segunda-feira, 30 de setembro de 2013

IDOLATRIA E MISTICISMO


“Acautelai-vos dos falsos profetas que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, porém, a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis”. (Mateus 7:15-20)

Infelizmente, a idolatria evangélica e o misticismo gospel têm assolado a Igreja de Cristo. Muitos evangélicos acreditam em qualquer heresia que lhes ensinam. Poucos conhecem as Escrituras Sagradas, pois a falta de conhecimento bíblico dos cristãos é alarmante. Alguns “ex-satanistas” costumam ensinar heresias baseadas em ensinamentos satânicos (isso prova que eles ainda são envolvidos com o Satanismo). Os religiosos que se auto-intitulam “ungidos de Deus” se aproveitam de sua suposta “unção” para oprimir e manipular os leigos. Estamos vivendo em uma época de escuridão e trevas. As sombras pairam sobre a Igreja Evangélica.

Não quero generalizar, mas muitas igrejas pentecostais e neopentecostais pregam muitas heresias contrárias a Palavra de Deus (não são todas, pois existem algumas igrejas pentecostais e neopentecostais sérias). Muitos desses pentecostais e neopentecostais praticam bizarrices em nome de falsos dons do Espírito Santo (não estou condenando os verdadeiros dons do Espírito Santo, mas, sim, as falsas profecias e outros rituais bizarros). Em muitas dessas igrejas, o que vejo não é a manifestação do Espírito Santo, mas, sim, um verdadeiro “espetáculo dos horrores”. Vejo manifestações esquizofrênicas ou até mesmo demoníacas. É ridículo ver mulheres (principalmente, as velhas) sapateando e gritando escandalosamente como se isso viesse do Espírito Santo (para mim, blasfêmia contra o Espírito Santo, não é criticar essas bizarrices, mas, sim, praticá-las). Há tanta bizarrice e monstruosidade, que eu fico alarmado com tudo isso.

“Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deverá ser julgado por vós, sois acaso indignos de julgar as cousas mínimas? Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos; quanto mais às cousas desta vida? Entretanto, vós, quando tendes a julgar negócios terrenos, constituís um tribunal daqueles que não têm nenhuma aceitação na igreja”!  (1 Coríntios 6:2-4)

Um “chavão evangélico” muito pregado no meio cristão é a mentira diabólica do “não julgueis”, pois os fariseus e os leigos se baseiam na distorção das palavras de Jesus para pregarem a omissão perante as coisas erradas, ou seja, se omitir diante do mal. O próprio Jesus Cristo, os antigos profetas, e os apóstolos, exortavam o povo de Deus em relação aos seus pecados. Os pecados mais praticados pelo povo de Israel eram a idolatria e o misticismo (os mesmos pecados praticados por muitas igrejas evangélicas hoje). O povo de Israel queria adorar a Baal e a Deus ao mesmo tempo; ou queria cultuar a Moloque (Milcom) e a Deus também. Não se pode servir a dois senhores. O povo tem que escolher se quer servir a Deus ou Satanás.

“Não julgueis segundo a aparência, e, sim, pela reta justiça”. (João 7:24)

Nós, cristãos, temos a obrigação de julgar as coisas erradas, mas baseados na reta justiça. Devemos exortar as pessoas que vivem no pecado para o próprio bem delas. Cultuar ministros evangélicos como se eles fossem “filhos de Deus especiais” é idolatria evangélica, portanto, é pecado. Envolver-se em rituais místicos, e acreditar em heresias como a Teologia da Prosperidade, Movimento Batalha Espiritual, e Sessão do Descarrego é abominável para Deus. Espero ter edificado.

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