domingo, 27 de março de 2011

SUPER-HERÓIS



“os quais, por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam bocas de leões, extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram força, fizeram-se poderosos em guerra, puseram em fuga exércitos de estrangeiros. Mulheres receberam, pela ressurreição, os seus mortos. Alguns foram torturados, não aceitando seu resgate, para obterem superior ressurreição; outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas e prisões. Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos ao fio da espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados (homens dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da Terra. Ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé, não obtiveram, contudo, a concretização da promessa, por haver Deus provido cousa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados”. (Hebreus 11:33-40)

Desde criança eu admiro os heróis, tanto os da televisão quanto os da realidade. Muitas pessoas afirmam categoricamente que os heróis não existem, mas podem acreditar, eles existem sim. Muitos homens fazem a diferença na sociedade praticando boas obras (sem o interesse mesquinho de tentar alcançar a Salvação através delas) e outros protegem os fracos com a sua força física. Existem policiais e militares que fazem a diferença, ou seja, que não se corrompem com a corrupção e a maldade. Os policiais (apesar da mixaria que ganham) arriscam as suas vidas para nos defender. Os militares se arriscam para proteger as fronteiras de nosso amado país para que nenhum país invasor nos ameace. Os pais de família que acordam de madrugada e pegam ônibus, trens e metrôs lotados para poderem trabalhar e assim conseguir o sustento de seus filhos são verdadeiros heróis também. A conclusão que cheguei analisando a humanidade é que existem pessoas realmente boas que fazem a diferença em todos os setores da sociedade. Até na Igreja Primitiva tiveram cristãos que foram exemplos de coragem e ousadia também. Cristãos, que foram torturados e assassinados brutalmente, porque se recusaram a negar a sua fé. Ricos e pobres, civis e militares, homens e mulheres, foram martirizados, porque amavam a Deus acima de todas as coisas. Os profetas do Antigo Testamento que exortavam o povo de Deus e os reis tementes ao Todo-Poderoso que pelejavam ferozmente para promover a justiça foram heróis que deixaram exemplos maravilhosos de fé para nós, cristãos, nos inspirarmos hoje. Os heróis existem, com os céticos querendo acreditar ou não.

“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. (Romanos 12:2)

A própria Palavra de Deus nos ensina que não devemos nos conformar com este mundo, isto é, com as coisas erradas que têm na nossa sociedade. Existem missionários que levam o Evangelho a todos os povos da Terra, pois acreditam que assim poderão melhorar alguma coisa no mundo. Existem guerreiros que pelejam com bravura por causas nobres, porque também acreditam que podem tornar o mundo melhor.

Os heróis podem matar os vilões para proteger os inocentes se for necessário, pois o mandamento “não matarás” em sua tradução correta significa “não assassinarás”. O sexto mandamento em hebraico é “lo tirsah”, e em grego é “ou foneuseis”, e em ambas as línguas usadas na Bíblia original, esse mandamento se refere somente ao assassinato criminoso e nunca a legítima defesa. Portanto, os inocentes têm o direito de se defender ou de serem defendidos por alguém. Agora, lhes contarei o ponto fraco dos opressores.

O opressor covarde sempre oprimirá quem é mais fraco ou quem não reage, porque assim é mais fácil e não terá grande resistência. Mesmo que o fraco não tenha condições de resistir por muito tempo, se ele ousar se opor a opressão, o opressor provavelmente sentirá medo e procurará outro para oprimir. Quando o forte oprime o fraco, ele também acaba se tornando fraco, porque assim não se adquire experiência de luta e outro forte pode subjugá-lo.

Desde os primórdios da civilização, existem homens valorosos que estão dispostos a morrer lutando pelo que acreditam. Sempre existiram guerreiros que defendem os oprimidos, porque da mesma forma que existem bandidos, também existem heróis.

sexta-feira, 11 de março de 2011

REVELAÇÃO


“Senhor, Deus da minha salvação, diante de ti tenho clamado de dia e de noite. Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor. Porque a minha alma está cheia de angústias, e a minha vida se aproxima da sepultura. Já estou contado com os que descem à cova; estou como um homem sem forças, posto entre os mortos; como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais; antes, os exclui a tua mão. Puseste-me no mais profundo do abismo, em trevas e nas profundezas”. (Salmo 88:1-6)


Durante anos, tenho sofrido uma imensa angústia por causa da Igreja de Cristo, porque o mau testemunho de inúmeros cristãos e a sua falta de seriedade com as coisas de Deus têm entristecido o meu coração. A Igreja Cristã é problemática desde a sua origem, pois os cristãos primitivos ensinavam coisas que Jesus nunca ensinou. Os cristãos sempre tiveram tara por cultuar os “ungidos de Deus”, ou seja, eles sempre tiveram uma quedinha por idolatria. Muitos falsos profetas têm surgido nos últimos tempos para enganar a Igreja de Cristo, e o pior de tudo é que os cristãos nem conhecem a Bíblia direito, por isso, nem refutam as heresias apresentadas a eles. Alguns “ex-satanistas” (que se orgulham de seu passado macabro) têm introduzido inúmeras heresias dentro da Igreja Cristã. Quando os adúlteros se convertem de verdade, eles não ficam contando as aventuras sexuais que tiveram antes de suas conversões em seus testemunhos. Então, por que os “ex-satanistas” ficam contando as aventuras satânicas que tiveram quando estavam no Satanismo em seus testemunhos? Deus deve ser exaltado e não o Diabo. A conclusão que cheguei é que a Igreja Evangélica é um caso perdido igual à Igreja Católica, isto é, é preciso uma nova Reforma na Igreja de Cristo.


“Então, disse ele: Vai e dize a este povo: Ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebeis. Engorda o coração deste povo, e endurece-lhe os ouvidos, e fecha-lhe os olhos; não venha ele a ver com os seus olhos, e a ouvir com os seus ouvidos, e a entender com o seu coração, e a converter-se, e a ser sarado. Então, disse eu: Até quando, Senhor? E respondeu: Até que se assolem as cidades, e fiquem sem habitantes, e nas casas não fique morador, e a Terra seja assolada de todo”. (Isaías 6:9-11)


Infelizmente, o povo de Deus sempre foi rebelde e somente leva o Todo-Poderoso a sério debaixo de escravidão e opressão. A Igreja é movida a tribulação, ou seja, o seu combustível é a perseguição. Desde o Antigo Testamento, o povo de Deus vivia se envolvendo com coisas erradas, como, por exemplo, a idolatria e a feitiçaria. Em muitas igrejas pentecostais, os evangélicos praticam rituais de feitiçaria e transformam a Igreja Evangélica num verdadeiro centro de macumba gospel.


“Portanto, irmãos, procurai, com zelo, profetizar e não proibais falar línguas. Mas faça-se tudo decentemente e com ordem”. (1 Coríntios 14:39-40)


Os pentecostais geralmente ignoram esse trecho da Palavra de Deus descaradamente, pois eles ficam dando chiliques e praticam aberrações em nome do pentecostalismo. Já cansei de ver mulheres (principalmente velhas) sapateando e gritando escandalosamente querendo chamar a atenção dos outros membros da Igreja, e isso eu acho ridículo. Infelizmente, o que vejo em muitas igrejas pentecostais não é a manifestação do poder de Deus, mas, sim, um “espetáculo dos horrores”. Não condeno o movimento pentecostal totalmente, mas insisto que os dons espirituais devem ser exercidos com ordem e decência.


“Atendei, ó brutais dentre o povo; e vós, loucos, quando sereis sábios? Aquele que fez o ouvido, não ouvirá? E o que formou o olho, não verá? Aquele que argúi as nações, não castigará? E o que dá ao homem o conhecimento, não saberá? O Senhor conhece os pensamentos do homem, que são vaidade”. (Salmo 94:8-11)


Têm cristãos que pensam que Deus é surdo, cego e burro. Porque eles ficam louvando a Deus da boca pra fora dentro da Igreja e quando saem da Igreja se esquecem que Deus existe com a maior facilidade. Deus tem me revelado coisas óbvias através da Bíblia, e se os cristãos tivessem o hábito de ler a Palavra de Deus (ler de verdade e não ficar decorando versículos fora de contexto) saberiam dessas coisas óbvias que escrevi neste artigo. Infelizmente, quase todos os cristãos são burros e alienados que somente enxergam na Bíblia o que lhes convêm e apenas acreditam no que lhes interessa. Karl Marx tinha razão, a religião é o ópio do povo.

segunda-feira, 7 de março de 2011

REFUTANDO O PACIFISMO


(Eu reescrevi o meu artigo "A Hipocrisia do Pacifismo" e acho que essa versão ficou melhor. Já estou farto de ver os religiosos pacifistas usarem versículos bíblicos fora de contexto para defender o pacifismo e resolvi refutá-los biblicamente).

O pacifismo sempre foi muito pregado entre os cristãos desde a Igreja Primitiva, mas o próprio Jesus Cristo e os apóstolos nunca condenaram o serviço militar e nem o direito que todos os seres humanos têm de lutar por suas vidas. Os religiosos pacifistas costumam usar versículos bíblicos fora de contexto para sustentar o pacifismo biblicamente, mas qualquer pessoa inteligente e sábia verá que a Bíblia nunca sustentou tal heresia.


“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)


O interessante desse trecho bíblico é que ele foi escrito pelo mesmo autor da Carta aos Romanos, ou seja, o apóstolo Paulo. Em nenhum momento, na Carta aos Efésios, o apóstolo Paulo pregou o pacifismo, até porque o contexto não fala de guerra física, mas, sim, de guerra espiritual. Na Carta aos Romanos, o apóstolo Paulo ensinou que as autoridades governamentais foram estabelecidas por Deus e que os magistrados e militares são seus ministros para castigar os malfeitores. Então, seria contraditório o autor da Carta aos Romanos pregar o pacifismo na Carta aos Efésios. Na minha humilde opinião, o apóstolo Paulo quis dizer que a função dos cristãos civis é se preocupar com a guerra espiritual, mas os cristãos que são magistrados e militares devem cumprir com o seu dever, que é castigar os que praticam o mal; porque eles são revestidos de autoridade por Deus para essa função. (Eu sei que quem escreveu a Carta aos Romanos foi Tércio a mando de Paulo).


“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)


Por isso, as armas carnais e humanas, tais como argúcia, habilidade, riqueza, capacidade organizacional, eloqüência, persuasão, influência e personalidade são em si mesmas inadequadas para destruir as fortalezas de Satanás; porque as únicas armas adequadas para desmantelar os arraiais do Diabo, as injustiças e os falsos ensinos são as armas que Deus nos dá. Esse trecho não se refere às armas bélicas, mas, sim, a capacidade humana; e para combater o Inferno precisamos das armas espirituais dadas por Deus, pois somos incapazes de vencermos Satanás e os seus demônios sozinhos.


“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”. (Mateus 5:38-39)


Os fariseus deturpavam as leis do Antigo Testamento para incentivar as pessoas ao ódio e a retaliação, porque olho por olho e dente por dente eram na verdade as punições aplicadas pelas autoridades nos malfeitores e não um incentivo a represália do indivíduo. Jesus condenou a vingança pessoal e não a legítima defesa, pois Ele usa muito simbolismo nas coisas em que ensina. Cristo, em outra parte da Bíblia, ensinou que se as suas mãos e pés e os seus olhos te fizerem pecar, se deve amputar as mãos e os pés e arrancar os olhos fora, mas tudo isso é simbólico e não se deve fazer no sentido literal.


“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão”. (Mateus 26:52)


Cristo não fez apologia ao pacifismo, mas simplesmente falou que os violentos sofrerão violência. Se Pedro tivesse matado Malco, ele seria punido com a morte pelo Estado Romano e Jesus quis impedir que isso acontecesse.


O mandamento “Não Matarás” em sua tradução correta significa “Não Assassinarás”, pois o verbo hebraico “ratsach” e o verbo grego “foneuo” usados para esse mandamento na Bíblia original se referem somente ao assassinato criminoso e nunca a legítima defesa e a pena capital. E quem disse que a guerra pertence ao Senhor foi Davi, que era um guerreiro. Espero ter esclarecido o meu ponto de vista neste artigo.

quinta-feira, 3 de março de 2011

ABAIXO AO CRISTIANISMO XIITA


Desde os primórdios da Igreja Cristã, muitos “seguidores de Jesus” distorcem os seus ensinamentos e proíbem coisas que o próprio Cristo nunca proibiu. Certos cristãos têm tara por demonizar coisas que Jesus nunca demonizou. Cristo vivia descendo a lenha nos fariseus, porque eles eram religiosos hipócritas que não praticavam o que pregavam. Jesus Cristo fazia duras críticas as doutrinas que são preceitos dos homens, pois Ele sempre pregava que a Salvação não é pelas obras, portanto, doutrina alguma pode salvar ninguém.


“Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim. Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens”. (Mateus 15:7-9)


Jesus não suportava a hipocrisia dos fariseus, por isso, os criticava tão severamente. O Messias sempre combatia as doutrinas pregadas pelos fariseus que eram religiosos hipócritas que davam mais valor as doutrinas que são preceitos dos homens do que aos mandamentos de Deus.


“Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem sobre os ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los”. (Mateus 23:4)


Os fariseus costumam impor um padrão de falsa santidade aos outros que nem eles mesmos conseguem viver, por isso, Cristo os reprova com toda a razão. Os religiosos hipócritas inventam doutrinas e obriga os outros a obedecê-las, no entanto, nem eles mesmos conseguem praticá-las.


“Eu sei e estou certo, no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma imunda, a não ser para aquele que a tem por imunda; para esse é imunda”. (Romanos 14:14)


O apóstolo Paulo foi claro quando disse que as coisas não são do Diabo, a não ser para aqueles que acreditam nessa besteira. A Bíblia é clara quando diz o que é pecado e o que não é pecado. Muitas das proibições dos cristãos são baseadas apenas em seu preconceito religioso ridículo e não na Palavra de Deus. Esses hereges costumam usar versículos bíblicos fora de contexto para sustentar as suas heresias, portanto, não devemos dar ouvidos a esses imbecis.


“Porque um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, come legumes. O que come não despreze o que não come; e o que não come não julgue o que come; porque Deus o recebeu por seu”. (Romanos 14:2-3)


Eu acredito que realmente existem cristãos radicais que buscam a Deus com sinceridade, mas o que me dá muita raiva é ver “cristãos” que não têm compromisso nenhum com Deus julgando os outros que não seguem as suas doutrinas que são preceitos dos homens. Todos os cristãos têm o direito de acreditarem no que quiserem, mas ninguém tem o direito de atacar pedras naquele que pensa diferente. Os fariseus ficam endiabrando o Rock, as artes marciais, o serviço militar, os desenhos animados e os videogames e não estão nem aí se vão ofender as outras pessoas. Eu gosto de Rock e não sou satanista. Eu gosto de artes marciais e não sou idólatra; e nem fico distribuindo porradas nos outros gratuitamente por aí. Eu gosto do militarismo e a própria Bíblia fala que os militares são ministros de Deus para o meu bem. Eu gosto de assistir desenhos japoneses e de jogar videogame e nem por isso me afastei de Deus.


“Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova”. (Romanos 14:22)


Se eu peco ou não, o problema é meu e ninguém tem nada haver com isso. Já estou farto de ser acusado e condenado pelos fariseus, pois eu prestarei contas a Deus pelos meus atos e tenho convicção de que Deus não condena as coisas que gosto.

terça-feira, 1 de março de 2011

OS MENSAGEIROS DA ESPERANÇA



“Como, porém, invocarão aquele em que não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam cousas boas”. (Romanos 10:14-15)


Os cristãos verdadeiros são mensageiros de Deus que estão aqui na Terra para anunciar o Evangelho aos perdidos. Os incrédulos precisam saber que Deus os ama tanto que enviou o seu único filho para morrer por eles. Jesus Cristo é o Messias anunciado pelos profetas do Antigo Testamento; Ele é o Rei legítimo de Israel e o Único Caminho para se chegar até Deus.


Eu assistia muito o anime “Saint Seiya”, conhecido também como “Os Cavaleiros do Zodíaco”, e o interessante desse desenho é que os protagonistas são conhecidos como “Os Cavaleiros da Esperança”. Quando vejo missionários e pregadores que dedicam as suas vidas em favor do Evangelho e que verdadeiramente se importam em ajudar os perdidos, eu os considero verdadeiros cavaleiros da esperança. Missionários como Hudson Taylor e William Carey, e pregadores como Charles Finney, Jonathan Edwards e Charles Spurgeon (o Príncipe dos Pregadores) eram mensageiros da esperança que levavam o Pão da Vida para os famintos e a Água Viva para os sedentos.


“Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. (João 8:31-32)


Infelizmente, a maioria dos cristãos não conhece Jesus de verdade, pois eles têm uma imagem distorcida do Messias. Cristo andava com os pecadores, ou seja, Ele andava com prostitutas, homossexuais e ladrões. O interessante é que Jesus nunca olhou com preconceito e nojo esses indivíduos, pelo contrário, Ele olhava para os pecadores com amor. Jesus Cristo é totalmente diferente do “messias” que os cristãos geralmente pregam, isto é, o Messias verdadeiro não é nem um pouco politicamente correto. Jesus descia a lenha nos religiosos hipócritas e não era nem um pouco preconceituoso, pois Ele tratava os ricos e pobres igualmente. Cristo ama tanto brancos quanto negros, ou seja, Ele não faz acepção de pessoas. O anti-semitismo era muito pregado pela Igreja Primitiva, mas o próprio Jesus Cristo olhava para os judeus com amor e os seus apóstolos eram todos judeus. A verdade é que muitas coisas que os cristãos condenam, Jesus Cristo nunca condenou. Jesus olhava para ricos e pobres, civis e militares com igualdade e sem nenhum preconceito. Cristo amou o centurião de Cafarnaum e elogiou a sua fé. Um de seus melhores amigos, José de Arimatéia, era senador e muito rico, e nem por isso Jesus o desprezou. Os cristãos têm muito que aprender com Jesus Cristo.


“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado. Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em meu nome expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma cousa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados”. (Marcos 16:15-18)


Os cristãos autênticos são verdadeiros mensageiros da esperança enviados por Deus para anunciar as Boas Novas ao mundo. Os autênticos seguidores de Jesus amam os pecadores e fazem de tudo para ajudá-los. De que adianta pregar o Evangelho para um morto de fome sem alimentá-lo antes? A Salvação é pela Graça e não pelas obras, mas os verdadeiros cristãos praticam boas obras, porque eles amam realmente os seus semelhantes. Os cristãos autênticos são o sal da Terra e a luz do mundo, isto é, eles eficazmente fazem à diferença na sociedade.