quarta-feira, 26 de junho de 2013

A HISTÓRIA DO CRISTIANISMO PRIMITIVO


Geralmente, eu costumo escrever textos pequenos, pois foram poucos artigos grandes que escrevi durante a minha existência. Decidi escrever um texto maior dessa vez para poder contar resumidamente a história do Cristianismo Primitivo (pelo menos, pretendo escrever as partes que considero mais importantes e interessantes). Eu sempre adorei pesquisar sobre a história da Igreja Cristã e sobre a Bíblia, porque sou totalmente apaixonado pelas coisas de Deus. Reconheço que sou muito pecador (pecador até demais), mas sei que sou salvo pela Graça de Deus, e não pelas minhas obras. Mesmo, eu sendo pecador e indigno da Salvação, Deus, em sua infinita misericórdia, me resgatou do Reino das Trevas e me trouxe para o seu Reino de Luz. Neste texto, contarei as partes da história do Cristianismo Primitivo que mais me interessam e chamam a minha atenção. Tentarei ser imparcial no que irei escrever, pois não pretendo criticar ou zombar dos cristãos do passado que tinham opiniões e ideologias contrárias as minhas. Portanto, escreverei sem ofender ninguém.

No século I, Jesus Cristo veio ao mundo salvar o seu povo através do seu sacrifício na cruz do Calvário. Os judeus esperavam um Messias guerreiro e nacionalista que viesse libertá-los do domínio romano, mas Jesus Cristo veio sem escudo e espada ensinar o amor e o perdão. Alguns séculos depois, o Império Romano caiu sob o domínio dos bárbaros, mas isso aconteceu na hora certa, ou seja, no tempo de Deus. Na época em que Jesus veio aqui na Terra foi mais importante Ele ensinar as pessoas a se amarem e a se perdoarem do que libertar Israel do domínio dos romanos. Cristo sofreu torturas indescritíveis e foi brutalmente assassinado sendo pregado vivo numa cruz, porque Ele amava os pecadores mais do que a sua própria vida (Ele ainda os ama). Um verdadeiro herói não tem medo de dar a sua vida. Jesus sangrou dolorosamente para que o seu santo sangue nos purificasse de todo o pecado. No terceiro dia, Cristo ressuscitou vencendo a morte e o Inferno.

No começo, o Sinédrio perseguia os seguidores de Jesus. Saulo de Tarso era membro do Sinédrio e foi um grande perseguidor da Igreja. Mas, a caminho de Damasco, Saulo viu Jesus e ficou cego. Alguns dias depois, ele foi curado, e se tornou num grande apóstolo. Com o passar do tempo, Saulo passou a se chamar Paulo, e ele foi um grande evangelista. Se hoje conhecemos o Evangelho, é porque o apóstolo Paulo se dedicou a pregar o Evangelho para várias nações e povos. Paulo foi um grande servo de Deus, e autor de várias Cartas da Bíblia. Paulo foi preso diversas vezes por amor a Cristo. Até autoridades como o procônsul Sérgio Paulo e o carcereiro de Filipos se converteram e passaram a honrar a Deus através de suas profissões (apesar da maioria dos cristãos primitivos ter evitado se envolver com o Estado, Sérgio Paulo e o carcereiro de Filipos, permaneceram em suas profissões mesmo depois de suas conversões). O apóstolo Paulo, no final de sua vida, acabou sendo preso pela última vez, e morreu decapitado.

O apóstolo Pedro também foi usado grandemente por Deus para poder abençoar e salvar muitas vidas. O centurião Cornélio (um oficial romano) foi evangelizado por Pedro, que ordenou que o centurião fosse batizado (ainda sendo um militar romano). Pedro acreditava que apenas os judeus poderiam ser salvos, mas Deus, através de uma visão, mostrou para Pedro que o Altíssimo não faz acepção de pessoas, e que todos os homens de todos os povos podem ser salvos se aceitarem Jesus Cristo em seus corações como o seu único e suficiente Salvador. Uma vez em que Pedro foi preso, um anjo o libertou da prisão, e Herodes Antipas (o homem que mandou prendê-lo) foi ferido por um anjo, que fez com que os vermes o devorassem vivo. Pedro, no final de sua vida, foi preso pela última vez, e acabou morrendo crucificado.

No ano 50, houve o Concílio de Jerusalém, que foi quando os apóstolos se reuniram para discutir sobre os preceitos judaicos inseridos no Cristianismo. Os cristãos judaizantes acreditavam que todos os seguidores de Jesus eram obrigados a seguirem os preceitos judaicos, mas Paulo discordava disso. No Concílio de Jerusalém, os judeus cristãos decidiram que todos os seguidores de Jesus não devem comer alimentos sacrificados aos ídolos, nem praticar relações sexuais ilícitas, e nem beber sangue. Na 1 Carta aos Coríntios, o apóstolo Paulo ensinou que os cristãos podem comer alimentos sacrificados aos ídolos sim, portanto, que não escandalizem os irmãos “fracos” na fé. Se os cristãos orarem para Deus abençoar os alimentos sacrificados aos ídolos, não há problema nenhum em comê-los. O sexo deve ser praticado somente dentro do casamento mesmo. O sangue foi proibido de ser ingerido, porque no contexto daquela época, os pagãos bebiam sangue para adorar os seus deuses. Entretanto, hoje, não há problema algum em comer frango ao molho pardo, chouriço ou até mesmo beber sangue de galinha para sobreviver na selva.

Nesse mesmo século, houve a Revolta Judaica, e os judeus pelejaram ferozmente contra os romanos por sua independência, mas foram derrotados no ano 70. O Templo de Jerusalém foi destruído pelos romanos, e inúmeros judeus se espalharam pelo mundo depois de verem a sua terra arruinada. 

O Império Romano perseguia implacavelmente a Igreja de Cristo. No início, o Cristianismo era visto como uma ramificação do Judaísmo, mas depois que os romanos descobriram que o Cristianismo era uma fé perigosa para o Império, o Exército romano passou a massacrar os cristãos. Os primeiros cristãos eram jogados as feras, torturados, açoitados, espancados, estuprados, queimados vivos, crucificados, e os que tinham cidadania romana eram degolados. Incontáveis cristãos primitivos sofreram torturas indescritíveis e foram brutalmente assassinados, porque amavam a Deus acima de todas as coisas. Os imperadores romanos exigiam que os cristãos os adorassem como deuses, mas os cristãos se recusavam a prestar culto aos imperadores e a sacrificarem aos deuses. Quase todos os cristãos do século I não se alistavam no Exército e nem ocupavam cargos públicos, por causa do culto imperial e dos sacrifícios aos deuses. Alguns cristãos, que eram militares e políticos, foram exonerados de seus cargos e martirizados, porque se recusavam a cultuar os imperadores e os deuses pagãos. Há uma explicação histórica para a recusa dos primeiros cristãos ao serviço militar e a política. Jesus Cristo, João Batista, os apóstolos, e os Pais Apostólicos, nunca demonizaram as autoridades governamentais, pelo contrário, eles reconheciam a sua legitimidade. Em primeiro lugar, a idolatria greco-romana imperava no Estado romano, e isso dificultava os cristãos de serem militares e políticos. Em segundo lugar, seria muito incoerente os cristãos perseguirem os seus irmãos a mando do governo. Portanto, há um contexto histórico que explica essa atitude dos cristãos primitivos, e é muita ignorância resumir isso apenas em anarquismo ou pacifismo. Existiram dois cônsules, Flávio Clemente e Acilius Glabrio, que foram martirizados, porque se recusaram a negarem a Jesus. Existiam poucos oficiais romanos cristãos, mas eles existiram, e esses dois cônsules estavam entre eles.

No século II, surgiram várias seitas heréticas, como, por exemplo, o Gnosticismo, o Montanismo, e o Marcionismo. Surgiram apologistas também que combateram as heresias pregadas por essas seitas. Nesse século, os cristãos começaram a se alistar em massa no Exército por causa das invasões bárbaras. Nesse período, muitos cristãos também ingressaram na carreira política. O século II, também foi uma época turbulenta para a Igreja Primitiva, mas os cristãos primitivos permaneciam firmes na sua fé apesar das perseguições implacáveis, torturas, estupros, e martírios. A Igreja Cristã era determinada e perseverante na sua fé.

No século III, os cristãos ocupavam as mais altas patentes do Exército e os cargos mais importantes do governo. Generais e senadores importantes confessavam Jesus como o seu único Salvador. Entretanto, no começo do século IV, houve a maior perseguição aos cristãos durante todo o período da Igreja Primitiva. Oficiais romanos famosos, como, por exemplo, Sebastião (capitão da Guarda Pretoriana), Expedito (comandante de uma legião), e Jorge (tribuno militar) foram torturados e assassinados sem piedade, porque se recusaram a negar a sua fé em Cristo Jesus. Incontáveis militares e políticos, que eram cristãos, foram exonerados de seus cargos por causa de sua fé. Esses cristãos foram presos, torturados, e mortos, por amarem a Deus de todo o coração. O imperador Diocleciano perseguiu implacavelmente os seguidores de Jesus, e inúmeros cristãos tiveram os seus bens confiscados, perderam os seus empregos, foram expulsos de suas terras, além de serem torturados, violentados, e assassinados impiedosamente. Todos os cristãos eram soldados de Cristo, armados ou não.

No século IV, quando Constantino, o Grande, chegou ao poder, ele derrotou os seus inimigos, ordenando aos seus soldados antes da batalha que pintassem cruzes em seus escudos. Constantino, apesar de ser pagão, era simpatizante do Cristianismo, até porque muitos de seus soldados eram cristãos. Esse imperador (que somente se converteu quando estava morrendo), com o Édito de Milão, em 313, deu liberdade religiosa aos cristãos, que puderam buscar o seu Deus em paz sem se preocuparem com perseguições vindas do Estado. Constantino foi um grande amigo do Evangelho, apesar de não ter sido um cristão confesso. Esse imperador, sabendo que o Cristianismo se tornava numeroso, resolveu se aliar aos cristãos, e os seguidores de Jesus passaram a ter privilégios em seu governo. Constantino não era cristão (como a maioria pensa), mas ele cooperou muito para que o Cristianismo se estabelecesse no Império Romano. Creio que Deus usou Constantino para abençoar a Igreja Cristã, assim, como Ele usou Ciro, o Grande, para libertar os judeus do cativeiro babilônico.

Em 325, houve o Concílio de Nicéia, onde centenas de bispos cristãos de várias partes do mundo se reuniram para reunirem os livros da Bíblia e para discutirem as doutrinas mais importantes do Cristianismo. Esses bispos, orientados por Deus, identificaram os livros inspirados pelo Espírito Santo, e juntaram os livros canônicos, desprezando os livros apócrifos, criando assim, a Bíblia que conhecemos hoje. A divindade de Jesus Cristo foi confirmada por Atanásio de Alexandria, que apesar de sua baixa estatura, era um grande homem de Deus. O Concílio de Nicéia foi um dos Concílios mais importantes (se não foi o mais importante) da história do Cristianismo. Nesse Concílio, surgiu a Palavra de Deus como conhecemos hoje, e vários povos e reinos tentaram destruir a Bíblia, mas Deus sempre preservou a sua Palavra. No Concílio de Nicéia foi provado que Jesus não é uma criatura criada por Deus, mas, sim, que Ele é o próprio Deus. O Concílio de Nicéia foi essencial para a sobrevivência do Cristianismo, isto é, para a preservação da Igreja de Cristo.

Quanto mais a Igreja Cristã era perseguida, mais os cristãos se tornavam numerosos. Durante todas as perseguições que a Igreja Primitiva sofreu, mais os cristãos aumentavam em número, porque cada vez mais pessoas se convertiam. A coragem dos cristãos diante do terror da morte impressionava os pagãos, que ficaram interessados na fé que dava coragem para os cristãos encararem a morte. Os pagãos não compreendiam o porquê dos cristãos se absterem dos prazeres momentâneos da vida e morrerem por amor a um Deus invisível. Os cristãos primitivos realmente faziam a diferença na sociedade. Os primeiros cristãos amparavam os órfãos e as viúvas, e ajudavam todos os necessitados. Os cristãos primitivos amavam de verdade os seus semelhantes (até os seus próprios inimigos). Nós, cristãos atuais, temos muito que aprender com os nossos irmãos da Igreja Primitiva. Que Deus seja louvado hoje e sempre.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O POVO ACORDOU


“Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão, para negarem justiça aos pobres, para arrebatarem o direito aos aflitos do meu povo, a fim de despojarem as viúvas e roubarem os órfãos”! (Isaías 10:1-2)

Nas últimas semanas, têm acontecido muitas manifestações em várias cidades do Brasil. No começo era por causa do aumento das passagens de ônibus, mas depois se tornou numa oposição a corrupção e ao descaso das autoridades. De fato, o governo brasileiro é extremamente corrupto (desde a época de Cabral). Os políticos brasileiros estão entre os mais corruptos e perversos do mundo (se não forem os piores). Até a polícia e as Forças Armadas estão insatisfeitas com o governo. Os militares e policiais são muito mal remunerados e esquecidos pelos políticos (somente são lembrados quando são necessários para reprimir o povo revoltado).

Na época da Ditadura Militar, o povo saía às ruas para protestar. Até grupos armados de resistência surgiram para combater o Regime Militar. Eu, sinceramente, acredito que tanto os militares conservadores de direita, quanto os guerrilheiros de esquerda, lutavam pelo que acreditavam. Os militares queriam evitar um golpe comunista, ou seja, que se instalasse a ditadura do proletariado no Brasil, e os marxistas lutavam acreditando que poderiam acabar com a extrema miséria do país. Sou totalmente contrário as torturas executadas pelos militares, e também sou contra os justiçamentos praticados pelos guerrilheiros de esquerda. Não considero o Comunismo a melhor solução para o mundo, porque os regimes comunistas provaram que esse sistema governamental não funciona (o Marxismo é muito bonito na teoria, mas não funciona na prática). Os positivistas da Ditadura Militar torturaram, estupraram, e assassinaram pessoas inocentes sim, mas os marxistas dos regimes comunistas não fizeram diferente quando chegaram ao poder. Durante a Guerra Fria, tanto as ditaduras capitalistas financiadas pelos Estados Unidos, quanto às ditaduras comunistas financiadas pela União Soviética, erraram feio, e mancharam a História com horror e sangue.

Eu defendo a oposição pacífica ao governo, porque acredito que as revoluções armadas, na maioria das vezes, não resultam em governos democráticos, mas, sim, em ditaduras semelhantes as que os guerrilheiros combatiam. Acredito que a única solução para o Brasil melhorar é o povo protestar mesmo, mas de forma pacífica, porque se os cidadãos saírem quebrando tudo, dará motivo para a polícia descer o cassete neles (os policiais somente cumprem ordens, pois sei que muitos policiais em seu íntimo apóiam as manifestações). Como homem pecador que sou, eu desejo que o povo faça uma revolução armada e execute todos os políticos corruptos, mas como cristão, eu devo orar pelos governantes para que Deus lhes dê sabedoria para governarem e coloque um pouco mais de amor em seus duros corações. Não sei se uma revolução armada seria viável hoje, pois poderia resultar em uma nova ditadura (tanto de direita quanto de esquerda). Como servo de Deus e conhecedor da Bíblia, eu defendo a manifestação pacífica contra as autoridades constituídas, porque creio que essa é a melhor maneira de protestar contra as coisas erradas, como, por exemplo, a corrupção e o descaso das autoridades governamentais em relação ao povo.

O governo brasileiro está muito longe do governo idealizado por Deus no capítulo 13 da Carta aos Romanos. O governo bíblico castiga severamente os malfeitores e enaltece os cidadãos de bem, ao contrário, do governo brasileiro que defende os maus e prejudica os bons. Tanto Jesus quanto Paulo nos ensinaram a pagar os nossos impostos, mas os impostos cobrados no Brasil são extremamente abusivos. Tenho muito medo de haver um golpe militar no Brasil, mas se isso acontecer, é porque Deus permitiu e quis.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

HERÓI


“Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz duma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões; e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. (Isaías 53:1-5)

Conheci um clipe de música chamado “Hero” de uma banda chamada “Skillet”, e fiquei impressionado com a tradução da letra da música. Essa música conta sobre o maior de todos os heróis, e isso me inspirou a escrever este texto. Quero contar sobre Jesus Cristo, o Messias. Eu sempre admirei os heróis, e tinha certa resistência para gostar de Jesus, mas depois que eu comecei a ler a Bíblia e compreendi a mensagem do Evangelho, me encantei por Jesus Cristo, e passei a admirá-lo.

O mundo clama por um grande herói que combata o mal e proteja os indefesos. A Terra está assolada pela maldade, e Satanás oprime a raça humana através do pecado. Deus amou o mundo de tal maneira que Ele enviou Jesus para sofrer e morrer numa cruz por nós. Cristo sofreu torturas indescritíveis e foi brutalmente assassinado por amor ao seu povo, mas no terceiro dia, Ele ressuscitou. Jesus venceu a morte e o pecado, porque Ele é o Soberano Senhor. Cristo tem as chaves da morte e do Inferno, portanto, Satanás não tem nem a chave de sua própria casa, e nem pode mais usar a morte para ameaçar os escolhidos de Deus, porque os remidos pelo Cordeiro têm a vida eterna.

Baseando-me em algumas frases da música “Hero”, faço algumas perguntas. Quem vai lutar pelo o que é certo? Quem vai nos ajudar a sobreviver? Quem vai lutar pelos fracos? Quem vai fazê-los acreditar? A resposta para essas perguntas é Jesus Cristo. Eu sempre admirei os heróis dos filmes de ação e dos desenhos japoneses (animes), mas passei a admirar muito Jesus, tanto que quero ser igual a Ele. Desejo ardentemente me tornar a imagem e a semelhança de Jesus Cristo. Almejo ser mais parecido com Jesus. O Deus que se fez homem para habitar entre nós. O Messias curou os enfermos e ressuscitou os mortos. Ele expulsou demônios e acalmou a tempestade. O Grande Libertador de Israel, o Rei dos judeus, sangrou dolorosamente até morrer, para que o seu santo sangue nos purificasse de todo o pecado. Os judeus esperavam um Messias guerreiro e nacionalista, mas Jesus Cristo veio ensinar o amor e o perdão. Alguns séculos depois, o Império Romano caiu sob o domínio dos bárbaros, mas isso aconteceu no tempo de Deus. Na época em que Jesus veio aqui na Terra foi mais importante ensinar as pessoas a se amarem do que acabar com o domínio dos romanos.

Existe uma cura para o vírus mortal chamado pecado. Existe uma maneira de conter a epidemia viral que se alastra sobre a Terra. O sangue de Jesus é a cura para o pecado. Cristo veio para nos libertar da escravidão do pecado e da opressão do Diabo. Jesus é o Único Caminho para se chegar até Deus (não existe outro caminho). Cristo é a Única Salvação, pois Ele é o único que pode nos salvar. Ele veio para nos resgatar do Império das Trevas. O Reino das Sombras sucumbiu diante de seu poder. Jesus Cristo veio para proteger os fracos. Ele veio nos trazer Salvação. Cristo veio nos libertar da opressão. Lúcifer foi derrotado na cruz do Calvário, porque quando Jesus Cristo derramou o seu precioso sangue, Ele venceu o mal. Jesus veio nos salvar.

terça-feira, 11 de junho de 2013

ANESTESIA MORAL


A sociedade e a Igreja Cristã têm sofrido com um problema chamado Anestesia Moral, que é a banalização da vida humana, ou seja, a omissão e o conformismo diante do mal. Quando os nazistas estupravam, torturavam, e assassinavam as suas vítimas, eles sofreram com a Anestesia Moral, porque eles eram indiferentes ao sofrimento de suas vítimas. Quando os bandidos violentam, torturam, e matam as suas vítimas, eles são indiferentes ao seu sofrimento. A sociedade está conformada com a corrupção do governo, com a promiscuidade, sensacionalismo, e manipulação da mídia, e com a criminalidade que aumenta assustadoramente a cada dia. Neste texto, quero contar a minha opinião sobre a Anestesia Moral.

Os jovens da atualidade não são mais idealistas como os jovens de antigamente. Não sou marxista, mas admiro muito a coragem e a força de vontade dos comunistas na época da Ditadura Militar que desejavam na sua concepção tornar o Brasil num país melhor. Hoje, vejo que o Brasil estava numa situação melhor naquela época. Não sou a favor de perseguição política, e nem de torturas, estupros, e assassinatos, mas sou obrigado a admitir que a Ditadura Militar era melhor do que a democracia de hoje. Atualmente, os jovens não têm limites, e fazem o que bem entendem. Os jovens se embriagam, se drogam, e se prostituem com todo mundo, porque eles são fúteis e mesquinhos (principalmente, as garotas). Se o Brasil ainda estivesse sob o governo do regime militar, hoje, não haveria Marcha da Maconha ou Marcha das Vadias, e nem a Parada Gay, ou seja, o Brasil seria um país melhor. Como já cansei de falar, eu sou totalmente contra perseguir e matar gays, porque eu acredito que os gays devem ser respeitados, mas considero a Parada Gay uma palhaçada, assim, como a marcha dos drogados e a marcha das prostitutas (para não dizer coisa pior). Não concordo com as ditaduras (nem de esquerda e nem de direita), mas reconheço que a Ditadura Militar do Brasil (apesar dos estupros, torturas, e assassinatos) foi melhor do que as ditaduras comunistas, e com certeza também melhor do que a democracia atual.

O povo brasileiro é muito omisso e conformado, assim, como a Igreja Evangélica também. Tanto cristãos quanto incrédulos são apáticos perante as coisas erradas no mundo, e, principalmente, no Brasil. Todos falam para si mesmos que os problemas não são deles e que eles não têm nada a ver com isso. É tanta omissão e tanta hipocrisia que quando me deparo com esse conformismo sinto vontade de me suicidar. Os políticos roubam na cara-de-pau e o povo finge que a corrupção não é problema seu. Os bandidos estupram, torturam, matam, queimam pessoas inocentes vivas, e a sociedade finge que isso não é seu problema. As pessoas são escravizadas pelo pecado e oprimidas pelo Diabo, e os cristãos fingem que isso não é problema deles. De fato, a sociedade e a Igreja de Cristo sofrem de Anestesia Moral.

Tenho orado por muitas pessoas, e estou desanimado de continuar intercedendo por algumas dessas pessoas, porque eu pensei que essas pessoas realmente fossem cristãs, mas pelas coisas que vejo que elas publicam na Internet, eu pude ver que o problema delas não é carência, mas é safadeza mesmo. A minha esperança é que da mesma forma que Deus abençoou a casa de Potifar por amor a José, Ele salve e abençoe por amor a mim essas pessoas que estão cegas e mortas espiritualmente vagando como zumbis, escravizadas pelo pecado. Decidi me abster do pecado o máximo que eu puder para poder fazer a vontade de Deus, porque eu enxergo e ainda estou vivo. Posso ser pecador, mas ainda enxergo que Jesus Cristo é a Salvação; e desejo ardentemente ser mais parecido com Jesus, porque eu quero ser a imagem e a semelhança de Cristo. Posso não ter poder para fazer muito, mas o que eu puder farei. Quero fazer a diferença. Não sou um político influente, e nem um comandante militar, mas darei o melhor de mim para tornar esse mundo num lugar um pouquinho melhor para se viver. Pretendo obedecer todos os mandamentos de Deus, para que com a minha obediência, Deus possa abençoar e salvar as pessoas ao meu redor. A minha esperança é que da mesma forma que Deus salva um filho bandido ou drogado por amor a mãe que intercede por sua vida, o Altíssimo converta as pessoas por quem eu tenho orado tanto. Não acredito que Deus dependa do livre-arbítrio do ser humano para fazer a sua vontade (isso se o homem realmente tiver essa liberdade, que eu duvido muito), mas creio que do mesmo jeito que Deus endureceu o coração de Faraó, Ele pode amolecer os corações das pessoas, porque Ele é Soberano e nada pode frustrar os seus planos.

terça-feira, 4 de junho de 2013

O SENHOR DOS EXÉRCITOS


Eu já escrevi vários artigos denegrindo a imagem dos cristãos primitivos, e em alguns deles eu até critiquei os menonitas. Já escrevi alguns textos me desculpando com os primeiros cristãos, mas faltou eu me desculpar com os meus irmãos menonitas. Durante muito tempo, eu fui intolerante com quem pensava diferente de mim, e eu já sofri nas mãos de pessoas intolerantes, e sei que isso não é legal. Em primeiro lugar, os cristãos pacifistas não deixam de serem meus irmãos por terem uma ideologia diferente da minha. Não sou pacifista, e tampouco apóio o Pacifismo, mas tenho a obrigação de respeitar os cristãos que são pacifistas. Neste texto, explicarei o porquê de minha intolerância no passado com os religiosos pacifistas.

Na Internet, existem inúmeros sites tendenciosos de pessoas mal-intencionadas que deturpam a História e distorcem o contexto de versículos bíblicos para impor o Pacifismo aos outros, e isso se chama fundamentalismo religioso (usar palavras para agredir quem pensa diferente não é muito diferente de agredir fisicamente). Por isso, eu me revoltei e acabei sendo intolerante e até injusto com muitos cristãos. Na minha igreja, eu conheci uma família de menonitas que são umas bênçãos. Luca, Fernanda, Ananda, Alice, e Hugo, são irmãos em Cristo que aprendi a amar. Deus usou essa família para me mostrar que os menonitas também são legais e gente boa. Não posso voltar atrás em relação aos textos antigos em que critiquei os cristãos primitivos e em que critiquei os menonitas, mas posso escrever outros artigos falando bem deles para poder compensar o mal que fiz. Deus trabalhou no meu coração de tal forma, que eu aprendi a amar as pessoas com opiniões diferentes, e também aprendi a aceitar as diferenças. Agora, que me desculpei com os cristãos pacifistas, pretendo contar a minha opinião sobre o militarismo e as guerras com todo o respeito aos meus irmãos pacifistas.

“Mas, quando o seu coração se exalçou e o seu espírito se endureceu em soberba, foi derribado do seu trono real, e passou dele a sua glória. E foi tirado dentre os filhos dos homens, e o seu coração foi feito semelhante ao dos animais, e a sua morada foi com os jumentos monteses; fizeram-no comer erva como os bois, e pelo orvalho do céu foi molhado o seu corpo, até que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre os reinos dos homens e a quem quer constitui sobre eles”. (Daniel 5:20-21)

Segundo o profeta Daniel, Deus estabelece os reis da Terra e os depõe quando bem entende. No Antigo Testamento, assim, como no Novo Testamento também, Deus levanta um reino para punir outro reino, ou seja, Ele levanta uma nação para castigar outra nação. O Altíssimo levanta um povo para oprimir ou libertar outro povo, assim, como Ele usou a Assíria para punir Israel, e a Babilônia para castigar Judá, e também levantou os medos e os persas para libertarem os judeus do cativeiro babilônico.

“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem, e, sim, quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo também pagais tributos: porque são ministros de Deus, atendendo constantemente a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

No Novo Testamento, o apóstolo Paulo confirmou o que o profeta Daniel havia ensinado, isto é, que Deus, o Todo-Poderoso, domina os reinos e as nações, portanto, nada foge do controle de suas mãos (inclusive, as guerras). Deus estabeleceu as autoridades governamentais para poder manter a lei e a ordem no mundo. Tanto o Antigo Testamento quanto o Novo Testamento legitimam a existência do Estado e das suas forças de repressão ao crime (incluindo, as guerras justas). Portanto, Deus levanta quem Ele quer para aplicar a sua justiça, sejam homens bons ou maus. Deus é o Senhor dos Exércitos; e Ele tem o controle sobre todos os exércitos da Terra.

domingo, 2 de junho de 2013

SE EU VIVER PARA CONTAR


“Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu”. (Salmo 42:11)

A minha alma está muito abatida ultimamente, porque não agüento mais conviver com os pecados do mundo. O pecado me agride. Não suporto mais assistir a televisão, pois para mim a televisão é muito pior do que as cidades de Sodoma e Gomorra. A mídia faz apologia ao homossexualismo abertamente, e ai de quem ousar ser contra o ativismo gay. Eu sempre evitei escrever sobre esse assunto, porque acredito que os gays devem ser amados e respeitados, e sempre fiz o possível para não ofendê-los, mas o que a mídia tem feito é um verdadeiro absurdo. Se não concordar com a causa gay é ser homofóbico, então, eu sou homofóbico. Isso não significa que eu odeie os homossexuais ou que eu deseje o mal deles, mas não concordo com a sua conduta, porque acredito na Bíblia, e a Palavra de Deus diz que o homossexualismo é pecado, e ponto final. Sempre evitei escrever sobre isso para não ofender os gays (que também são seres humanos e têm os seus direitos), mas não suporto mais esse apoio descarado da mídia ao homossexualismo.

Outra coisa que entristece muito o meu coração é a apologia ao adultério que a mídia faz (principalmente, através das malditas novelas). Famílias cristãs têm se alimentado com lixo televisivo como as porcarias das novelas que somente ensinam o que não presta. Já vi evangélicos torcendo pelos amantes das novelas, porque o marido é um carrasco ou porque a esposa é uma bruxa (muito sutil essa tática suja do Diabo para manipular as pessoas). Cristãos têm alimentado os seus corações com coisas que não prestam que Satanás enfia goela abaixo através da televisão. Por favor, não me comparem ao David Miranda, mas nesse ponto eu concordo com o seu radicalismo, a televisão realmente não presta. A minha maior frustração amorosa foi à televisão, porque a mídia me decepcionou profundamente.

A programação infantil atual é um lixo, pois nada se compara aos tempos áureos da Rede Manchete, da TV Cultura, e do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão). A TV a cabo também é uma porcaria, porque decaiu muito a sua qualidade. Para mim, a tendência é a televisão acabar, pois apenas os idiotas continuarão a dar ibope para esse instrumento do Capeta. Quem me conhece sabe que eu não sou igual a esses religiosos que ficam vendo capeta em todo lugar, mas eu não suporto mais compactuar com toda essa depravação e promiscuidade que a televisão enfia goela abaixo para as famílias brasileiras. Lamento muito mesmo que a Rede Tupi, a TV Manchete, e a Rede Excelsior não existam mais. Essas emissoras realmente fazem muita falta. Para mim, é muito triste demonizar a mídia, porque a televisão era a minha vida, mas, agora, ela é a minha maior decepção. Dói muito o meu coração ao escrever essas coisas, mas estou sendo extremamente sincero e verdadeiro no que eu estou escrevendo.

Outra coisa que me angustia muito é a música atual, pois as músicas de hoje (principalmente, as brasileiras) são umas porcarias. O Funk é um ritmo musical do Demônio (não me refiro ao Funk original, como, por exemplo, James Brown e outros), mas me refiro ao maldito Funk Carioca, porque aquilo para mim é o Inferno sobre a Terra. Músicas de corno e de cachorro abandonado como o Sertanejo eu também não suporto (somente gosto de Sertanejo de raiz mesmo, como, por exemplo, Pena Branca e Xavantinho, e Tonico e Tinoco). Forró eu apenas gosto de raiz também, como o Luiz Gonzaga. De Samba eu gosto somente dos antigos, como, por exemplo, Cartola, Candeia, e outros. Das músicas internacionais eu gosto das músicas antigas da Madonna e das músicas do Michael Jackson. Eu amo demais as bandas de Rock e Pop da década de 80, mas das bandas de hoje eu não gosto muito não.

Eu nasci no mundo errado e na época errada, pois me considero um extraterrestre nesse planeta. Não vejo nenhuma graça em baladas, prostíbulos, e bares (infelizmente, muitos jovens crentes vêem graça nessas coisas). Eu prefiro ser um jovem cristão que ama as coisas de Deus, do que ser um jovem desviado (dentro da Igreja) que não respeita a Deus e quando morrer irá para o Inferno (sem contar que ainda arcará com as conseqüências do pecado aqui na Terra). Conheço garotas evangélicas que se tratam como objetos, mercadorias, e pedaços de carne (o pior é que elas conhecem a Verdade). Quando vejo essas coisas, sinto vontade de morrer, e espero de verdade viver para contar coisas boas. Que Deus tenha piedade de mim.