domingo, 19 de outubro de 2014

SERVOS DE DEUS


“Todos devem sujeitar-se às autoridades superiores; porquanto, não, há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Ele. Portanto, quem se recusa a submeter-se à autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Porque os governantes não podem ser motivo de temor para os que praticam o bem, mas para os que fazem o mal. Não queres sentir-se ameaçado pela autoridade? Faze o bem, e ela o honrará. Pois ela serve a Deus para o teu bem. Mas, se fizerdes o mal, teme, pois não é sem razão que traz a espada. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é imprescindível que sejamos submissos às autoridades, não apenas devido à possibilidade de uma punição, mas também por causa da consciência. Por esta razão, igualmente pagais impostos; porque as autoridades estão a serviço de Deus, e seu trabalho é zelar continuamente pela sociedade. Dai a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)
Infelizmente, muitos religiosos como as Testemunhas de Jeová e os evangélicos pacifistas somente enxergam o que lhes convêm na Bíblia, e apenas acreditam no que lhes interessa. Esses religiosos hipócritas e falsos moralistas pregam mentiras descaradamente, colocando palavras na boca dos Pais da Igreja, distorcendo contexto de versículos bíblicos, e usando trechos isolados de livros fora de seu contexto. Eles fazem tudo isso em nome de uma falsa paz e de um falso amor (amor só pelos bandidos, e nunca pelos inocentes). O apóstolo Paulo, em sua Carta aos Romanos, mais especificamente no capítulo 13, deixou bem claro que as autoridades governamentais são instituídas por Deus, e que os agentes do Estado são servos de Deus, ministros de Deus, que têm a autorização de Deus para usarem a espada para punir os malfeitores. Para Paulo, a função dos militares, policiais e magistrados é usar a força (a violência mesmo) para castigar os homens que praticam o mal. Nós devemos pagar os tributos e impostos (principalmente, os cristãos) para o dinheiro ser usado para a manutenção das Forças Armadas e polícias federais, estaduais e municipais. Isso não é “achismo” teológico, mas é o que a Bíblia, a Palavra de Deus, ensina.
 “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”. (1 Timóteo 2:1-4)
O apóstolo Paulo também foi muito claro e objetivo quando ensinou aos cristãos a intercederem em favor dos homens investidos de autoridade. Para Paulo, é obrigação da Igreja de Cristo orar pelos governantes, magistrados e soldados, porque é da vontade de Deus que todos os homens sejam salvos e conheçam a Verdade (inclusive, as autoridades). Paulo também nos ensina que devemos estar prontos para ajudarmos as autoridades em tudo o que for necessário.
“Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra”. (2 Timóteo 2:4)
Paulo vivia comparando o serviço militar com a vida cristã, porque ele considerava o serviço militar um bom exemplo a ser seguido pelos cristãos. Se o serviço militar fosse algo tão diabólico assim (como as Testemunhas de Jeová e os evangélicos pacifistas insistem que é), Paulo, jamais o usaria como bom exemplo a ser seguido.
“Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor; quer seja ao rei, como soberano; quer às autoridades como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores, como para louvor dos que praticam o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos; como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus. Tratai a todos com honra, amai aos irmãos, temei a Deus, honrai ao rei”. (1 Pedro 2:13-17)
O apóstolo Pedro tinha a mesma opinião do apóstolo Paulo, ou seja, ele também reconhecia que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Para Pedro, a função das autoridades enviadas pelo rei (soldados e magistrados) é castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem (Paulo tinha exatamente a mesma opinião). Pedro ensinou os cristãos a se submeterem aos governantes, exatamente como Paulo também havia ensinado.
“Também soldados lhe perguntaram: E nós, que faremos? E ele lhes disse: A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa, e contentai-vos com o vosso soldo”. (Lucas 3:14)
João Batista, o precursor do Messias, e também o maior de todos os profetas, e também o homem mais justo que já existiu sobre a Terra, quando batizou alguns soldados, ele os incentivou a permanecerem em suas profissões, portanto, que esses soldados fossem honestos, justos e íntegros.
“Morava em Cesaréia um homem de nome Cornélio, centurião da coorte, chamada a italiana, piedoso e temente a Deus com toda a sua casa, e que fazia muitas esmolas ao povo e de contínuo orava a Deus”. (Atos 10:1-2)
O centurião Cornélio era um bom exemplo de militar, pois ele era honesto, justo, íntegro, sabia amar ao próximo, e ainda buscava a Deus. A Bíblia não compara o centurião Cornélio a uma prostituta (como as Testemunhas de Jeová e os evangélicos pacifistas fazem), mas, sim, exalta as virtudes desse centurião como homem, militar e cidadão. Cornélio, segundo a Bíblia, é um bom exemplo a ser seguido.
“Tendo Jesus concluído todas as suas palavras dirigidas ao povo, entrou em Cafarnaum. E o servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente, quase à morte. Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, pedindo-lhe que viesse curar o seu servo. Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto; porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga. Então Jesus foi com eles. E já perto da casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres em minha casa. Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. Porque também sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz. Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta. E, voltando para casa os que foram enviados, encontraram curado o servo”. (Lucas 7:1-10)
O centurião de Cafarnaum também era um bom exemplo a ser seguido, pois o próprio Jesus o admirou como ser humano e militar. Cristo elogiou até a sua fé, e desprezou a religiosidade dos fariseus (as Testemunhas de Jeová e os evangélicos legalistas da época). Jesus Cristo andava com prostitutas e ladrões, e até elogiou um militar por sua fé e integridade, mas desprezou o legalismo e o fanatismo religioso dos fariseus. A Palavra de Deus afirma que os governantes, magistrados e soldados são servos de Deus, isto é, estão a serviço de Deus para o bem-estar da sociedade.

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