quinta-feira, 29 de outubro de 2015

CORNÉLIO


Cavalheiro, preparou o caminho para você e para mim

Homem de inteira confiança, Cornélio era um oficial competente no exército romano estacionado em Cesaréia. Ele tinha responsabilidade, reconheci­mento e mais dinheiro do que a média das pessoas. É correto dizer que ele comandava respeito. Ele dispu­nha de considerável poder se resolvesse usá-lo.

Cornélio estava longe do lar, mas estava acostuma­do a essa vida. Visto como os exércitos romanos ocupavam diversas nações, os soldados mudavam-se com freqüência. Alguns oficiais eram cruéis e taca­nhos; outros eram bondosos e justos. Cornélio en­quadrava-se na segunda categoria.

Embora fosse generoso com o povo da região que ele ocupava, sua filantropia não pode confundir-se com fraqueza. O amor que ele dedicava ao imperador e ao império chegava ao ponto mais alto. Se fosse preciso desembainhar a espada, Cornélio não hesi­taria.

Ele parece ser um homem bem-acabado e seguro. Não há sede de vingança mesquinha. Não há necessi­dade de exercer violência simplesmente para flexio­nar os músculos.

Como centurião, Cornélio tinha 100 homens sob seu comando, e tinha considerável peso sobre o soldado de infantaria e sobre a população local. Seis desses grupos de 100 homens formavam uma coorte. A coorte que Cornélio comandava era conhecida como italiana. Quando se reuniam dez coortes, elas recebiam o nome de legião, com uma força de 6.000 homens.

Os centuriões são mencionados no Novo Testa­mento sem nenhuma observação que os desmereça. O primeiro centurião mencionado vivia em Cafarnaum. Era de espírito magnânimo. Homem atencio­so, ele amava a nação de Israel e fez grandes contribuições para a construção da sinagoga local.

Convém que não percamos o significado deste fato. Cafarnaum ficava na Galiléia. Nesta região havia grande número de rebeldes e fanáticos. Freqüentemente atacavam os soldados romanos e vi­viam de contínuo lutando por sua liberdade. Neste território tenso teria sido duplamente difícil relaxar ou ser bondoso. Não obstante, este soldado profissio­nal esforçava-se por merecer o respeito. Os judeus que o conheciam não lhe poupavam elogios. Reco­mendaram-no a Jesus com insistência.

Jesus respondeu ao apelo curando o servo do centurião que se achava às portas da morte. Este foi o primeiro gentio a entrar no ministério de Jesus Cristo (Lc 7:1-10).

Mais tarde foi um centurião que esteve junto à cruz e disse: "Verdadeiramente este era Filho de Deus" (Mt 27:54b).

Cornélio encaixava-se na mesma mistura que os outros nobres centuriões. Ele possuía devoção a Deus e não ocultava esse fato. Os que faziam parte de sua família comungavam de seu entusiasmo pelas coisas espirituais e eternas.

Embora ele tivesse uma parcela saudável de ener­gia humana, Cornélio percebeu que a vida é mais do que dinheiro, poder, servos e prestígio. Essas não eram qualidades que satisfizessem. Era necessário ter comunicação com o Pai Celestial para ser comple­to.

Normalmente, o centurião vivia sob considerável tensão. Ele era o sustentáculo do exército romano. Se ele não funcionasse direito, a coorte e a legião eram inúteis. Na maioria dos casos ele fazia carreira militar. Membro da classe comum, o centurião mé­dio havia-se distinguido e era notado por sua capaci­dade. Coragem era a mais proeminente qualidade. Se o país fosse atacado, esperava-se que o centurião defendesse seu terreno ou morresse lutando.

Os deveres específicos do centurião abrangiam três áreas. Ele era responsável pela disciplina de sua tropa. É por isso que o centurião tinha um ramo de videira como seu emblema. Quando necessário ele o usava em seus homens. Em circunstâncias normais, ele não somente batia em seus soldados mas podia executá-los.

A segunda responsabilidade era manter as tropas em forma. Elas tinham de fazer exercícios regular­mente. O centurião fazia inspeções regulares e tinha jurisdição final sobre os suprimentos.

Sua mais importante função era exercida na pró­pria batalha. Uma vez lá, ele era totalmente respon­sável pelo desempenho de seus homens.

Foi na vida de um centurião amistoso que Deus resolveu agir misteriosamente. Deus estava elimi­nando o abismo que havia entre judeus e gentios. Ele queria demonstrar seu amor a ambos igualmente.

Cornélio recebeu uma visão durante as primeiras horas da tarde. Um anjo de Deus assustou-o — soldado intimorato ou não. O centurião fixou os olhos no visitante. Sabia que não se tratava de um sonho. Ele estava bem acordado e gozava de boa saúde. Imediatamente Cornélio perguntou: "Que é Senhor?" (At 10:4b).

Dois ingredientes são óbvios no homem: Ele é aberto, e está disposto. O homem é um aventureiro criativo. Muitos de nós provavelmente ainda estaría­mos tomando aspirina e esperando que a visão desaparecesse. Cornélio, para sua total surpresa, espera que Deus faça coisas fora do comum. Desde o começo ele aceita este fato como uma mensagem da parte de Deus.

Por certo Deus pode conceder visões hoje. Muitos de nós nunca teremos uma visão, mas o princípio da comunicação tem de permanecer vital. Deus pode falar-nos, tanto individual como coletivamente. Ele o tem feito de forma regular através da história. Talvez ela venha como uma "orientação" silenciosa; para outrem pode ser uma voz. Outra vezes é uma circunstância. Certamente ela vem através das Escri­turas. Se crermos que Deus não comunicará, prova­velmente teremos todos os nossos portões fechados de qualquer maneira. Os cristãos que crêem que ela pode acontecer têm maior probabilidade de sentir uma orientação definida.

O anjo anunciou a intenção de Deus de recompen­sar o serviço consagrado. Visto como as orações de Cornélio e suas esmolas visavam à honra de Deus, elas tinham sido aceitas. Em resposta, Deus conferi­ria algo especial ao seu servo.

As esmolas parecem tocar um sino especial para Deus. Embora muitos de nós as tenhamos posto a cozinhar em fogo lento, a Bíblia trata-as com enorme calor. O Antigo Testamento traça diretrizes definidas para a ajuda aos pobres. A compaixão dos israelitas era bem conhecida e estava em nítido contraste com as nações circunvizinhas.

Uma pessoa necessitada podia entrar em qualquer campo e comer o que desejasse se estivesse com fome (Dt 23:24, 25). Era proibido aos agricultores ceifar tudo quanto os campos produzis­sem — os cantos dos campos não eram ceifados, para que os necessitados pudessem segar e recolher algu­ma coisa (Lv 23:22).Um israelita não podia cobrar juros sobre o dinheiro emprestado a uma pessoa pobre (Lv 25:35, 36).

Quando Jesus principiou seu ministério, ele conti­nuou a mesma atitude generosa. Disse aos fariseus que eles deviam esquecer-se da linguagem estrita da lei. Eles estariam em muito melhores condições se pudessem conservar o espírito da lei e ajudar os pobres (Lc 11:41).

Jesus tinha pouca paciência com os teólogos de gabinete. Que mérito havia em guardar todas as festividades se realmente não se importavam com os pobres?

Depois de proferir a parábola do rico insensato, Jesus disse aos discípulos que vendessem o que tinham e dessem esmolas (Lc 12:16 e ss.).

Cornélio viu o ato de dar como algo que estava no coração do Deus amoroso. Cornélio provou que ele tinha cuidado e Deus resolveu apor seu selo de aprovação nesse gesto.

Deus desejava explicar o evangelho de Jesus Cristo a um soldado gentio. Então, por que não o fazia ele mesmo? Por que o anjo do Senhor não anunciou as boas-novas a Cornélio? Em vez disso, o anjo explicou uma série de passos que Cornélio poderia dar para descobrir a verdade.

Parece haver dois motivos por que Deus não lhe disse diretamente. Um é que ele escolheu pessoas para levar a sua Palavra. Somos, basicamente, as mãos, os pés e a voz de Deus neste mundo (Mt 28:19). O segundo motivo para proceder dessa ma­neira é conservar seus seguidores em unidade (Jo 17). Definitivamente, Deus não queria uma igreja judaica e uma igreja gentia. Era importante que se tornassem uma desde o princípio.

As instruções dadas a Cornélio foram claras. Ele devia enviar mensageiros a Jope (hoje está anexada a Tel-Aviv). Lá eles encontrariam Simão Pedro. Simão estava hospedado na casa de Simão, o curtidor, localizada junto à praia. As instruções pareceram suficientes, de modo que o anjo se retirou.

O centurião estava acostumado a receber e a dar ordens. Sem dizer uma palavra, pôs o plano em ação. Cornélio convocou dois servos e um soldado. Os três fariam a viagem de um dia em direção do sul e encontrariam o dinâmico apóstolo.

O soldado que Cornélio escolheu para a viagem é descrito como um homem devoto ou piedoso. Existe algo de contagioso com respeito a este tipo de justiça. Ela não parece pretensiosa ou atravancada com pesos difíceis. A consagração deste trio parecia sincera e mais tarde teve de prová-lo que o era ainda mais.

Até aqui esta reunião histórica movia-se como um piquenique em dia de verão. Tudo estava no lugar certo. Agora Deus tinha de fazer seu trabalho pelos lados de Jope.

Para compreendermos o que estava para acontecer é preciso que avaliemos os antecedentes de Pedro. Sempre lhe fora ensinado que uma pessoa poderia chegar-se a Deus somente fazendo-se judia. Mas Cristo já tinha vindo, e Pedro estava encontrando dificuldade para separar as coisas. Tem um gentio de tornar-se judeu antes que possa tornar-se cristão? Até aqui somente os judeus gentios chegaram a ser batizados. O grupo de Cornélio estava a caminho para ajudar a clarear a mente de Pedro.

Pelo menos no momento a questão parecia clara para Pedro. Naturalmente, é preciso que o indivíduo se torne judeu antes que possa fazer-se cristão. No esforço de Deus para abrir a mente de Pedro ele usou a mesma forma de comunicação que havia usado com Cornélio. Enquanto orava no eirado da casa, Pedro entrou em transe e teve uma visão (At 10:10-15).

Na visão, descia do céu um lençol branco. Era seguro misteriosamente nos quatro cantos. Dentro do lençol havia uma grande variedade de animais qua­drúpedes, aves e répteis.

Disse uma voz: "Pedro, mata e come". Pedro fez objeção, porque alguns dos animais não eram lim­pos. Então a voz disse: "Ao que Deus purificou não consideres comum." Pela terceira vez a voz falou e então o lençol foi recolhido ao céu. Até que ponto uma visão pode ser desnorteante? Pedro cofiou a barba, cocou a cabeça. Felizmente não lhe foi dado muito tempo para ponderar. Enquanto lutava para entender a visão, chegaram à porta da casa do curtidor os três mensageiros vindos de Cesaréia. O Espírito de Deus falou diretamente a Pedro. Ele devia ir com o trio visitante e nada de fazer perguntas. Tudo sairia bem.

O valente apóstolo foi modelado no mesmo molde de Cornélio. Ele lançou-se diretamente ao portão e apresentou-se aos visitantes. Convidou-os a passar a noite com ele. No dia seguinte partiriam para onde quer que fosse. Deus não teve de dar a ordem a Pedro duas vezes.

Na manhã seguinte Pedro reuniu alguns de seus amigos cristãos e ambos os grupos partiram juntos de Jope. Viajaram um dia todo e chegaram a Cesaréia. Que aventura! Deus havia traçado um plano e eles estavam ansiosos por segui-lo.

Cornélio aguardava emocionado. Ele havia reuni­do os parentes e amigos íntimos. Podemos supor sem medo de errar que ele regularmente falava de Cristo com todos quantos conhecia. Ele pode ter tido em sua casa uma reunião de igreja sem igreja.

Teria sido fascinante saber o que eles estudavam. Será que liam o Antigo Testamento? Oravam em ignorância e pediam a direção de Deus? Estavam meramente trocando opiniões e andando sem rumo? Fosse qual fosse o processo, a sinceridade deles era indiscutível. E como buscavam a Deus honestamen­te, o Senhor resolveu honrar essa busca.

Quando Cornélio viu que Pedro se aproximava, correu para o apóstolo e caiu-lhe aos pés. É interes­sante notar como este oficial era humilde. Ele pare­cia ser uma definição viva da verdadeira mansidão. Cornélio tinha o poder de exigir e mandar. Também tinha a humildade para aceitar sugestões, servir e mostrar respeito a outros. Coragem e maleabilidade eram sua combinação áurea.

A mansidão tem recebido um mau nome, mas realmente ela é uma qualidade heróica. Jesus Cristo disse-nos que os mansos herdarão a terra (Mt 5:5). Francamente, isto é embaraçoso para muitos de nós. Retratamo-nos como confiantes e decididos. A palavra manso soa como retirar-se covardemente.

Jesus Cristo referiu-se a si mesmo como manso e humilde de coração (Mt 11:29). Não há necessi­dade de explicar em minúcias o que é a mansidão. É uma qualidade nobre que nos permite servir aos outros e aprender deles.

Às vezes os cristãos, em sua avidez por comunicar a fé, perdem a humildade. Sentimo-nos tão orgulho­sos por sermos filhos do Rei! Se não formos cuidado­sos, tornamo-nos arrogantes em lugar de úteis.

Cornélio tinha uma boa compreensão da Palavra e seu espírito. Ele não tinha de curvar-se ou mesmo cooperar — ele poderia ter exigido que as coisas fossem feitas do seu jeito, mas declinou de fazê-lo. Era isto que o fazia funcional nas mãos de Deus.

Pedro resistiu corretamente à adoração de Corné­lio. Ninguém, melhor do que o apóstolo, sabia que ele era como as demais pessoas. Isto, contudo, não o diminui diante da atitude do oficial. Ele era grato e não orgulhoso demais para admiti-lo.

Este encontro histórico precisa de uma pequena explicação. Ambos os homens não pareciam sentir-se muito à vontade. Pedro explicou como aconteceu de ele procurar um centurião gentio; para dizer a verdade, uma atitude muito irregular. Judeus e gentios normalmente não se misturavam bem. Cor­nélio esboçou seus antecedentes e descreveu a visão que teve três ou quatro dias antes.

Pedro tinha vindo para ensinar a Cornélio, mas ele tinha uma surpresa guardada. O oficial romano estava prestes a dar um passo gigante que mudaria a vida do apóstolo. Pedro resumiu a situação imediata­mente: "Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas" (At 10:34b).

Isto pode parecer-nos uma lição fácil, mas em realidade foi uma verdadeira revelação. Mais tarde, no concilio de Jerusalém Pedro defenderia a impar­cialidade de Deus (At 15), e mais tarde ainda ele teria de novo segundos pensamentos (Gl 2:11).

Cristo havia criado reputação de imparcialidade. Ele deu assistência a pessoas de todos os caminhos e nacionalidades. Isto havia se tornado parte de tal modo notável de seu estilo de vida que seus críticos zombavam dele. Quando os principais sacerdotes e escribas quiseram apanhar Jesus numa cilada, envia­ram espias com perguntas ardilosas. Quando quise­ram seduzi-lo, começaram com um elogio fingido: "Mestre, sabemos que falas e ensinas retamente, e não te deixas levar de respeitos humanos, porém ensinas o caminho de Deus segundo a verdade" (Lc 20:21). Sabiam que ele não respeitava pessoas favorecidas. Contudo, pensaram claramente que ele deveria fazê-lo.

Pelo menos naquele momento a luz brilhou com todo esplendor sobre Pedro. Ele expôs o evangelho completo de Jesus Cristo ao gentio comandante romano. Pedro estava levando a cabo um serviço total para Deus que ele próprio não entendia inteira­mente.

Enquanto Pedro expunha o evangelho, o Espírito Santo caiu sobre Cornélio e sua família — indício claro de que eles criam sinceramente no que tinham ouvido. A evidência do Espírito era óbvia à medida que os gentios começaram a falar em línguas.

Há certa justificativa para chamar este aconteci­mento de Pentecoste gentio. O que aconteceu aqui é semelhante ao que está registrado no capítulo 2 de Atos. O motivo parece bem planejado. Os gentios tinham de entrar para a igreja em pé de igualdade com os judeus. Se houvesse qualquer sugestão de que os gentios eram cristãos de segunda categoria, o dano seria enorme. Igualdade de condições era o único nível aceitável. Deus estava abrindo cuidado­samente o caminho de sua igreja.

De imediato Pedro exigiu o batismo dos novos crentes. Exatamente como no Pentecoste, não houve período de espera entre a aceitação e o batismo. Embora hoje se ofereçam muitos argumentos a favor de um período de experiência anterior ao batismo, certamente tais argumentos não eram proeminentes no livro de Atos.

Cornélio e seus amigos convidaram Pedro e seu grupo a permanecer com eles. Durante alguns dias continuaram com a troca de experiências e ensino da doutrina cristã.

As notícias se espalhavam como manteiga quente no pão. Logo os ouvidos estavam tinindo na Judéia e nem todos os comentários eram favoráveis. Alguns cristãos ficaram chocados, digamo-lo francamente. Como podia Pedro ter-se encontrado com gentios e ainda dizer-lhes que eram cristãos? Que tipo de decadência havia invadido a igreja? Era uma profa­nação transparente. Os judeus agora tinham contato social e comunhão com os pagãos; eles haviam barateado o evangelho tornando-o acessível a todos. Alguns cristãos nunca se recuperaram desse mal.

Quando Pedro chegou a Jerusalém, explicou com todo o cuidado o que havia acontecido. Ele não queria mexerico para complicar os fatos. Lucas, autor do livro de Atos, que demonstrou o problema e seu progresso, a esta altura abandona o assunto (Atos 11:18). Mais tarde ele o discute de novo, retratando os profundos problemas resultantes da aceitação dos cristãos gentios, mas por ora o problema está solucionado.

Felizmente para todos, o primeiro gentio converti­do foi um homem da estatura de Cornélio. Provavel­mente não fazia a mínima diferença se ele fosse soldado ou centurião; contudo, era terrivelmente importante que ele fosse um cavalheiro. Uma perso­nalidade detestável como Simão o mago (At 8:9 e ss.) ou um casal de mentirosos como Ananias e Safira (At 5:1 e ss.) teriam comprovado ser desas­troso.

A despeito do que às vezes ouvimos, há pessoas que buscam a Deus. Seus motivos e vida podem não ser puros, mas seu desejo é real. Vemos em Cornélio este tipo de pessoa. Sua busca não era meramente intelectual. O centurião romano tinha um coração faminto de Deus.

Algo sobre o que pensar

1. Estava você buscando a Deus quando se tornou cristão? Deus o encontrou quando você estava desinteressado?
2. Nós, cristãos, temos uma atitude aberta para com a direção de Deus em nossa vida? Somos criativos e aventurosos como o foi Cornélio? Somos inflexí­veis e cuidadosos demais?
3. A esmola é proeminente entre seu grupo de amigos cristãos? Por que alguns são cheios de desconfiança na ajuda aos pobres? Qual a presente tendência entre os cristãos?
4. Deus fala às pessoas sem servir-se de outras pessoas? Acha que ele fala por meio da natureza?
5. Acharíamos difícil aceitar certos antecedentes étnicos e econômicos em nossos grupos cristãos? Explique.
6. Sua igreja batiza imediatamente ou adota um período de espera? Por quê?

Bibliografia W. L. Coleman


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