sábado, 9 de março de 2013

O PODER DO AMOR



“E eu passo a mostrar-vos ainda um caminho sobremodo excelente. Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé ao ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres, e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozijasse com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque em parte conhecemos, e em parte profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das cousas próprias de menino. Porque agora vemos como em espelho, obscuramente, então veremos face a face; agora conheço em parte, então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três: porém o maior destes é o amor”. (1 Coríntios 13:1-13)

Nos últimos meses, tenho aprendido mais sobre o amor, porque descobri que amar vale à pena. Existem vários tipos de amor, como, por exemplo, o amor entre pais e filhos, o amor entre irmãos, o amor entre amigos, e o amor que eu mais admiro abaixo do amor de Deus, que é o amor entre um homem e uma mulher. Como eu desejo um dia encontrar uma mulher que me ame com intensidade, e que eu também possa amá-la intensamente. Existe também o amor por uma causa justa, por um ideal nobre, ou por uma ideologia. Todos os amores são importantes nas vidas dos seres humanos, porque o amor é o combustível da vida. Quem não ama, não é feliz.

Algo que entristece muito o meu coração é o fato da Igreja de Cristo não saber amar, porque Jesus Cristo ensinou o amor, mas os cristãos não se importam muito com isso. Os evangélicos geralmente são hipócritas e falsos, ou seja, eles são egoístas e mesquinhos mesmo. O amor se esfriou de quase todos. O que me irrita profundamente são os “chavões evangélicos”, como, por exemplo, chavões como o “não julgueis”, “o mundo jaz no maligno”, “os filhos das trevas são mais prudentes que os filhos da luz”, ou “a tendência é piorar mesmo”. São frases feitas para justificar a omissão e o conformismo da Igreja. Os cristãos em vez de ganharem vergonha na cara, e pararem de ficar esquentando os bancos das igrejas para “garantir lugarzinho no Céu” (como se a Salvação fosse pelas obras, e não pela Graça), eles ficam inventando “desculpinhas” para justificarem as suas falhas. A Igreja de Cristo é apática perante o sofrimento das pessoas; e ainda os crentes acham que podem enganar Deus e Lúcifer brincando de serem cristãos. Os evangélicos podem brincar de serem cristãos, mas o Diabo não brinca de ser Diabo. Satanás não brinca em serviço.

Descobri com o passar dos anos, que o perdão liberta, porque não é preciso ser forte para guardar rancor, mas é preciso ser forte para perdoar. Aprendi que a compaixão é mais forte do que a raiva; e que o perdão é mais poderoso do que o ódio. Descobri que perdoar é uma característica dos fortes. Perdoar vale à pena. Deus trocou o meu coração de pedra por um coração de carne. O amor pode me ajudar a me tornar numa pessoa melhor. Eu ainda sonho em me tornar num ser humano melhor, que saiba sempre amar.

Nenhum comentário: