enaltecer os cidadãos de bem. Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17) reconheceram que os agentes do Estado (oficiais do rei) são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O dever dos fortes é defender os fracos. O propósito dos heróis é proteger os indefesos. Nós, homens de Deus, temos que ser a voz daqueles que não podem falar. Nós devemos ajudar aqueles que ninguém ajuda. Nós devemos lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. O Pacifismo é demoníaco, ou seja, é de procedência maligna mesmo. O Pacifismo é totalmente contrário aos ensinamentos das Escrituras. O Deus do Antigo Testamento é o mesmo Deus do Novo Testamento (Deus não é bipolar). Jesus nunca foi "Hippie" e nem "um grande pacifista". Isso é uma construção ideológica diabólica para pregar a omissão e o conformismo diante do mal. Satanás, o Diabo, é o Pai da Mentira, ou seja, ele é um mestre na arte da calúnia e da enganação. Quando uma mentira é dita mil vezes, ela se torna numa "verdade". Assim, se constrói uma construção ideológica. A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre defendeu os oprimidos e desamparados. As Escrituras sempre ensinaram que devemos proteger os inocentes e lutar pelo que é justo. Há diferença entre vingança e justiça. Ter senso de justiça e criticar as coisas erradas não é pecado. Pecado é acobertar os erros dos malfeitores em nome de um falso amor e de uma paz falsificada. A omissão diante da maldade é pecado. Quando você se omite diante da opressão, você escolhe o lado do opressor. Quando nos calamos, nos silenciamos e nos omitimos diante do mal, nós somos cúmplices. (Filipe Levi)

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

O PROPÓSITO DOS HERÓIS


A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O dever dos fortes é defender os fracos. O propósito dos heróis é proteger os indefesos. Não ter medo de morrer e enfrentar o medo. Desafiar o perigo e rir diante da morte. Ser honesto quando todos são corruptos. Ser íntegro quando todos são corrompidos. Ser altruísta quando todos são egoístas. Ser valente quando todos são covardes. Se importar quando mais ninguém se importa. Se indignar quando todos se conformam. Desafiar a morte, o Diabo e o Inferno. Combater os malfeitores. Lutar contra o pecado. Procurar fazer o bem quando todos só buscam fazer o mal. Fazer o bem sem esperar nada em troca. Fazer o certo por ser o certo a se fazer. Deixar de fazer o mal não por medo da punição, mas, sim, por uma questão de consciência. Olhar para os oprimidos com compaixão. Se colocar no lugar do outro. Sentir a dor do semelhante. Lutar em prol da justiça. Defender os fracos e proteger os indefesos. Isso é fazer a diferença. (Filipe Levi)

O AMIGO DOS PECADORES


"Não se deixem enganar: as más companhias corrompem os bons costumes". (1 Coríntios 15:33)
Os evangélicos adoram usar esse versículo fora de seu verdadeiro contexto para pregar que os cristãos não podem ter amigos do mundo (amigos pecadores). O Jesus da Bíblia (não o "Hippie e grande pacifista" que pregam por aí, porque esse não é o Jesus das Escrituras) deve ser o "pecador-mor" porque Ele só andava com os pecadores (o Jesus da Bíblia era conhecido como o "AMIGO DOS PECADORES”). O Jesus da Bíblia abominava os fariseus, ou seja, Cristo sempre teve aversão aos "religiosos santarrões" que se acham mais "santos" e melhores do que os outros (esses tolos pensam que podem alcançar a Salvação por meio das obras, sendo que a Salvação é somente pela Graça). Há diferença entre santidade bíblica e legalismo religioso (doutrinas que são preceitos dos homens, e não Mandamentos bíblicos). Já estou farto dos "bordões", "chavões" e "frases clichês" dos evangélicos, porque estudar a Bíblia, a Palavra de Deus (Teologia), que é bom, nada, não é? Jesus veio salvar os pecadores, e não os "santos". A Salvação depende exclusivamente de reconhecer o sacrifício de Jesus na Cruz, e não do seu falso moralismo e religiosidade hipócrita, seus fariseus. (Filipe Levi)

AS FRASES FEITAS DOS CRENTES


O impressionante dos "cristãos" são os seus famosos "bordões", "chavões" e "frases clichês", ou seja, as suas "frases feitas" de sempre. Como, por exemplo, o famoso bordão "não julgueis", que "tatuagem" é do Diabo, que "as autoridades governamentais são estabelecidas pelo Satanás", que "prazer sexual" é do Lúcifer, e que crente não pode falar "palavrão". Sobre o "não julgueis", em nenhum momento Jesus pregou a omissão e o conformismo nesse contexto, mas apenas criticou a hipocrisia dos "fariseus" que adoravam apontar o seu "dedo imundo" para os outros sem ter moral para isso, sendo que eles faziam coisa pior do que as pessoas que eles criticavam. O próprio Jesus, os apóstolos e os profetas da Bíblia julgavam os homens maus e criticavam as injustiças. Sobre a tatuagem (Levítico 19:28), o contexto desse versículo nem sequer está falando sobre tatuagem, mas, sim, sobre um costume "pagão" em que as pessoas se automutilavam em homenagem aos entes queridos mortos. Sobre as autoridades governamentais serem estabelecidas pelo "Capiroto", esses "pacifistas hipócritas" adoram satanizar o serviço militar e a política, ignorando descaradamente o Livro de Daniel (Daniel 2:21) e (Daniel 5:20-21) no Antigo Testamento, e desprezam na cara-de-pau (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17) no Novo Testamento. Sobre o “prazer sexual” ser do “Cramulhão”, tanto o Livro de Provérbios quanto o Livro de Cantares (Cântico dos Cânticos) deixam bem claro que Deus é a favor da sexualidade e do sexo, mas dentro de sua vontade. Sobre falar palavrão (palavras torpes), o contexto de Efésios 4 não está falando especificamente de ofensas e insultos, mas, sim, sobre falar futilidades e coisas fúteis sem nexo e sem sentido. O próprio Jesus, os apóstolos e os profetas ofendiam e insultavam as pessoas, portanto, seria incoerente o contexto de Efésios 4 estar se referindo somente a “xingamentos”. Os evangélicos precisam tomar vergonha na cara, e abandonarem essas “frases feitas”, e começarem a estudar a Bíblia, a Palavra de Deus. (Filipe Levi)

BUSCAR A DEUS POR MEDO


Infelizmente, sempre durante a História da Igreja, os “religiosos” sempre buscaram a Deus na base da coação e do medo. Parece que os "cristãos" (principalmente, os evangélicos) somente sabem buscar a Deus por medo do Diabo e do Inferno. O medo é um instinto primitivo do ser humano, e necessário para a sobrevivência da espécie, mas há diferença entre ser prudente e ser covarde. A coragem não é a ausência do medo, mas é a habilidade de superá-lo. Os cristãos verdadeiros (pessoas de Deus mesmo) buscam a Deus por gratidão e por amor. Os crentes (crentes em Jesus mesmo) buscam a santidade porque desejam agradar o coração de Deus, e não por ter "medinho" do Inferno ou porque querem ganhar alguma vantagem em troca (barganhar com Deus). Nós devemos fazer o bem sem esperar nada em troca. Nós devemos fazer o certo por ser o certo a se fazer. Não devemos evitar fazer o mal por medo da punição, mas, sim, por uma questão de consciência. Se o Inferno não existisse, será que esses "religiosos" buscariam a Deus? (Filipe Levi)

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

RAZÕES PARA ESTUDARMOS A HISTÓRIA DA IGREJA.


RAZÕES PARA ESTUDARMOS A HISTÓRIA DA IGREJA.
1. Porque a História da Igreja está em todo lugar. É impossível entender a História do mundo sem estudar a História da Igreja
2. Porque toda vez que surgir uma dúvida em sua cabeça, alguém mais inteligente do que você já respondeu essa pergunta de maneira muito melhor e mais clara.
3. Quanto mais fundo cavarmos, mais ouro encontraremos. Os Pais da Igreja, os mártires, os pré-reformadores, reformadores, puritanos são uma fonte de inspiração e modelo de vida cristã para nós. É importante observarmos seus passos. 
4. Porque ler a História da Igreja é um meio fascinante de ver a Providência Divina guiando seu Povo levantando homens santos em cada geração, quando as coisas pareciam não ter solução.
5. Ler a História da Igreja nos ensina a aprender com nossos irmãos em Cristo ao longo da História como viver a vida cristã enfrentando as adversidades nesta nossa peregrinação rumo à cidade Celestial
6. Ler a História da Igreja nos revela quem somos, de onde viemos
e qual é nossa presente situação. 
EX: De onde vieram todas as denominações? Qual é a grande diferença entre o Calvinismo e o Arminianismo?
7. Devemos ler a História da Igreja para entender qual é nossa missão aqui na terra. Como Agostinho disse em A Cidade de Deus: "Vivemos no mundo", mas somos "cidadãos de outro lugar, da Cidade de Deus"
8. Devemos ler a História da Igreja, porque o Cristianismo é uma religião histórica que tem atravessado séculos e mais séculos. Se não estudarmos a História da Igreja cometeremos os mesmos erros do passado. A História da Igreja é libertadora!

A SOBERANIA DE DEUS

Soberania de Deus no Sofrimento Humano
Muitas vezes passamos por situações complicadas em nossas vidas (problemas em relacionamentos, familiares, financeiros, mortes, etc) e chegamos a duvidar da bondade e soberania de Deus. Se Ele é tão bom e Senhor de todas as coisas, porque Ele permite essa situação? Ele não enxerga o meu sofrimento?
Geralmente achamos que somos cristãos, “pessoas boas” e então merecemos a bondade e as bênçãos de Deus. Às vezes chegamos até ao ponto de comparar nossas vidas com a dos ímpios. Para eles parece estar tudo tão bom e tranqüilo, enquanto para nós cristãos, tudo é tão sofrido.
No livro de Salmos, cap. 73:1-3, Asafe reconhece a bondade de Deus e mostra que chegou a invejar os arrogantes, porém, no verso 17, ele fala que viu qual será o fim deles. Jó, diante do seu sofrimento, começa a questionar a Deus e posteriormente, Deus o faz várias perguntas (cap. 38,39,40) o fazendo reconhecer que ele não é digno de questionar e nem digno de respostas ( Jó 40: 3-5). Logo depois, temos no capítulo 42:1-6, a confissão de Jó reconhecendo a soberania de Deus.
Temos que ter sempre em mente que às vezes Deus permite a provação na nossa vida, mas é Ele quem nos dá a força necessária para passarmos por ela. Ele nos sustenta durante aquele período e, depois que seu propósito for cumprido, Ele cessa a provação e nos recompensa pelos dias de sofrimento.
Durante uma aula que tive, o professor fez um paralelo que achei bem interessante: “Se você soubesse que Deus apostou todas as fichas em você – que você suportaria a aflição confiando que Ele está no controle e mesmo sem entender nada, continuaria confiando Nele – como você reagiria?”
Deus permitiu que Satanás tirasse tudo de Jó (só não a vida) porque Ele apostou em Jó e sabia que ele seria fiel a Deus. Como o foi, recebeu a recompensa. E Jó não foi fiel por conta própria, foi porque Deus o capacitou para isso. Assim como antigamente, Ele nos capacita hoje!
Precisamos crer que Deus não nos prova além das nossas forças (1 Co 10:13). Se Ele nos deu é porque sabe que somos capazes. É Ele mesmo quem nos sustenta. Ele sempre nos socorre na hora certa (Tg 1:2-4). Esse é o método que Deus usa para a nossa santificação.
E por fim, temos a promessa descrita em Tiago “Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam” (Tiago 1:12) e podemos ter a certeza que todas as coisas colaboram para o bem dos que amam a Deus ( Rm 8:28).
Que Deus nos abençoe!
Deborah Ferreira de Moura





DEUS ABOMINA A HIPOCRISIA


Religião não impressiona ao Deus celestial. Você pode confortar a sua alma tola, mas a hipocrisia O ofende. Ele odeia a frequência na igreja, a contribuição, palavras e serviços, se você tem pecado em sua vida (Pv 15:8; 28:9). Ele odeia isto! Ele afirma que isto fede! Ele não pode suportar isto! Se você tem intenções más nos seus serviços religiosos, Ele odeia ainda muito mais!
Os homens adoram a religião, porque querem honrar a Deus, justificar a si mesmos para Ele, a agradar a outros homens, e acalmar as suas almas. Os homens amam a religião porque ela é fácil. Frequentando a igreja, carregando a Bíblia, falando a fala, doando algum dinheiro, e praticando obras novas, é fácil. Eles até podem amar a Deus. Mas esquadrinhando o coração e a vida para desarraigar aquelas coisas agradáveis, mas que são contrárias à Palavra de Deus, é difícil. Por isto, muitos vivem como hipócritas. Mas Deus odeia a hipocrisia!
Outros homens amam a religião porque ela lhes é útil. Eles frequentam a igreja para obter glória pessoal, esfolar vítimas ou roubar das viúvas (ISm 2:12-17,22; Mt 6:1-6; 23:14). Eles até se oferecem para ocupar cargos na igreja. Todas as cidades têm algumas igrejas das ''queridas'' da sociedade ''rasgando seda'' uma das outras. Alguns desses são agnósticos e até mesmo ateus; eles não têm nenhuma vontade de Deus. Eles utilizam a religião para más ambições. E Deus as odeia mais do que aos próprios hipócritas!
Quanta hipocrisia você acha que pode praticar e não ter que responder a Ele? Pouca? Você está enganado! Todas as coisas são claras e reveladas aos olhos Daquele com Quem nós temos que prestar contas (Hb 4:12-14). Ele exige de você todo o seu coração e uma vida de santidade (Mt 6:24; 22:37). Qualquer coisa menor do que isto Ele as considera como sendo adultério espiritual e a julgará severamente (Tg 4:1-10; Ap 2:1-5).
A religião de Jesus Cristo exige um coração puro e uma vida santa (Jo 4:24; Rm 12:1-2; Tg 1:27). Jesus zombou da religiosidade externa sem que houvesse a santidade interna (Mt 5:17-20; 6:1-6; 23:23-28). A desobediência faz com que a adoração religiosa se torne em idolatria e feitiçaria IISm 15:22-23)!

terça-feira, 28 de novembro de 2017

OS CRISTÃOS E O SERVIÇO MILITAR (MINISTROS DE DEUS)



Será mesmo verdade que todos os cristãos primitivos eram pacifistas e pregavam contra o serviço militar? Tenho a mera impressão de que Clemente de Alexandria (Tito Flávio Clemente), que Ireneu de Lyon, que Eusébio de Cesaréia, que Policarpo de Esmirna e que Clemente de Roma discordariam dessa afirmação, pois todos esses Pais da Igreja reconheciam que as autoridades governamentais são legítimas e estabelecidas por Deus. Clemente de Alexandria, Ireneu de Lyon e Eusébio de Cesaréia defendiam a guerra justa abertamente. Paulo declarou abertamente que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus (e não por Satanás) e que são ministros de Deus (e não do Diabo) para punir os maus e louvar os bons (Romanos 13:1-7). Pedro reconhecia a legitimidade das autoridades legalmente constituídas também e considerava o uso da força por parte do Estado para castigar os malfeitores legítimo também (1 Pedro 2:13-17). João Batista quando batizou alguns soldados não lhes aconselhou a abandonar o serviço militar, pelo contrário, ele lhes aconselhou a serem bons soldados (Lucas 3:14). A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca condenou o serviço militar, tampouco, Jesus e os seus apóstolos.
No século I, o Cristianismo era visto como uma ramificação do Judaísmo (religião lícita para o Império Romano). Os judeus não eram obrigados a prestar culto ao imperador, nem sacrificar aos deuses pagãos, e eram isentos do serviço militar. Por causa disso, os cristãos primitivos nas primeiras décadas do primeiro século não tiveram problemas com o governo romano. No princípio, quem perseguia os primeiros cristãos era o Sinédrio, ou seja, os fariseus (os religiosos fanáticos e fundamentalistas da época). O apóstolo Paulo foi um grande perseguidor da Igreja, a mando do Sinédrio. No ano 64, com o incêndio terrível que devastou Roma, Nero, acusou os cristãos de tê-lo provocado, por isso, começou a primeira perseguição estatal contra os cristãos.
Há três pontos que devo destacar sobre o fato de quase todos os primeiros cristãos não terem se alistado no Exército e nem terem ocupado cargos públicos até o final do século II (existiram cristãos no Exército e ocupando cargos públicos antes do ano 170 sim, mas eram poucos). Em primeiro lugar, o culto imperial, os sacrifícios aos deuses, às práticas idolátricas nas cerimônias cívicas e religiosas, os juramentos pelos deuses, e a perseguição estatal contra o Cristianismo, dificultavam que os cristãos se envolvessem com o Estado. Em segundo lugar, as guerras que o Império Romano promovia não eram para a defesa da nação, mas, sim, para oprimir e escravizar outros povos através da força militar. Em terceiro lugar, Jesus Cristo, João Batista, os apóstolos, e os Pais Apostólicos, nunca demonizaram o serviço militar e a política, pelo contrário, esses homens santos reconheciam a legitimidade e a necessidade de se existir um Estado para poder manter a lei e a ordem na sociedade. Jesus e Paulo ordenaram aos cristãos pagarem todos os seus impostos, sabendo que o dinheiro era usado para a manutenção do Exército. Pedro e Paulo ensinaram à submissão as autoridades governamentais e reconheceram que é a função do governo castigar os malfeitores e louvar os cidadãos de bem.
Quando uma mentira é dita mil vezes, ela se torna numa "verdade". Assim, se constrói uma construção ideológica. Satanás, o Diabo, desde o início sempre distorceu as Escrituras e as "filosofias humanas". Satanás é o Pai da Mentira, um mestre na arte da enganação. O Diabo não é esse bobo e sonso que os crentes pregam por aí. Podem acreditar que o "olho que tudo vê" não é cego. O Tinhoso não é ingênuo e nem burro (ao contrário do que os evangélicos pensam). Mentiras diabólicas e ensinamentos satânicos (como o Pacifismo, a antisexualização dos cristãos, o famoso bordão "Não julgueis" e a famosa "imunidade parlamentar" do "não toqueis no ungido do Senhor", essas são as maiores mentiras criadas por Satanás que imperam dentro da Igreja de Cristo). Infelizmente, a inteligência nunca foi o ponto forte dos "cristãos", mas, sim, o legalismo religioso e a ignorância teológica mesmo. Enquanto, o pecado idiotiza as pessoas, ou seja, emburrece o homem, o mundo e a Igreja, continuam fazendo do "jeito que o Diabo gosta".
Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa é apenas justiça. O sexto mandamento sempre se referiu ao homicídio ilícito, e não a matar por legítima defesa e a matar na guerra. O verbo hebraico “ratsach” usado nesse mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “não matarás”, se no sexto mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada não é digno de sua espada. As flechas do cristão somente podem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a espada por motivos pessoais, mas apenas para promover a justiça.
Criminosos são como ervas daninhas. Você arranca uma, e aparece logo outra em outro lugar. Por isso, que os homens bons devem sempre estar preparados para combatê-los. Sejam esses homens bons pessoas investidas de autoridade ou não. Não devemos nos igualar aos criminosos, pois não devemos pagar o mal com o mal. (nós somos diferentes deles). A nossa compaixão nos torna diferentes dos malfeitores. Devemos usar a força bruta e as armas sim, mas dentro da legalidade e em confrontos justos. Olho por olho e dente por dente nunca foi um incentivo ao ódio e a vingança, pelo contrário, é um ensinamento que ensina justamente que devemos combater os maus numa luta justa, baseada na honra e na justiça, e para que os criminosos sejam punidos de forma justa, e não de forma exagerada. Os heróis sempre existirão. Mesmo, que as pessoas céticas digam que não, sempre existirão homens valentes, cheios de coragem e ousadia, que ousarão se opor ao mal.
“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)
No Novo Testamento, o apóstolo Paulo confirma exatamente a mesma coisa que o profeta Daniel ensinou (Daniel 5:20-21), ou seja, de que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus. Paulo ainda vai mais além, pois ele também disse que o Estado é servo de Deus para punir os malfeitores. Paulo não só considera as autoridades legítimas, como também diz que os governantes, magistrados e soldados têm a autorização de Deus para usarem a espada para castigar os maus. A palavra grega usada para espada é “machaira” que é um símbolo da pena capital. Paulo indica que era a favor da pena de morte quando usa a espada como símbolo da punição do Estado.
Paulo também ensinou que todos os cidadãos (principalmente, os cristãos) devem pagar todos os seus impostos, porque o dinheiro deve ser usado para a manutenção das Forças Armadas e das polícias para garantirem a segurança do país e para castigarem os homens que praticam o mal. Para Paulo, os agentes do Estado (governantes, magistrados e soldados) estão a serviço de Deus para o bem-estar da sociedade. Portanto, os cristãos devem se sujeitar a eles. O dever das autoridades é punir os maus e louvar os bons. Pelo menos, era assim que Paulo acreditava.
Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei. (1 Pedro 2:13-17)
O apóstolo Pedro, assim, como o apóstolo Paulo e o profeta Daniel, também reconheceu que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Para Pedro, a função das autoridades é castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. Paulo tinha exatamente a mesma opinião. Ambos os apóstolos legitimaram o uso da força por parte do Estado (da violência mesmo) para punir os criminosos perigosos que ameaçam a sociedade.

“Então, alguns soldados lhe perguntaram: E nós, o que devemos fazer? Ele respondeu: Não pratiquem extorsão, nem acusem ninguém falsamente, e contentem-se com o seu salário”. (Lucas 3:14)

João Batista, o precursor do Messias, e o maior de todos os profetas, reconheceu a legitimidade do trabalho do soldado, pois ele mesmo batizou alguns militares e lhes incentivou a permanecerem no Exército, portanto, que eles fossem honestos e justos. A própria Bíblia reconhece que João Batista foi o homem pecador mais justo que já existiu sobre a Terra. Portanto, a opinião dele é válida. João Batista não era um qualquer, mas era o precursor do Messias, isto é, o homem que preparou o caminho para Jesus; e ele foi o maior profeta que já existiu. Portanto, João Batista sabia o que estava fazendo quando batizou aqueles soldados.

Sobre os juramentos (como o Juramento à Bandeira), Jesus Cristo não condenou totalmente os juramentos. O que Jesus condenou foram às pessoas que não têm palavra, e precisam se garantir em juramentos para os outros acreditarem que elas estão falando a verdade. Algumas confissões de fé protestantes explicam bem sobre isso. Não há problema algum em fazer juramentos honrados em nome da paz, da justiça e do amor.
Os cristãos pacifistas, para sustentar a heresia do pacifismo, se utilizam de versículos bíblicos fora de contexto, então, eu mostrarei os verdadeiros contextos dos versículos usados por eles. Para se compreender a Bíblia é preciso lê-la em seu contexto histórico e cultural. Sempre devemos ler os capítulos inteiros inseridos em seu contexto.
“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13) 
Inúmeros cristãos interpretam mal o capítulo 6 da Carta aos Efésios, porque eles confundem guerra espiritual com pacifismo. O autor da Carta aos Efésios é também o autor da Carta aos Romanos. O apóstolo Paulo, o autor de ambas as Cartas, não era pacifista, pois se percebe claramente a sua posição em relação ao Estado no capítulo 13 da Carta aos Romanos. No capítulo 6 da Carta aos Efésios, o apóstolo Paulo usa puro simbolismo militar para se referir à armadura de Deus. O apóstolo Paulo constantemente usava o serviço militar como bom exemplo para a vida cristã. O fato de Paulo ter dito que a nossa luta não é contra carne e sangue (muito deturpado pelos pacifistas hipócritas), não significa que ele fez apologia ao pacifismo. O capítulo 6 da Carta aos Efésios não invalida o capítulo 13 da Carta aos Romanos, portanto, o apóstolo Paulo não pregou o pacifismo. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja; e o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado. A Igreja (instituição religiosa) não deve se engajar em lutas armadas, mas o Estado (que é ministro de Deus) tem a obrigação de lutar nas guerras físicas. A guerra da Igreja é espiritual; e a guerra do Estado é física. Paulo não era bipolar e nem esquizofrênico, ou seja, ele não tinha uma opinião em Romanos 13 e outra opinião em Efésios 6.
“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)
Por isso, as armas carnais e humanas, tais como argúcia, habilidade, riqueza, capacidade organizacional, eloqüência, persuasão, influência e personalidade são em si mesmas inadequadas para destruir as fortalezas de Satanás; porque as únicas armas adequadas para desmantelar os arraiais do Diabo, as injustiças e os falsos ensinos são as armas que Deus nos dá. Esse trecho não se refere às armas bélicas, mas, sim, a capacidade humana; e para combater o Inferno precisamos das armas espirituais dadas por Deus, pois somos incapazes de vencermos Satanás e os seus demônios sozinhos.
“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”. (Mateus 5:38-39)
Os fariseus deturpavam as leis do Antigo Testamento para incentivar as pessoas ao ódio e a retaliação, porque olho por olho e dente por dente eram na verdade as punições aplicadas pelas autoridades nos malfeitores e não um incentivo a represália do indivíduo. Jesus condenou a vingança pessoal e não a legítima defesa, pois Ele usa muito simbolismo nas coisas em que ensina. Cristo, em outra parte da Bíblia, ensinou que se a sua mão direita te fizer pecar, se deve amputá-la. E se o seu olho direito te fizer pecar, se deve arrancá-lo. Oferecer a outra face está inserido no mesmo contexto. Jesus não falou para os cristãos se mutilarem e nem para serem sacos de pancadas dos outros. Tudo isso é puro simbolismo.
“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão”. (Mateus 26:52)
Cristo não fez apologia ao pacifismo, mas, simplesmente, falou que os violentos sofrerão violência. Se Pedro tivesse matado Malco, ele seria punido com a morte pelo Estado Romano e Jesus quis impedir que isso acontecesse. O próprio Cristo ordenou a Pedro para que ele comprasse aquela espada. Jesus devia cumprir com a profecia a seu respeito e Pedro quis impedir o cumprimento dessa profecia. Jesus não disse para Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. Paulo reconhece que o Estado tem o poder da espada para castigar os malfeitores (algo concedido e autorizado por Deus).
“E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão”. (Samuel 17:47)
Quando Davi afirmou que do Senhor é a guerra, ou seja, de que a batalha pertence ao Senhor, ele quis dizer que nós, servos de Deus, devemos confiar no Altíssimo e não em nossa própria força ou em armas bélicas; entretanto, em nenhum momento, ele hesitou lutar contra Golias por causa disso, porque ele confiava no Senhor dos Exércitos.
O básico da estratégia militar é sempre eliminar os líderes primeiro para que os seus subordinados fiquem confusos e comecem a disputar pelo poder. Cortar a luz elétrica e as linhas telefônicas para que os seus inimigos fiquem sem comunicação e desorientados na escuridão. Antecipe os passos de seu inimigo. Coloque-se em seu lugar para pensar exatamente como ele, porque assim você saberá qual será o seu próximo ataque. Cerque seus inimigos, destrua as suas plantações e os privem de água e de alimento, assim, você terá mais probabilidade de derrotá-los. O opressor só respeita a força que é maior do que a dele. Os violentos só conhecem a linguagem da violência. Negociar e argumentar com estupradores, torturadores e assassinos cruéis é perda de tempo, porque eles nem se darão ao trabalho de te ouvir. A resposta tem que ser rápida. O disparo tem que ser certeiro. Use o fator surpresa, pois assim você surpreenderá o seu inimigo. Nunca implore por sua vida ou por misericórdia, pois isso apenas aumentará a sensação de poder e atiçará o sadismo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos bandidos. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos opressores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos malfeitores.
A "visão" que o mundo e a Igreja têm de Jesus é totalmente distorcida do Jesus verdadeiro revelado nas Escrituras. As pessoas enxergam Jesus como um tipo de "Hippie", um "grande pacifista", ou o "Bob Marley", menos o Messias relatado na Bíblia. O Jesus da Bíblia era desbocado (Ele era boca suja mesmo). O Jesus da Bíblia se indignava com as coisas erradas e criticava as injustiças que o povo sofria. O Jesus da Bíblia xingava, insultava e ofendia os fariseus e os saduceus (os religiosos hipócritas e falsos moralistas da época). O Jesus da Bíblia tinha compaixão pelos "pecadores" e amava os desamparados e os oprimidos. O Jesus da Bíblia elogiou a fé e a integridade de um militar, mas desprezou a religiosidade hipócrita e o falso moralismo dos fariseus. O Jesus da Bíblia era conhecido como o "AMIGO DAS PROSTITUTAS" (o amigo das "putas" mesmo). O Jesus da Bíblia comia e bebia com os "pecadores", porque Ele era o "AMIGO DOS PECADORES". O Jesus da Bíblia (segundo os fariseus) tinha o Diabo no corpo, porque Ele expulsava os demônios em nome de Belzebu. O Jesus da Bíblia pegou um chicote nas mãos e desceu a chicotada nos cambistas e saiu chutando as mesas lá no Templo de Jerusalém. Viram como o Jesus da Bíblia é um "Hippie e grande pacifista"? Quando uma mentira é dita mil vezes, ela se torna numa "verdade". Assim, se constrói uma construção ideológica.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.

FÊNIX, O CAVALEIRO DA ESPERANÇA


Ikki de Fênix é um bom exemplo a ser seguido pelos cristãos. Ikki foi espancado quando era criança, órfão e foi rejeitado pelas pessoas. Na Ilha da Rainha da Morte, ele foi treinado por Guilthy (Satanás), que lhe ensinou apenas o ódio e desejo por vingança. Fênix perdeu a mulher que amava (morta pelo seu próprio mestre), e matou o assassino de sua amada com suas próprias mãos. Ikki passou a dominar a Ilha da Rainha da Morte, e ficou conhecido como o "Cavaleiro do Ódio". Ikki tentou matar os seus amigos de infância, mas foi derrotado, se arrependendo de todos os seus crimes. Ikki de Fênix, que era conhecido como o "Cavaleiro do Ódio", passou a ser conhecido como o "Cavaleiro da Esperança", e começou a lutar em nome da verdade e da justiça. Ikki quebrou o "ciclo da intolerância" e abandonou o seu passado sangrento para se tornar num verdadeiro herói. (Filipe Levi)

O SÍMBOLO DA CASA DE EL


O símbolo da Casa de El (Casa de Deus) significa "ESPERANÇA". Todos os povos aguardam por uma figura "messiânica". Todos os homens têm fome e sede por um Salvador. Por isso, se criam os "heróis", porque todos nós precisamos de bons exemplos para seguir. Os heróis nos enobrecem, nos mostram como podemos nos tornar nobres e íntegros. A Bíblia, a Palavra de Deus, e a História da Igreja estão repletas de bons exemplos de heróis, não porque esses homens em sua "natureza pecaminosa" fossem bons, mas porque a Graça de Deus os transformou em homens bons, os tornando em verdadeiros heróis. O personagem "Super-Homem" foi inspirado no Messias da Bíblia (Jesus Cristo). O mundo precisa de heróis, e, principalmente, do principal, o Messias, o Salvador anunciado pelos profetas do passado. Esse "jesuis" falso que pregam por aí é uma fraude, porque o Jesus da Bíblia se importava mesmo com os desamparados e oprimidos e condenava a hipocrisia e criticava a injustiça. O Jesus da Bíblia nunca se omitiu diante do mal, tampouco, ensinou à omissão, o conformismo e a covardia para os seus discípulos. Jesus é a Esperança de que precisamos. Cristo sofreu e morreu numa Cruz para que você e eu fôssemos salvos. Se você reconhecer o sacrifício de Jesus por você na Cruz, a Graça de Deus lhe concederá a vida eterna. Jesus Cristo é o Único Caminho para se chegar até Deus (não existe outro caminho). Jesus é a nossa Esperança. (Filipe Levi)

GUERRA ESPIRITUAL

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

ESPERANÇA


“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.” (Lamentações 3:21) O que nos mantêm vivos? O que nos faz seguir adiante diante das dificuldades da vida? Por que sonhamos? Tudo tem um propósito. Tudo tem um por que. "Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários". (C.S Lewis). "Sempre que Deus quer fazer um homem grande, Ele o quebra em pedaços primeiro". (C. H. Spurgeon). A esperança é esperar aquilo que não podemos ver. Isso é ter esperança, isso é ter fé. Eu não sou um erro. Há um propósito para o meu nascimento. Há um propósito para a minha existência. Há alguma razão para eu ainda estar vivo. Os nossos sonhos (quando estão de acordo com a vontade de Deus e com os ensinamentos das Escrituras) e a esperança nos fazem continuar. Os nossos sonhos nos mantêm vivos. Esperar o que não podemos ver, e mesmo assim crendo que um dia alcançaremos, isso é ter fé, isso é a esperança. Deus traz à existência aquilo que não existe. Onde há morte, Deus traz a vida. Em um mundo governado por Deus, não existe coincidências. Tudo tem um propósito. (Filipe Levi)

O JESUS DA BÍBLIA


A "visão" que o mundo e a Igreja têm de Jesus é totalmente distorcida do Jesus verdadeiro revelado nas Escrituras. As pessoas enxergam Jesus como um tipo de "Hippie", um "grande pacifista", ou o "Bob Marley", menos o Messias relatado na Bíblia. O Jesus da Bíblia era desbocado (Ele era boca suja mesmo). O Jesus da Bíblia se indignava com as coisas erradas e criticava as injustiças que o povo sofria. O Jesus da Bíblia xingava, insultava e ofendia os fariseus e os saduceus (os religiosos hipócritas e falsos moralistas da época). O Jesus da Bíblia tinha compaixão pelos "pecadores" e amava os desamparados e os oprimidos. O Jesus da Bíblia elogiou a fé e a integridade de um militar, mas desprezou a religiosidade hipócrita e o falso moralismo dos fariseus. O Jesus da Bíblia era conhecido como o "AMIGO DAS PROSTITUTAS" (o amigo das "putas" mesmo). O Jesus da Bíblia comia e bebia com os "pecadores", porque Ele era o "AMIGO DOS PECADORES". O Jesus da Bíblia (segundo os fariseus) tinha o Diabo no corpo, porque Ele expulsava os demônios em nome de Belzebu. O Jesus da Bíblia pegou um chicote nas mãos e desceu a chicotada nos cambistas e saiu chutando as mesas lá no Templo de Jerusalém. Viram como o Jesus da Bíblia é um "Hippie e grande pacifista"? Quando uma mentira é dita mil vezes ela se torna numa "verdade". Assim, se constrói uma construção ideológica. (Filipe Levi)

domingo, 26 de novembro de 2017

DEVEMOS MANTER O FOCO


Satanás, o Diabo, procura fraquezas (quando estamos com a guarda-baixa, para nos golpear). Ele dissemina heresias destruidoras e ensinamentos satânicos nas igrejas (usa coisas aparentemente "bíblicas", "evangélicas", "cristãs", "fofinhas" e "bonitinhas" para ludibriar e enganar as pessoas). É como se existisse uma cerca elétrica, e Satanás, tenta encontrar algum ponto vulnerável para tentar entrar. Ele é um mestre do disfarce, um mestre do ilusionismo. O Diabo usa coisas com a "patente evangélica" e "gospel", baseadas em versículos bíblicos distorcidos e fora de seus verdadeiros contextos para destruir as vidas das pessoas, e por meio do pecado, levá-las a perdição (morte eterna). Acreditem, o Príncipe das Trevas conhece muito bem as Escrituras, e ele é muito habilidoso com a Bíblia. O Diabo é um grande "teólogo", e também conhece muito bem a História da humanidade. Quando uma mentira é dita mil vezes, ela acaba se tornando numa "verdade”. Assim, se constrói uma construção ideológica. Os mesmos pecados de Gênesis e as mesmas heresias da época da Igreja Primitiva são usados até hoje para proliferar a destruição e para furtar o coração dos homens. Satanás não é ignorante, nem burro e nem um animal. Ele pode ser metódico e sistemático, mas ele conhece muito bem o ser humano e sabe como derrubá-lo. Se nós, cristãos, nos basearmos nas Escrituras (termos uma boa base teológica) teremos grandes chances de vencermos. Temos que ter sustentação na nossa fé. Devemos dar prioridade à oração (nossa relação e comunhão com Deus). Devemos ter "foco de tiro". Devemos sempre manter o foco. Satanás tenta desviar o foco das pessoas para coisas secundárias (para que os cristãos não se importem com o que realmente importa). Devemos buscar sabedoria em Deus, para que possamos resistir às ciladas, armadilhas e ataques do Diabo. (Filipe Levi)

O BÁSICO DA ESTRATÉGIA MILITAR


O básico da estratégia militar é sempre eliminar os líderes primeiro para que os seus subordinados fiquem confusos e comecem a disputar pelo poder. Cortar a luz elétrica e as linhas telefônicas para que os seus inimigos fiquem sem comunicação e desorientados na escuridão. Antecipe os passos de seu inimigo. Coloque-se em seu lugar para pensar exatamente como ele, porque assim você saberá qual será o seu próximo ataque. Cerque seus inimigos, destrua as suas plantações e os privem de água e de alimento, assim, você terá mais probabilidade de derrotá-los. O opressor só respeita a força que é maior do que a dele. Os violentos só conhecem a linguagem da violência. Negociar e argumentar com estupradores, torturadores e assassinos cruéis é perda de tempo, porque eles nem se darão ao trabalho de te ouvir. A resposta tem que ser rápida. O disparo tem que ser certeiro. Use o fator surpresa, pois assim você surpreenderá o seu inimigo. Nunca implore por sua vida ou por misericórdia, pois isso apenas aumentará a sensação de poder e atiçará o sadismo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos bandidos. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos opressores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos malfeitores. (Filipe Levi)

A GUERRA FÍSICA E A GUERRA ESPIRITUAL


Nós, cristãos, vivemos em constante batalha, em contínuo confronto com as hostes espirituais do mal. Assim, como Romanos 13 é a luta do Estado (que é ministro de Deus), Efésios 6 é a luta da Igreja (instituição religiosa). O Símbolo dos ímpios, o Vilão de gibi, constantemente nos ataca covardemente investindo sugestões malignas em nossos pensamentos. O verdadeiro campo de batalha de todo ser humano é a mente. A guerra espiritual não invalida a guerra física. O serviço militar, as artes marciais e o manuseio com armas de fogo é para o combate bélico (Romanos 13:1-7) e (I Pedro 2:13-17). A santidade (bíblica), a oração (conversar sempre com Deus), o estudo constante das Escrituras (Teologia) e a nossa comunhão com Deus (relacionamento sincero e verdadeiro com Deus, sem falsidade e sem hipocrisia, porque Deus não é idiota e nem otário) é para o combate espiritual. Nós, cristãos, sendo soldados ou não (Lucas 3:14), devemos combater as forças do mal. Satanás, o Diabo, e seus anjos infernais, assim, como os malfeitores devem ser combatidos. Nós temos a obrigação e o dever de lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Nós devemos proteger os fracos e indefesos. Devemos usar os nossos punhos e as nossas armas não por motivos pessoais, mas apenas para promover a justiça. Não é pecado lutar pela justiça, ao contrário, é uma boa ação, existem inimigos que não são convencidos com palavras. Implorar para os malfeitores somente aumentará a sensação de poder e atiçará o sadismo desses cães do Inferno. Os anjos do Inferno sentem o cheiro do seu medo, portanto, seja corajoso e não demonstre medo diante de seus inimigos. Satanás, o Diabo, e seus capangas só podem ser detidos se alguém ousar se opor a eles. Deus, em todas as épocas, levanta homens ousados e valentes para combater o mal. Os heróis são aqueles que ousam fazer o que mais ninguém quer fazer. Não temer a morte e estar dispostos a se sacrificarem por um propósito maior. A morte é inevitável, então, por que não morrer com honra, de uma forma digna e altruísta? Então, que vivamos e morramos em prol da justiça e em nome da honra. (Filipe Levi)

terça-feira, 21 de novembro de 2017

A BÍBLIA É A FAVOR DA JUSTIÇA


Apesar de terem existido muitos cristãos primitivos que satanizavam as autoridades governamentais, os apóstolos, Pedro e Paulo, reconheciam que as autoridades eram legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (I Pedro 2:13-17), reconheciam que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons. 
Quando Paulo disse que “a nossa luta não é contra carne e sangue”, ele se referiu à luta da Igreja (instituição religiosa) e não a luta do Estado. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja, mas o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado (que é ministro de Deus). Quando Paulo falou que “as armas da nossa milícia não são carnais”, ele se referiu as vãs filosofias e a capacidade humana, pois o contexto em que ele disse isso nem é sobre armas bélicas. Quando Cristo ensinou que devemos oferecer a outra face, Ele quis dizer que não devemos ser vingativos, pois em nenhum momento (no contexto desse versículo), Jesus pregou contra a legítima defesa e disse que os cristãos devem ser sacos de pancadas dos outros. No mesmo capítulo, em que esse versículo está inserido, em outra parte Jesus fala que devemos arrancar o olho direito e decepar a mão direita se essas partes do nosso corpo nos fizerem pecar. Obviamente, Jesus usou puro simbolismo nessas passagens. Cristo ordenou para Pedro comprar aquela espada que o apóstolo usou para decepar a orelha direita de Malco. Pedro tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse e Cristo quis salvar Pedro da punição de morte que seria aplicada contra ele, se Malco morresse. Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. Paulo reconheceu que o Estado tem o poder da espada (machaira) que foi concedido e autorizado pelo próprio Deus. (Filipe Levi)

MATAR POR UMA CAUSA JUSTA


Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa é apenas justiça. O sexto mandamento sempre se referiu ao homicídio ilícito, e não a matar por legítima defesa e a matar na guerra. O verbo hebraico “ratsach” usado nesse mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “não matarás”, se no sexto mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada não é digno de sua espada. As flechas do cristão somente podem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a espada por motivos pessoais, mas apenas para promover a justiça. (Filipe Levi)

NÃO DESISTA DO AMOR


Não desista do amor, você é a resposta da oração de alguém

O que os lábios escondem os olhos entregam. Com a boca nós sorrimos e garantimos que tudo está bem, mas somente os olhos sabem quantas lágrimas brotam e percorrem o rosto que no escuro se fecha, lentamente as lagrimas se precipitam ao travesseiro, como um suicídio melancólico, mas que não sara as dores da alma, não responde os "por quês" da vida e não cessa a solidão. Você está só, sonha um dia ter alguém, mas a realidade é extremamente contraditória, as pessoas que aparecem querem um momento, você quer uma vida, os sentimentos que propõem são passageiros e você espera algo duradouro, e isso acumulado as decepções, as memórias de amores não correspondidos, causam em você um desgaste, um cansaço! E o desejo é desistir, desistir de ser quem és, de acreditar no amor, e em si mesmo. Mas não desista! Talvez do outro lado da rua, alguém está orando por você, pedindo a Deus alguém que tenha seu sorriso, alguém que traga o seu carinho, alguém com o seu coração. E desistir, além de acabar com os seus próprios sonhos é privar alguém de viver eles com você. Não desista do amor, você é a resposta da oração de alguém, ainda que você não conheça, você é o amor da vida de alguém. Se ainda não deu certo é porque não é o tempo de Deus, mas o tempo é ligeiro e breve você vai agradecer a Deus por esse texto, por esse alguém. E todas as noites que a solidão bater a porta e a dor fazer companhia, faça o mesmo, ainda que você não conheça, ore por seu futuro amor. 
Só não desista, pois agora mesmo tem alguém que já te ama, antes mesmo de te conhecer.

Marcos Bulhões

BUSHIDO




Bushido

O Caminho do Guerreiro Samurai


Redação Niten

O Bushido (bushi = guerreiro, do = caminho), o código de honra e ética do guerreiro samurai, despertou o interesse de muita gente, em 2004, sobretudo, com o lançamento do filme "O Último Samurai" que mostra o astro Tom Cruise no papel de um militar americano cuja vida muda ao conhecer os samurais e o Bushido.BUSHIDO (武士道; 武士 = Guerreiro, 道 = Caminho): "O Caminho do Guerreiro" era o código de honra e ética dos samurais.
O Bushido surgiu e se consolidou juntamente com a história dos samurais, durante os períodos Heian a Tokugawa. As principais virtudes do Bushido são Justiça (GI), Coragem (YUU), Benevolência (JIN), Educação (REI), Sinceridade (MAKOTO), Honra (MEIYO) e Lealdade (CHUUGI). É natural, em um tempo e sociedade tão carentes de valores como estes no qual vivemos, que o Bushido chame a atenção. Seus valores atemporais trazem uma clara noção entre certo e errado, acrescentando mais importância e ideal à vida das pessoas.
Sua origem está ligada fundamentalmente ao Budismo, ao Xintoísmo e ao Confucionismo. Do Budismo, o Bushido herdou a coragem ao se encarar a morte e o desapego pelas questões materiais. Do Confucionismo vem a lealdade ao senhor feudal, a relação com a sociedade e a importância do nome da família. Dentro do Bushido, as linhas gerais que regem as mais variadas relações entre as pessoas, por exemplo, Mestre e Discípulo, Sempai e Kohai, pai e filho, irmão mais velho e mais novo, marido e mulher também possuem raízes no Confucionismo. Do Shintoismo trouxe o respeito para com a terra, com o feudo e a estima pela essência, o espírito, que há em tudo, desde as pessoas aos lugares, as espadas e os demais utensílios dos samurais.
Para o Samurai era preferível a morte à desonra. A desonra era uma mancha que marcava toda a família. Esta era uma vergonha que nenhum samurai conseguia suportar.


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

A VIRTUDE DA ASSIMILAÇÃO (CRISTIANISMO, ANIMES E GAMES)


Filipe Levi 02/11/17
A VIRTUDE DA ASSIMILAÇÃO (CRISTIANISMO, ANIMES E GAMES)
“Eu sei e estou certo, no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma imunda, a não ser para aquele que a tem por imunda; para esse é imunda”. (Romanos 14:14)
Muitos evangélicos, baseados em seu preconceito religioso, demonizam os desenhos animados e o incrível é que esses religiosos hipócritas somente vêem o Diabo em todo lugar e não conseguem ver nada de bom nos desenhos. Eu reconheço que existe ocultismo em diversos desenhos e que eles são perigosos (para crianças pequenas que não sabem discernir o certo do errado), mas posso afirmar que eu e muitos de meus amigos temos retido muitas coisas boas nesses mesmos desenhos, pois como a própria Palavra de Deus nos ensina, devemos examinar tudo e reter o que é bom.
“Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem sobre os ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los”. (Mateus 23:4)
Infelizmente, o fanatismo religioso sempre fez parte da História do Cristianismo. Existem cristãos que vivem em função do Diabo, ou seja, eles não conseguem viver sem o Capeta. Geralmente, esses religiosos tapados e alienados costumam impor um padrão de falsa santidade para os outros que nem eles mesmos conseguem viver. Esses hipócritas colocam fardos pesados em cima dos outros, mas eles, porém, nem com o dedo querem ajudar.
“Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim. Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens”. (Mateus 15:7-9)
Sempre existiram os cristãos “doutrinários”, isto é, aqueles cristãos que vivem em função das doutrinas que são preceitos dos homens. Esses religiosos fanáticos não se importam com os mandamentos de Deus, porque eles dão mais valor as doutrinas que são preceitos dos homens do que aos mandamentos do Altíssimo. Ficar demonizando vestimentas e a aparência das pessoas é coisa de gente idiota, ou seja, o que as pessoas vestem ou deixam de vestir, ou se usam brincos, piercings, e tatuagens, não faz diferença nenhuma para se alcançar a Salvação, até porque a Salvação depende exclusivamente do sacrifício de Jesus; e não do que as pessoas fazem ou deixam de fazer. A Salvação não é pelas obras, mas, sim, pela Graça.
O Cristianismo influenciou o Oriente de tal modo que se percebe a sua influência nos animes (desenhos japoneses). As religiões orientais não costumam retratar a luta entre o bem e o mal como o Judaísmo e o Cristianismo retratam. Com a introdução do Cristianismo por meio dos jesuítas e mais tarde até com os missionários protestantes, os princípios e valores cristãos acabaram sendo introduzidos sutilmente nos países orientais. A luta entre o bem e o mal retratada nos animes é pura influência do Cristianismo.
Gosto muito de assistir animes (desenhos japoneses) e aprendo lições de amizade, companheirismo e honra nesses desenhos que Josué Yrion e companhia adoram endiabrar. Os heróis dos animes geralmente são determinados, ousados e valentes, e se preocupam constantemente em ajudar os semelhantes. Os animes que eu assisto ensinam que a vingança é errada e que devemos pelejar apenas baseados na justiça. Os heróis japoneses usam sua força e habilidades para proteger os indefesos e lutar pelo que é justo. O que acho mais interessante nesses desenhos é que inimigos mortais se perdoam e se tornam grandes amigos, e a amizade é muito valorizada, algo que, infelizmente, não tenho visto nas igrejas evangélicas.
Agora, escreverei sobre alguns desenhos que assisto que têm me ensinado vários princípios morais e lições de companheirismo.
Samurai X ou Rurouni Kenshin é um desenho que se passa na Era Meiji do Japão e é um dos animes que mais gosto. Kenshin Himura era Battousai, o Retalhador, um matador que retalhava suas vítimas sem piedade. No final da Era Tokugawa ele se arrependeu de todos os seus crimes (por causa do amor) e prometeu para si mesmo que nunca mais sujaria suas mãos de sangue novamente. Durante anos, eu odiei os bandidos e desejei ser um justiceiro, mas através desse desenho pude ver que os marginais também podem se converter e se tornar pessoas boas. Deus usou esse anime para falar comigo e através dele eu passei a olhar para os delinqüentes com compaixão.
Fullmetal Alchemist é o desenho que conta a história de dois irmãos, Edward Elric e Alphonse Elric, e o que acho mais bonito nesse anime é o fato desses dois irmãos viverem um em função do outro. Edward e Alphonse brigam como todos os irmãos, mas eles têm um laço de amizade muito forte. Esses irmãos estão dispostos a morrer um pelo outro e sempre lutam pelo que é certo.
Bleach conta a história de Ichigo Kurosaki, um adolescente que se tornou num ceifeiro de almas (um tipo de caçador de demônios) e ele usa todo seu poder para proteger as pessoas que não podem se defender. Ichigo é amigo de Rukia Kuchiki e arriscou sua própria vida para salvá-la, porque ele a amava. Como quase todos os desenhos japoneses, esse anime também valoriza muito a amizade e os heróis desse desenho são amigos mesmo uns dos outros. Um dos heróis que mais admiro desse anime é o Sado Yasutora, um jovem extremamente forte e poderoso que foi briguento no passado, mas que prometeu para si mesmo que nunca mais usaria seus punhos em causa própria e somente lutaria em favor dos fracos e oprimidos. Uryuu Ishida, o Quincy, também é um herói que admiro muito, porque ele é íntegro e honrado, e também somente luta em prol da justiça para defender os indefesos. Com o Uryuu eu aprendi que: “As flechas do Quincy só devem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o Quincy jurou proteger”. Com o Uryuu eu também aprendi que para aqueles que conhecem a Verdade não adianta fechar os olhos e tampar os ouvidos, ou seja, eu não posso ignorar o mundo espiritual. O Uryuu e o Ichigo eram inimigos mortais e se odiavam, mas com o passar do tempo, eles se tornaram grandes amigos (os ceifeiros de almas e os Quincys são inimigos naturais). Esse anime abençoa muito a minha vida, porque Deus sempre fala comigo por meio desse desenho animado.
Um desenho que gosto muito é o “Saint Seiya”, porque é um anime magnífico. Quando eu era criança, sofri muito preconceito por parte dos evangélicos por eu gostar do desenho japonês “Os Cavaleiros do Zodíaco”. Pretendo usar o meu talento de escrever mais uma vez para poder defender o anime Saint Seiya, porque já estou farto da hipocrisia e do fanatismo religioso dos fariseus. Chega de falso moralismo!
Seiya de Pégaso, Shiryu de Dragão, Hyoga de Cisne, Shun de Andrômeda, e Ikki de Fênix são os protagonistas desse maravilhoso desenho. Esses jovens cavaleiros de bronze são conhecidos como “Os Cavaleiros da Esperança”. Seiya e seus amigos são homens dispostos a sofrerem e morrerem pelos outros. Eles não usam os seus punhos em causa própria, mas usam os seus poderes para promover a justiça. 
Seiya é determinado e perseverante, ou seja, ele não se entrega facilmente. O cavaleiro de Pégaso, mesmo sem os seus cinco sentidos, permanece lutando em prol da justiça. Seiya é um guerreiro admirável. No filme “A Lenda dos Defensores de Atena”, Seiya havia perdido a esperança e queria morrer. Saga de Gêmeos disse para Seiya que para os que perdem a esperança e desistem de lutar só resta morrer mesmo. Saga incentivou Seiya a lutar pela vida. Pégaso derrotou Gêmeos, e conseguiu vencer os demais inimigos, porque ele voltou a ter esperança, e continuou lutando.
Shiryu de Dragão é o cavaleiro que mais valoriza a amizade. Shiryu não vive para si mesmo, mas, sim, para a justiça. Ele é um homem que daria a vida pelos outros. Apesar de eu gostar mais do Ikki de Fênix, Shiryu é o cavaleiro que acho mais íntegro e honrado, isto é, ele é o mais digno do meu respeito. O cavaleiro de Dragão em várias ocasiões se sacrificou pelos seus amigos. Quando Shiryu doou grande parte de seu sangue para concertar as armaduras de Pégaso e de Dragão, ele provou que a sua amizade era verdadeira arriscando a sua própria vida. Em outra ocasião, Shiryu se cegou para poder derrotar Algol de Perseu, um cavaleiro de prata que havia transformado Seiya e Shun em estátuas de pedra. Assim, Dragão salvou Pégaso e Andrômeda. Quando Shiryu enfrentou vários esqueletos de cavaleiros, ele não podia se desviar para a direita, nem para a esquerda, e nem recuar. Assim, nós, cristãos, temos que trilhar o Caminho de Deus.
Hyoga de Cisne é um cavaleiro muito valente e honrado que tem muito carinho pela sua mãe. Hyoga tem princípios cristãos (a sua mãe era cristã), e ele é muito perseverante nas batalhas, assim, como os seus demais companheiros. Na Casa de Escorpião, quando Hyoga enfrentou Milo, o cavaleiro de Escorpião lhe disse que era um sonho os cavaleiros de bronze chegarem até a Sala do Mestre, mas Cisne lhe falou que se as pessoas se esforçarem e lutarem por seus sonhos, os seus sonhos podem ser realizados.
Shun de Andrômeda odeia a violência, ou seja, ele não gosta de lutar. Mas, luta quando é necessário. Shun é muito sensível, e não gosta de machucar as pessoas. Na Casa de Libra, o cavaleiro de Andrômeda elevou o seu cosmo ao máximo (arriscando a sua própria vida) para poder descongelar Hyoga de Cisne, que havia sido congelado por Camus de Aquário. Shun também está disposto a dar a sua própria vida pelos seus amigos.
Ikki de Fênix era maléfico no passado, mas graças à amizade de Seiya e dos outros; e do amor de seu irmão Shun, ele se converteu de seus maus caminhos. Ikki era só ódio por dentro, mas o amor o fez se arrepender de seus pecados e nascer de novo. O cavaleiro de Fênix era perverso, e liderava os terríveis cavaleiros negros, mas quando Ikki se converteu, ele passou a lutar pela justiça.
A parte que mais gosto do anime Saint Seiya, é quando o Mestre Ancião (Dohko de Libra) dá uma lição de moral em Máscara da Morte, o cavaleiro de Câncer. Aprendi com Dohko que a injustiça será para sempre injustiça; e a justiça será eternamente justiça. Não importa o quanto o mal tente mudar isso, a verdade é imutável. A injustiça nunca será justiça. Estes são os princípios e valores do anime Saint Seiya. 
Estou passando por um momento muito difícil; e o meu coração dói tanto, como se Afrodite de Peixes tivesse encravado uma rosa sangrenta no meu coração. Ainda bem que eu tenho o anime Saint Seiya para me alegrar e me ajudar a esquecer a tristeza.
“E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia”. (Êxodo 17:11)
Em certa ocasião, o povo de Deus enfrentou os seus inimigos, os amalequitas, e Moisés intercedeu a favor de Israel para que o seu povo triunfasse. Enquanto Moisés estendia as suas mãos e orava, os hebreus prevaleciam; mas quando ele abaixava as suas mãos, os amalequitas prevaleciam. Essa parte da Bíblia nos mostra novamente o verdadeiro poder da oração.
Neste maravilhoso desenho japonês, eu vi um episódio em que a Shunrei intercedeu em favor do Shiryu de Dragão. A Shunrei orou, ou seja, ela pediu diversas vezes para o Deus judaico-cristão proteger o seu amado Shiryu do cavaleiro de ouro Máscara da Morte de Câncer. O próprio anime Saint Seiya, que não é um desenho cristão, mostra o poder da oração. O vilão, Máscara da Morte, ficou muito incomodado com a oração da Shunrei; e foi a intercessão dessa garota que salvou Shiryu. Até esse anime ensina princípios e valores cristãos. Eu aprendi muito com esse magnífico desenho japonês. Apesar da idolatria e da Astrologia envolvidas nesse anime, têm muitas coisas boas para se reter nesse desenho que marcou a minha geração.
Dragon Ball conta a história de Goku, um garoto com rabo de macaco que foi enviado a Terra para conquistá-la, mas quando chegou ao planeta foi criado por Son Gohan que o criou com amor e carinho o transformando numa pessoa boa. Nesse desenho, muitos rivais se perdoaram e se tornaram grandes aliados. Vilões perversos se arrependeram de suas maldades e passaram a lutar pela justiça, como, por exemplo, Piccolo, Tenshinhan, Yamcha e Vegeta, que eram maus e se tornaram bons.
Naruto é o anime que tem feito grande sucesso na atualidade e conta a história de um jovem ninja com o mesmo nome do desenho que era considerado pela sociedade um fracassado que jamais triunfaria na vida. Eu me identifico muito com ele, porque sempre tive complexo de inferioridade e as pessoas nunca acreditaram em mim. Apesar de todos terem falado que Naruto era um perdedor, ele nunca desistiu de seus sonhos e provou para todos que ele era capaz de ser um vencedor. Naruto Uzumaki nunca desistiu de seu grande amigo, Sasuke Uchiha, que se desviou do caminho da justiça para trilhar o caminho do mal. Naruto sempre fez de tudo para trazer Sasuke de volta para o lado do bem, e nunca desistiu dele. Naruto luta contra o seu lado obscuro (um demônio aprisionado dentro dele). Esse ninja luta contra a sua própria natureza, e o amor e a amizade o tornaram num guerreiro justo e num homem grandioso com um excelente caráter.
Eu enxergo, claramente, ensinos teológicos profundos em alguns animes, muitos valores bíblicos e princípios éticos que tem tudo a ver com a Bíblia, a Palavra de Deus. Mostrarei, agora, alguns bons exemplos.
Ichigo Kurosaki luta contra o seu lado Hollow, o seu lado obscuro. Naruto Uzumaki luta contra a "Raposa de Nove Caudas", que também é o seu demônio interior. Nós, crentes em Jesus, também lutamos contra o nosso lado obscuro, o nosso demônio interior. O Velho Homem, o Velho Adão, é o nosso maior inimigo. Muito mais mortal, letal e fatal do que os nossos inimigos exteriores. O nosso inimigo interior é o principal que devemos combater com todas as nossas forças. Essa é a nossa labuta diária. Martinho Lutero disse que pensava que o Velho Homem havia morrido nas águas do batismo, mas ele descobriu que o miserável sabia nadar. John Owen disse que nós, cristãos, devemos combater o pecado diariamente, porque se nós não matarmos o pecado, o pecado nos matará. O Velho Adão, o Velho Homem, sempre estará conosco, até a nossa morte. Como verdadeiros guerreiros devemos combater o nosso lado obscuro, o nosso lado Hollow, a nossa Raposa de Nove Caudas interior.
Ikki de Fênix é um bom exemplo a ser seguido pelos cristãos. Ikki foi espancado quando era criança, órfão e foi rejeitado pelas pessoas. Na Ilha da Rainha da Morte, ele foi treinado por Guilthy (Satanás), que lhe ensinou apenas o ódio e desejo por vingança. Fênix perdeu a mulher que amava (morta pelo seu próprio mestre), e matou o assassino de sua amada com suas próprias mãos. Ikki passou a dominar a Ilha da Rainha da Morte, e ficou conhecido como o "Cavaleiro do Ódio". Ikki tentou matar os seus amigos de infância, mas foi derrotado, se arrependendo de todos os seus crimes. Ikki de Fênix, que era conhecido como o "Cavaleiro do Ódio", passou a ser conhecido como o "Cavaleiro da Esperança", e começou a lutar em nome da verdade e da justiça. Ikki quebrou o "ciclo da intolerância" e abandonou o seu passado sangrento para se tornar num verdadeiro herói.
Agora, falarei sobre um desenho ocidental, o Doug, que conta a história de Doug Funnie que para mim parece até um cristão, pois ele é honesto, justo, bom, e ajuda até seus inimigos, como o Roger Klotz, que sempre o atormenta, mas mesmo assim Doug não retribui o mal com o mal. Esse é um dos desenhos mais educativos que conheço e ensina excelentes princípios morais.
Aprendi princípios éticos e valores de honra com os animes. Esses desenhos japoneses me ensinaram que eu nunca devo lutar e matar por vingança ou por motivos pessoais, mas apenas devo combater para promover a justiça e para proteger os indefesos. Os heróis dos animes me ensinaram que eu devo lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Isso é ser um verdadeiro herói.
No passado, durante anos, eu desejei ser justiceiro. Sempre abominei a covardia e a opressão contra os mais fracos. Por causa da omissão das autoridades e da sociedade, eu desejava fazer justiça com as minhas próprias mãos, mas Deus, através da Bíblia, a Palavra de Deus, e por meio dos heróis, me mostrou que se eu fizesse isso eu seria tão bandido e tão mal quanto os bandidos e os homens maus que eu tanto queria combater. Eu não sou pacifista (tenho aversão a esse ensinamento maligno, que de bíblico não tem nada, ou seja, o Pacifismo é uma ideologia diabólica mesmo), mas Deus me mostrou, por meio da sua Palavra, que o certo é o Estado (as autoridades legalmente constituídas) que deve fazer justiça (dentro da legalidade e de forma justa). Deus estabeleceu as autoridades governamentais (Romanos 13:1-7) para punir os maus e louvar os bons. Essa é a vontade de Deus. O que posso fazer é lutar pelos meus direitos dentro da lei, ter sabedoria para votar nos políticos e me engajar politicamente e socialmente para poder fazer alguma diferença, e, claro, orar em favor dos governantes e das autoridades enviadas por eles, tanto para castigo dos malfeitores, como para louvor dos homens que praticam o bem (1 Pedro 2:13-17). Deus estabeleceu os soldados, policiais, magistrados, promotores e governantes para cuidarem do bem-estar da sociedade. Se os homens investidos de autoridade não cumprem com seu dever, eles prestarão contas a Deus e não mim. A minha parte é fazer o bem e ser justo dentro das leis dos homens e das leis de Deus.
Os fariseus precisam entender que nem todos os criadores de desenhos são pessoas mal-intencionadas, ou seja, nem todos são satanistas. À vezes, eles colocam suas crenças pessoais nos desenhos não com a intenção de prejudicar as crianças, mas porque, simplesmente, eles acreditam nelas. Muitas crenças fazem parte das culturas das pessoas e como muitas delas não conhecem a Deus, elas acabam colocando ocultismo nos desenhos, mas nem sempre é com a intenção de prejudicar alguém.
Os crentes hipócritas também costumam demonizar os videogames, mas várias pesquisas comprovam que muitos jogos estimulam o raciocínio das crianças, e como tudo na vida, também têm inúmeras coisas boas que nós podemos assimilar. Nem todos os jogos incentivam a violência, isto é, existem muitos jogos educativos.
Realmente, o videogame foi uma das maiores criações da humanidade, pois muitos jogos tornam uma vida amarga numa vida doce e aperfeiçoam o intelecto humano. Eu já passei horas por dia jogando videogame e fui muito feliz nesses preciosos momentos. Eu desenvolvi o meu raciocínio jogando jogos de RPG em que eu tinha que desvendar inúmeros segredos. Durante a minha infância, eu tive momentos muito tristes, mas os videogames que eu jogava alegravam o meu coração me tornando numa criança feliz. Agora, contarei sobre alguns jogos clássicos que me deram momentos maravilhosos que jamais irei esquecer. Sinto falta da época em que eu jogava videogame, porque nessa época, eu era verdadeiramente feliz.
Eu jogava muito os jogos do “Super Mario Bros” e delirava a cada fase que passava até chegar às últimas fases e acabar com esses jogos. No Super Mario Bros eu cheguei à última fase, entretanto, nunca consegui acabar com o jogo. No Super Mario Bros 2 eu consegui encerrar o jogo e gostava muito de jogar com a princesa Peach. O Super Mario Bros 3 era o jogo que eu mais gostava de jogar. Eu enfrentei todos os filhos de Bowser (Rei Koopa), mas gostava de usar a flauta para poder conhecer todas as fases. Eu já acabei com esse jogo jogando fase por fase também. O “Super Mario World" também me distraía nos dias que eu não tinha nada para fazer. Eu cheguei a abrir 93 fases desse jogo e passei por todos os castelos até chegar ao palácio de Bowser, no entanto, nunca cheguei a conhecer todas as fases.
O jogo “Super Metroid” da saga “Metroid” também marcou profundamente a minha infância, pois eu já passei madrugadas jogando esse maravilhoso jogo. O primeiro jogo dessa excelente saga tem uma história emocionante. A lendária "caçadora de recompensas" da Nintendo, Samus, tem uma triste história. Ela morava em uma colônia de terráqueos que foi praticamente destruída num ataque dos Piratas Espaciais, e a pequena órfã e única sobrevivente foi acolhida pelos Chozo, evoluída raça de alienígenas que a treinaram na arte da guerra, deram a ela o seu sangue e a sua conhecida armadura. O seu primeiro jogo leva o nome que até hoje é usado, Metroid, do NES. Hoje em dia, Samus, é conhecida por ser uma das poucas mulheres a estrelarem jogos. Metroid é até hoje um dos jogos que reúne fãs em todo mundo.
Já passei madrugadas jogando o magnífico jogo “The Legend of Zelda a Link To The Past”. Esse jogo foi um dos jogos mais emocionantes que já joguei em toda a minha vida. Eu me divertia combatendo os capangas de Ganondorf, o Rei do Mal, e a cada segredo que descobria ficava feliz da vida. Esse jogo me ajudou a ficar mais inteligente, porque eu quebrava a minha cabeça para desvendar os segredos desse excelente jogo.
“Street Fighter” foi um jogo que me marcou muito também. Eu adorava jogar com os lutadores Ryu, Ken, Dhalsim e Guile, para combater os chefões, Balrog, Vega, Sagat e Mister Bison. Street Fighter é um jogo realmente incrível.
Os jogos “Mega Man 7” e “Mega Man X” também alegraram as minhas tardes e noites. Eu até cheguei a criar histórias em quadrinhos do Mega Man de tanto que eu gostava desses jogos. Eu adorava combater os robôs do Doutor Willy e os Mavericks de Sigma. Os jogos do Mega Man marcaram profundamente a minha infância, portanto, nunca me esquecerei desses esplêndidos jogos.
Os jogos do computador MSX também alegravam os meus dias, pois eu me divertia jogando “The Goonies” e outros jogos magníficos (que, infelizmente, não me lembro de todos os nomes, porque eu era muito pequeno quando os joguei).
Apesar de todas as dificuldades que passei, eu tive uma infância feliz. Sinto falta de quando eu jogava videogame, porque essa foi à época mais feliz de minha vida. 
Jogando videogame eu valorizo a música instrumental. Eu me desestresso e me divirto saudavelmente. Eu me afasto dos vícios prejudiciais comuns da juventude (drogas, álcool e sexo ilícito). Exercito minha mente muito mais do que vendo TV (futebol e novelas). Alimento minha imaginação. Desafio as minhas habilidades mentais e meus reflexos. Não fico entediado. Adquiro novos gostos, como a arte e a tecnologia. Conheço excelentes amigos. Eu aprendi o Inglês básico. E ainda têm uns crentes trouxas que pregam que videogame é do Diabo.
“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas”. (1 Coríntios 6:12)
O que pode ser pecado para mim, necessariamente pode não ser pecado para outra pessoa e vice-versa. Eu admito que os desenhos que assisto podem realmente até serem maldições para outras pessoas, mas para mim eles são bênçãos. Deus fala comigo através dos animes e o que eu mais admiro no Todo-Poderoso é que Ele não é preconceituoso e me compreende. Deus me respeita na minha individualidade e não me recrimina por eu assistir desenhos japoneses. Convém-me assistir animes sim e eu não sou dominado por eles.
Decidi escrever essa apologia contra Josué Yrion e seus seguidores fanáticos, porque já estou farto de tanto preconceito. Por isso, resolvi dar um basta em toda essa hipocrisia. Espero ter esclarecido o meu ponto de vista, e afirmo que nós, cristãos, devemos reter de tudo o que é bom.
“Porque um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, come legumes. O que come não despreze o que não come; e o que não come não julgue o que come; porque Deus o recebeu por seu”. (Romanos 14:2-3)
Eu realmente acredito que existem religiosos radicais sinceros em seu radicalismo, mas o que me dá muita raiva é ver religiosos sem nenhum compromisso com Deus ficar atacando pedras nos outros, apenas, porque os outros não acreditam nas suas doutrinas que são preceitos dos homens. Todos os cristãos têm a liberdade para acreditarem no que quiserem, mas o que eles não podem fazer é impor a sua intolerância religiosa para os outros, porque isso é fanatismo religioso. Quem somente come legumes, fique na sua, e não perturbe ninguém (O contexto desse capítulo não é um ataque direto ao veganismo, mas, sim, a intolerância religiosa).
“Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova”. (Romanos 14:22)
Se eu peco ou não, ninguém tem nada a ver com isso, porque eu prestarei contas a Deus pelos meus atos. Eu tenho a minha consciência tranqüila em relação às coisas que gosto, porque tenho certeza que Deus não condena as coisas que gosto.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.