quinta-feira, 16 de outubro de 2014

OS CRISTÃOS PRIMITIVOS E AS AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS


Incontáveis religiosos mal-intencionados como as Testemunhas de Jeová e muitos evangélicos têm divulgado mentiras sobre o Cristianismo Primitivo, usando frases de historiadores tendenciosos, trechos isolados de livros fora de seu contexto, e versículos bíblicos distorcidos. Infelizmente, esses hereges usam a mentira (como se a mentira fosse órfã e não tivesse pai) em nome de uma falsa paz e de um falso amor. Eu, como historiador e professor de História (ao contrário desses legalistas e fanáticos, eu sou um historiador de verdade), tenho um compromisso sério com a verdade da História, e, principalmente, com a verdade da Bíblia. Neste texto, pretendo mostrar as provas históricas e bíblicas que comprovam que os primeiros cristãos nunca tiveram nada contra o Estado, pelo contrário, os cristãos primitivos sempre reconheceram que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus, e nunca deixaram de pagar os seus impostos (sabendo que o dinheiro era usado para a manutenção do Exército) e costumavam orar em favor de seus governantes.

PROVAS BÍBLICAS:

“Mas, quando o seu coração se exalçou e o seu espírito se endureceu em soberba, foi derribado do seu trono real, e passou dele a sua glória. E foi tirado dentre os filhos dos homens, e o seu coração foi feito semelhante ao dos animais, e a sua morada foi com os jumentos monteses; fizeram-no comer erva como os bois, e pelo orvalho do céu foi molhado o seu corpo, até que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre os reinos dos homens e a quem quer constitui sobre eles”. (Daniel 5:20-21)
            Há muita distorção por parte de muitos “cristãos” mal-intencionados que costumam propagar mentiras através da Internet. Esses religiosos hipócritas e mentirosos distorcem o contexto de versículos bíblicos (alguns demonizam a própria Bíblia), e deturpam a História para poderem demonizar o Estado. Esses fanáticos usam e abusam do fato da maioria dos cristãos primitivos ter se recusado a se alistar no Exército e ocupar cargos públicos para poderem demonizar o serviço militar e a política, alegando que as autoridades constituídas são do Demônio. Quem é esperto e usa, pelo menos, um pouquinho da inteligência que Deus lhe deu, verá nesse trecho bíblico do Livro de Daniel, que o profeta Daniel reconheceu que os governantes da Terra são estabelecidos por Deus, isto é, Deus estabelece os reis e depõe os reis como bem entende, porque Ele é Soberano. Com certeza, alguns religiosos alegarão que isso foi no Antigo Testamento, então, eu mostrarei o que o Novo Testamento diz a esse respeito.
“Todos devem sujeitar-se às autoridades superiores; porquanto, não, há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Ele. Portanto, quem se recusa a submeter-se à autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Porque os governantes não podem ser motivo de temor para os que praticam o bem, mas para os que fazem o mal. Não queres sentir-se ameaçado pela autoridade? Faze o bem, e ela o honrará. Pois ela serve a Deus para o teu bem. Mas, se fizerdes o mal, teme, pois não é sem razão que traz a espada. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é imprescindível que sejamos submissos às autoridades, não apenas devido à possibilidade de uma punição, mas também por causa da consciência. Por esta razão, igualmente pagais impostos; porque as autoridades estão a serviço de Deus, e seu trabalho é zelar continuamente pela sociedade. Dai a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)
O apóstolo Paulo foi muito claro quando escreveu o capítulo 13 da Carta aos Romanos (uma grande pedra no sapato dos cristãos pacifistas e anarquistas).  Paulo reconheceu que as autoridades governamentais são instituídas por Deus, isto é, Deus coloca no poder os governantes da Terra. Os magistrados, os soldados, os policiais e os políticos são estabelecidos por Deus para zelarem pelo bem-estar da sociedade. O Estado é servo de Deus, ministro de Deus, para castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. As Testemunhas de Jeová e os evangélicos pacifistas podem negar isso até a morte, mas o capítulo 13 da Carta aos Romanos não sumirá da Bíblia por causa disso (para o azar deles). Paulo ensinou que os cristãos devem se submeter às autoridades em várias de suas Cartas (ele insistiu bastante nesse assunto). Paulo vivia usando o serviço militar com bom exemplo para a vida cristã.
“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”. (1 Timóteo 2:1-4)
O apóstolo Paulo também ensinou que o dever de todos os cristãos é interceder em favor dos homens investidos de autoridade, porque é da vontade de Deus que, inclusive, os governantes e os soldados se convertam e sejam salvos. Paulo, mais uma vez, reconhece a legitimidade das autoridades.
“Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra”. (2 Timóteo 2:4)
Paulo vivia comparando o serviço militar com a vida cristã. Se o serviço militar fosse algo tão diabólico assim, o apóstolo jamais o usaria como comparação e bom exemplo a ser seguido.
“Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor; quer seja ao rei, como soberano; quer às autoridades como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores, como para louvor dos que praticam o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos; como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus. Tratai a todos com honra, amai aos irmãos, temei a Deus, honrai ao rei”. (1 Pedro 2:13-17)
O apóstolo Pedro também reconheceu a legitimidade dos reis e das autoridades enviadas por eles (soldados e magistrados) para castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. Tanto Paulo quanto Pedro afirmaram que a função do Estado é punir os maus e louvar os bons.
“Também soldados lhe perguntaram: E nós, que faremos? E ele lhes disse: A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa, e contentai-vos com o vosso soldo”. (Lucas 3:14)
João Batista, o precursor do Messias e o maior de todos os profetas, batizou alguns soldados e lhes incentivou a permanecerem como combatentes, portanto, que eles fossem honestos e íntegros.
“Morava em Cesaréia um homem de nome Cornélio, centurião da coorte, chamada a italiana, piedoso e temente a Deus com toda a sua casa, e que fazia muitas esmolas ao povo e de contínuo orava a Deus”. (Atos 10:1-2)
                                                                                        O centurião Cornélio era considerado por Deus e pelos próprios judeus como um exemplo de ser humano bom e piedoso, pois esse militar era justo e temente a Deus. O apóstolo Pedro, em nenhum momento o recriminou pelo fato de ele ser militar, mas, sim, pelo fato de ele ser gentio. Mas, mesmo, Cornélio sendo um oficial do Exército Romano, Deus olhou para esse combatente, com amor e compaixão, e, principalmente, com admiração. O centurião Cornélio é um bom exemplo a ser seguido.
                                                                                        “Tendo Jesus concluído todas as suas palavras dirigidas ao povo, entrou em Cafarnaum. E o servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente, quase à morte. Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, pedindo-lhe que viesse curar o seu servo. Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto; porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga. Então Jesus foi com eles. E já perto da casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres em minha casa. Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. Porque também sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz. Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta. E, voltando para casa os que foram enviados, encontraram curado o servo”. (Lucas 7:1-10)
O centurião de Cafarnaum, assim, como o centurião Cornélio, era um bom exemplo de militar, que ganhou elogios do próprio Jesus Cristo, que viu uma tremenda fé nesse oficial romano, que nem os próprios judeus, que eram de Israel, o povo de Deus, tinham. Esse militar era honesto e íntegro. Portanto, a própria Palavra de Deus elogia o trabalho dos militares, quando estes, são bons e justos.

PROVAS HISTÓRICAS:

Ao contrário do que Edward Gibbon e outros historiadores ensinam, existiram cristãos primitivos que ocuparam cargos de autoridade no século I sim. O procônsul Lúcio Sérgio Paulo (Lucius Sergius Paullus) governou Chipre durante três anos, permanecendo em sua profissão, e depois se tornou curador de um banco em Roma. Mânio Acílio Glábrio (Manius Acilius Glabrio), que foi cônsul, em 91, e Tito Flávio Clemente (Titus Flavius Clemens), que foi cônsul, em 95, foram cônsules cristãos, que foram martirizados por se recusarem a negar a sua fé em Jesus Cristo.  O centurião Cornélio, um dos seis centuriões que serviam em Cesaréia, era considerado adepto do Judaísmo (religião lícita no Império Romano), portanto, ele não era obrigado a prestar culto ao imperador e nem a sacrificar aos deuses (práticas idolátricas obrigatórias entre os militares romanos). Não está escrito na Bíblia que o centurião Cornélio abandonou a sua centúria, e a Palavra de Deus relata que ele foi batizado ainda sendo um oficial romano. O meu grande sonho é um dia conseguir uma prova histórica que comprove que Cornélio continuou sendo um centurião depois que se converteu, mas ainda não consegui tal prova. O carcereiro de Filipos permaneceu em sua profissão (portando a sua espada), porque o próprio Livro de Atos relata isso com clareza.
Essa “historinha” de que todos os Pais da Igreja antes do advento de Constantino demonizavam o serviço militar e a política é mentira do Diabo, porque isso não é verdade. Os Pais da Igreja dos dois primeiros séculos, majoritariamente, reconheciam a legitimidade das autoridades governamentais, e contarei as opiniões dos principais Pais da Igreja que reconheciam a legitimidade do trabalho dos soldados e dos políticos.
Clemente de Roma, conhecido como Clemente Romano, foi discípulo do apóstolo Pedro e cooperador do apóstolo Paulo. Clemente, em sua Carta aos Coríntios, reconhece que as autoridades governamentais são legítimas, e até elogia os soldados os usando como bom exemplo a ser seguido pelos cristãos. Clemente de Roma ensinou os cristãos a orarem em favor dos governantes, porque eles são instituídos por Deus.
Policarpo de Esmirna foi discípulo do apóstolo João, e em seu martírio, registrado no livro “História Eclesiástica” de Eusébio de Cesaréia, ele afirma em seu julgamento, antes de ser martirizado, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus; e de que é digno pagar os tributos e os impostos aos governantes. Os Pais Apostólicos reconheciam a legitimidade das autoridades.
Justino Mártir era um homem honrado a quem eu devo desculpas, porque as fontes que eu tinha dele eram de testemunhas de Jeová e de evangélicos hipócritas e tendenciosos, que divulgam mentiras sobre Justino. Nas fontes que eu tinha, esses religiosos hipócritas e falsos moralistas afirmaram que Justino Mártir demonizava as autoridades, mas com o passar do tempo, descobri que isso não é verdade. Em sites sérios, descobri que Justino Mártir foi o primeiro filósofo cristão, e que o seu maior sonho era que o Estado Romano se convertesse, e abolisse a idolatria enraizada no Império. Justino ensinou os cristãos a pagarem os seus impostos e tributos, e a intercederem em favor dos governantes. Reconheço que errei, porque fui injusto com Justino Mártir, mas, agora, eu sei que esse grande filósofo pensava como eu, ou seja, ele reconhecia a legitimidade da política e do serviço militar.
Clemente de Alexandria (Tito Flávio Clemente, assim, como o cônsul de 95) não só reconhecia a legitimidade das autoridades, como também apoiava abertamente o serviço militar, porque ele foi o precursor da teologia da guerra justa (até antes mesmo de Agostinho de Hipona). Clemente além de defender as guerras justas, ele também defendia as revoluções justas contra governos tirânicos e opressores. Clemente era mestre de Orígenes de Alexandria, mas ao contrário de Orígenes (que era pacifista), Clemente, como filósofo e teólogo, defendia a justiça. Ele também ensinou os cristãos a pagarem os seus tributos e impostos aos governantes, e incentivava os cristãos a se alistarem no Exército. Também defendia a prática do Pancrácio (arte marcial grega).
Ireneu de Lyon, assim como seu mestre Policarpo de Esmirna, reconhecia que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Teófilo de Antioquia e Melitão de Sardes também reconheciam que o Estado é instituído por Deus e necessário para manter a lei e a ordem no mundo. Eusébio de Cesaréia também apoiava o serviço militar abertamente, pois ele registrou os martírios de vários militares que eram cristãos em seu livro “História Eclesiástica”.  
Os Pais da Igreja, Tertuliano de Cartago, Hipólito de Roma, Orígenes de Alexandria, Cipriano de Cartago e Lactâncio demonizaram o serviço militar abertamente, mas esses mesmos Pais da Igreja foram os campeões em pregar heresias e eles não tinham nenhum embasamento bíblico sequer para proibir os cristãos de se alistarem no Exército. Tertuliano aderiu à seita do Montano, o Montanismo, que pregava inúmeras heresias. Hipólito, assim, como Tertuliano, era um encrenqueiro que arranjava briga e confusão com todo mundo. Orígenes acreditava em reencarnação e Universalismo (heresias totalmente contrárias aos ensinamentos da Bíblia). Cipriano afirmou que o Diabo é o Pai dos judeus, e também pregou heresias. Lactâncio também pregou muitas heresias, e ele foi um apologista muito incoerente, porque na época dele os soldados não eram mais obrigados a cultuarem o imperador e a sacrificarem aos deuses (os militares que se recusassem a prestar culto ao imperador e a sacrificar aos deuses eram punidos com a morte). Esses Pais da Igreja não são dignos de serem ouvidos, portanto, não devemos dar créditos ao que eles ensinaram. Não interessa o que os Pais da Igreja ensinaram ou deixaram de ensinar, se os seus ensinamentos são contrários a Bíblia.
            Agora, contarei alguns exemplos de cristãos primitivos que se alistaram no Exército e que fizeram a diferença através de suas profissões. Homens valorosos e corajosos que não se amedrontaram diante do terror da morte. Verdadeiros soldados de Cristo que morreram lutando pelo que acreditavam.
Marino era militar, nobre e rico, que quase se tornou centurião se não tivesse que escolher entre a Palavra de Deus e a espada. Um militar rival tentou lhe tomar a patente de centurião que era sua por direito. Marino teria que sacrificar aos deuses para ser promovido e teve que escolher se queria permanecer fiel ao seu Deus ou se envolver com a idolatria. Esse militar cristão preferiu morrer de que trair o seu Deus. Marino foi apenas um dentre muitos militares que morreram por amor a Cristo.
Durante a última perseguição aos cristãos no Império Romano, o imperador Diocleciano expulsou todos os cristãos do Exército e dos cargos públicos, e nessa época, oficiais das mais altas patentes foram mortos, porque confessaram ser cristãos. Verdadeiros cristãos serviam o Exército e foram fiéis a Deus até a morte.
Marcelo era um centurião de Tingis, hoje Marrocos, e ele foi morto, porque denunciou as cerimônias pagãs planejadas para a comemoração do aniversário do imperador. Marcelo foi martirizado por confessar ser cristão e se recusar a se envolver com a idolatria. Ele foi realmente um soldado de Cristo.
Sebastião era capitão da Guarda Pretoriana e ele sempre confortava os cristãos encarcerados e não se envolvia com a idolatria que imperava no serviço militar romano. Quando o imperador descobriu que Sebastião era cristão, ordenou que ele fosse executado a flechadas. Sebastião sobreviveu à execução e foi socorrido por uma cristã chamada Irene. Mais tarde, Sebastião, foi até a presença do imperador e o criticou severamente por perseguir os cristãos. Então, Diocleciano mandou os seus soldados espancarem Sebastião até a morte. Esse militar foi espancado até morrer por não ter
negado a Jesus.
Jorge era um tribuno muito importante no Império Romano e ele dava um tremendo testemunho. Geralmente, os militares romanos eram ladrões, assassinos, estupradores e idólatras; mas Jorge, assim, como outros militares cristãos, faziam a diferença no Exército. Esse tribuno cristão confessou que os deuses pagãos adorados nos templos romanos eram falsos deuses, e que o Deus judaico-cristão é o único digno de ser louvado. Por causa de sua ousadia, Jorge, foi torturado e depois decapitado.
Expedito  foi comandante de uma legião conhecida como "Fulminante" nome dado em memória de uma façanha que se tornou célebre no distrito de Melitene, na Capadócia, sede de uma das províncias romanas da Armênia, no final do século III. Expedito, antes de sua conversão era um devasso, mas quando se converteu, se tornou num cristão exemplar. Por causa de seu testemunho, Expedito, provocou a ira do imperador, que ordenou que ele fosse torturado e depois degolado. Expedito foi fiel a Cristo até o último suspiro de sua vida.
Outra mentira satânica que as Testemunhas de Jeová e muitos evangélicos contam é que antes do ano 170 não existiam cristãos no Exército, mas existiram sim. Poucos cristãos eram soldados antes do ano 170, mas mesmo sendo poucos, eles existiram. O culto imperial e os sacrifícios aos deuses dificultavam os primeiros cristãos de se alistarem no Exército e de ocuparem cargos públicos. O principal obstáculo era a idolatria, que impedia os cristãos de se envolverem com o Estado. Depois do Édito de Milão, em 313, os cristãos conseguiram a sua tão desejada liberdade religiosa, e no Concílio de Arles, em 314, o serviço militar foi reconhecido pela Igreja Primitiva como sendo algo lícito e bíblico. Toda autoridade procede de Deus, inclusive, o Exército.

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